O Vale de Arryn.

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O Vale de Arryn.

Mensagem por Deus de Muitas Faces em Qui Maio 11, 2017 4:58 am



O Vale de Arryn, ou o Vale, é uma das regiões que constituem Westeros, e antigamente fora uma nação soberana conhecida como Reino da Montanha e Vale, antes da Guerra da Conquista. O Vale é governado pela Casa Arryn, do castelo conhecido como Ninho da Águia. Os Bastardos nascidos no Vale recebem o sobrenome Stone. Fica localizado na costa oriental de Westeros, uma terra tranquila de terra negra fértil, com largos rios que se movem lentamente, e centenas de pequenos lagos que brilham como espelhos ao sol, protegidos por todos os lados por sua imensa e impenetrável cadeia de montanhas. O Vale tende a ser relativamente isolado, de maneira semelhante ao Norte e Dorne, de outras regiões dos Sete Reinos. Os duros invernos do Vale tornam viagens apenas possíveis durante estações mais amenas. Pode-se chegar ao Vale através da Estrada de Altitude, que conecta o Vale às Terras Fluviais, protegida pelo Portão Sangrento.
O povo do Vale é conhecido como honrosos e competentes guerreiros guiados por sua honra e pela Fé dos Sete, em sua maioria. Recentemente, a região enfrentou uma verdadeira guerra civil que culminou na morte de Lord Arryn, que liderava as forças unidas do Vale na campanha que exterminou os clãs das montanhas, restabelecendo a paz nos últimos dez anos. Trigo, milho e cevada são cultivados no Vale, que produz a melhor cerveja dos Sete Reinos. Nem mesmo em Jardim de Cima, castelo Tyrell, as abóboras e cerejeiras crescem tão grandes, nem são tão doces as toranjas e os pêssegos. Os cavaleiros do Vale são considerados como uma das melhores forças montadas de todos os Sete Reinos, com os melhores treinadores de cavalos e estábulos de Westeros. Os Arryn, governantes do Vale, são uma das mais antigas linhagens de nobreza Ândala nos Sete Reinos, e, após derrotarem os Primeiros Homens na lendária Batalha das Sete Estrelas, governaram como Reis da Montanha e Vale por séculos, até que dobraram os joelhos para Aegon, o Conquistador. O Ninho da Águia, castelo dos Arryn, nunca foi tomado em batalha, assim como os exércitos do Vale nunca foram derrotados em sua própria região.
Texto de Referência: Wikipedia Game of Thrones.

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Re: O Vale de Arryn.

Mensagem por Deus de Muitas Faces em Qui Maio 11, 2017 11:54 pm


Casa Arryn



História

Os Arryn de Ninho da Águia.

Casa Arryn do Ninho da Águia é uma das Grandes Casas de Westeros, e a principal casa nobre do Vale. Sua sede principal é o Ninho da Águia, mas possuem outras moradas, incluindo o castelo de inverno nos Portões da Lua. Ambas as fortificações se situam na Lança do Gigante, a montanha mais alta do Vale, e o Ninho da Águia é considerado inexpugnável. Seu símbolo é um falcão e um quarto crescente, brancos em um campo azul-celeste, e suas palavras são "Tão Alto Como a Honra". Sua linhagem data dos velhos Ândalos que invadiram Westeros. Normalmente se casando com outros nobres Ândalos, a Casa Arryn tem atualmente a mais pura descendência da nobreza Ândala. A Guerra dos Cinco Reis foi deflagrada a partir da morte de um Arryn, Lord Jon do Ninho da Águia, morto pela própria esposa por envenenamento, com o objetivo de incriminar os Lannister. A partir daí, a Casa correu sério risco de extinção, tendo apenas um Lord enfermiço como representante. Até que o jovem Robin casou-se com Sansa Stark, quem de fato governou o Vale durante toda sua longa vida. Lady Sansa teve dois filhos durante o governo de Daenerys Targaryen, Rickon e Eddard Arryn. Após a morte dela, os dois dividiram-se em ramos da mesma família, com Eddard governando o Ninho da Águia e Rickon assentado em Vila Gaivota, como ramo secundário. Os dois ajudaram na causa Blackfyre, facilitando a entrada deles em Westeros pelo Vale e liderando tropas em nome de Aegon, o Jovem Grifo.
Eddard, por sua vez, teve também dois filhos. Artos e Artys. O mais velho enfrentou problemas contra seus primos de Vila Gaivota, descendentes de Rickon que reclamavam o Vale para si, alegando que os dois filhos de Eddard Arryn eram bastardos do falecido Lord Corbray, melhor amigo de Eddard e primo de sua esposa, Mariah Corbray. A rebelião do ramo menor foi destruída com o apoio dos Lords Declarantes, e Vila Gaivota passou ao domínio do ramo principal. Durante a batalha, Lord Artos foi ferido por uma adaga envenenada, falecendo sem esposa ou herdeiros. Atualmente é o irmão mais novo de Artos Arryn quem governa o Vale, com uma postura muito mais neutra com relação à política, do que a de seus antepassados, lealistas Blackfyre. Sob domínio de Artys, a Casa tornou-se mais articulada, bem como a relação entre seus vassalos. Com o fim da Casa Corbray por linhagem masculina, casou-se com a última descendente da Casa, garantindo aos seus filhos direito legítimo sobre as terras que desejava para si, bem como à relíquia ancestral da Casa Corbray, a espada valiriana Senhora Desespero, o dote de sua terceira esposa.




Atributos de Governo
Sede: Ninho da Águia
Nível de Edificação: Monumental
Cofres da Casa: 450 Dragões de Ouro.


  • Grãos e Frutos: 100pts. (Máx.200)

  • Força Militar Terrestre: 150 pts. (Máx.200)

  • Força Militar Naval: 100 pts. (Máx.250)

  • Mercantilismo: 80 pts. (Máx.150)
     
  • Pecuária e Aves: 60 pts. (Máx.100)
     
  • Minérios: 60 pts. (Máx.150)

  • Construções: 250 pts. (Máx.250)

  • Maquinário de Guerra: 70 pts. (Máx.20)

    Pontos Reserva:  Nenhum.


    Atributos de Guerra:
    Tropas Totais: 17.000

  • Milícias: 1.000

  • Arqueiros/Besteiros: 2.000

  • Cavalaria Leve: 5.000

  • Cavalaria Pesada: 4.000

  • Infantaria Leve: 1.000

  • Infantaria Pesada: 1.000

  • Cavaleiros: 2.000

  • Máquinas de Cerco: 1.000

  • Escorpiões: Nenhum.


    Atributos Navais:
    Frotas Totais: 35

  • Dracares: 5

  • Galés de Guerra: 10

  • Galés Mercantes: 10

  • Esquifes: 10




Genealogia
Atual configuração:

Árvore genealógica:

+ Lorde Artys Arryn, Senhor do Ninho da Águia e Guardião do Leste - 37 anos;
  - Sua primeira esposa, Lyssena Royce, 22 anos (ao morrer).
 - Sua segunda esposa, Rowenna Redwyne, 31 anos (ao morrer).
 - Sua terceira esposa, Wanda Corbray, 19 anos (ao morrer).
- Sua quarta esposa, Lady Alerie Hightower, 17 anos.
 - Seu primogênito, herdeiro do Ninho da Águia e de Vila Gaivota, Eddard Arryn, 17 anos. (ocupado)
- Sua filha por casamento, Maelle Tyrell, 17 anos, esposa de Eddard.
 - Sua filha, Alyssa Arryn, 16 anos.  (livre)
 - Seu filho, herdeiro de Lar do Coração, Galahad Arryn, 14 anos.
 - Seu filho, Edwyn Arryn, gêmeo mais novo de Galahad, um acólito na Cidadela. (livre)
 - Seu filho, Robyn Stone, 05 anos, filho de Nyria de Lys. (livre)
 - Sua irmã, Lady Aileen Arryn, 25 anos, Intendente do Ninho da Águia. (ocupado)
 - Seu irmão, Lorde Artos Arryn, morto aos 33 anos na Guerra Civil das Águias.









Última edição por Deus de Muitas Faces em Sab Out 28, 2017 8:31 pm, editado 3 vez(es)

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Re: O Vale de Arryn.

Mensagem por Deus Afogado em Qui Jul 13, 2017 9:06 pm


Casa Templeton



História

Casa Templeton de Novestrelas é uma das grandes casas cavaleirescas do Vale. Ao líder da Casa é dado o título de 'Cavaleiro de Novestrelas'. Apesar de ser uma casa cavaleiresca, é muito poderosa, e sua força e influência é comparável a muitos senhores de casas nobres. É dito que podem facilmente convocar mil homens de armas. A Casa Templeton também pode ter alguma relação com os Stark. Seu brasão ostenta nove estrelas, uma de 7 pontas e oito de 6 pontas, sobre um campo dourado e preto.

Na guerra conhecida como 'guerra dos cinco reis' Sor Symond Templeton o atual cavaleiro de Novestrelas da época, foi um dos senhores de casas a pressionar a regente do Vale, Lysa Arryn, para participar da guerra em favor de Robb Stark. Como ela se negou a participar, Sor Symond retornou para o Novestrelas, qual depois viria a deixar novamente para participar das reuniões dos senhores declarantes para depor Petyr Baelish. Após isso a casa Templeton manteve-se quieta em seus domínios, não tendo nenhuma participação nas batalhas que se sucederam por Westeros, exceto quando sua casa suserana estava envolvida. Atualmente a casa Templeton manteve-se como uma grande casa cavalereisca, permanecendo com seu poder e influência no Vale de Arryn, além de ser uma das mais leais a casa Arryn.



Atributos de Governo
Sede: Novestrelas.
Nível de Edificação: Simples.
Cofres da Casa: 80 Dragões de Ouro.


  • Grãos e Frutos: 40 pts. (Máx.150)

  • Força Militar Terrestre: 50 pts. (Máx.100)

  • Força Militar Naval: 00 pts. (Máx.100)

  • Mercantilismo: 20 pts. (Máx.100)
     
  • Pecuária e Aves: 60 pts. (Máx.100)
     
  • Minérios: 30 pts. (Máx.100)

  • Construções: 60 pts. (Máx.100)

  • Maquinário de Guerra: 00 pts. (Máx.100)

    Pontos Reserva:  Nenhum.


    Atributos de Guerra:
    Tropas Totais: 1.500

  • Milícias: 100

  • Arqueiros/Besteiros: 300

  • Cavalaria Leve: 200

  • Cavalaria Pesada: 250

  • Infantaria Leve: 300

  • Infantaria Pesada: 250

  • Cavaleiros: 100

  • Máquinas de Cerco: 00

  • Escorpiões: Nenhum.


    Atributos Navais:
    Frotas Totais: Não possui.

  • Dracares: 00

  • Galés de Guerra: 00

  • Galés Mercantes: 00

  • Esquifes: 00



Genealogia
Atual configuração:

Árvore genealógica:

+ Sor Lynn Templeton, 34 Anos, Cavaleiro de Novestrelas;

Ramo Secundário:

+ Sua prima em segundo grau, Mirena Templeton, 15 Anos;





Trama Criada Por Lynn Templeton para Jogo dos Tronos

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Re: O Vale de Arryn.

Mensagem por Deus Afogado em Qui Jul 20, 2017 11:55 pm


Casa Belmore



História
Casa Belmore de Cantoforte é uma das mais poderosas casas nobres do Vale. Suas armas são seis sinos prateados, 3, 2, 1, em campo púrpuro.  Seu lema é “ O Som da Vitoria “ e sua sede fica em Cantoforte.

Durante a Guerra dos Cinco Reis os Belmore desejavam que a Senhora Lysa ajudasse Robb Stark, em seus objetivos. Logo depois do fim trágico de Lysa, os Senhores Declarantes foram criados, com a participação do Lorde Benedar Belmore ( o primeiro que chegou aos Portões da lua e bloqueou o fornecimento de comida ). Depois de algumas confusões, o Lorde Belmore se tornou aliado de Petyr Baelish pois era um homem corrupto e sempre podia ser comprado.

Após todo o ocorrido no Vale, enfim tudo havia se ajeitado. O atual Lorde tinha um tanto quanto vergonha dos antigos Lordes, e agora governava em Cantoforte com a ajuda do seu irmão, Benjamin o capitão da guarda do castelo. Cada dia que se passa treinam ainda mais seus homens, produzindo assim belos cavaleiros. Sempre estão dispostos a proteger o Vale e ao Ninho, e são um dos mais leais a casa Arryn. Benjamin Belmore, apesar de ser o primogênito de Cantoforte, abdicou de sua pretensão natural, cedendo a senhoria da Casa Belmore e de seus domínios ao seu irmão mais novo.


Atributos de Governo
Sede: Cantoforte.
Nível de Edificação: Grande.
Cofres da Casa: 250 Dragões de Ouro.


  • Grãos e Frutos: 80pts. (Máx.200)

  • Força Militar Terrestre: 150 pts. (Máx.200)

  • Força Militar Naval: 00 pts. (Máx.100)

  • Mercantilismo: 60 pts. (Máx.100)
     
  • Pecuária e Aves: 60 pts. (Máx.150)
     
  • Minérios: 150 pts. (Máx.250)

  • Construções: 150 pts. (Máx.200)

  • Maquinário de Guerra: 60 pts. (Máx.100)

    Pontos Reserva:  Nenhum.


    Atributos de Guerra:
    Tropas Totais: 4.000

  • Milícias: 500

  • Arqueiros/Besteiros: 500

  • Cavalaria Leve: 500

  • Cavalaria Pesada: 600

  • Infantaria Leve: 500

  • Infantaria Pesada: 800

  • Cavaleiros: 500

  • Máquinas de Cerco: 100

  • Escorpiões: Nenhum.


    Atributos Navais:
    Frotas Totais: Não possui
  • Dracares: 00

  • Galés de Guerra: 00

  • Galés Mercantes: 00

  • Esquifes: 00



Genealogia
Atual configuração:

Árvore genealógica:

+ Seu pai, Walter Belmore, 64 anos, Senhor de Cantoforte ✞
+ Sua mãe, Mylenne Belmore, 50 anos, da Casa Egen, Senhora de Cantoforte ✞

+Seu filho, Andrik Belmore, 28 anos, Senhor de Cantoforte.
+Seu filho, Benjamin Belmore, 33 anos, Capitão da Guarda de Cantoforte.






Trama Criada Por Benjamin Belmore para Jogo dos Tronos

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Re: O Vale de Arryn.

Mensagem por O Corvo em Sab Ago 19, 2017 4:22 pm


Casa Balaerys




História

Os Balaerys descendem diretamente de Jaenaera Balaerys; um Senhor de Dragões, remanescente vivo da Perdição de Valíria. Como tal, são dotados de dermes em tons alabastro, olhos de íris púrpuras, liláses ou arroxeadas; madeixas platinadas ou de um louro suave, juntamente dos traços bem delineados. São vassalos dos Arryn do Ninho da Águia, sendo um de seus principais aliados desde a Guerra Civil das Águias. O castelo situa-se em um cadeia de montanhas prósperas ao sul dos Dedos, leste de Solar de Longarco e noroeste da Dentada e ao suldeste de Vilagaivota; chamado Garra do Dragão, a fortaleza aderiu durante os anos a nomenclatura de "Primeira barreira marítima" pela posição defronte o oceano, no topo de uma montanha escapada.
O lema da Casa é: "O Céu é Nosso" mas há um segundo que permeia a boca do povo: "corte a maldita cabeça de um Balaerys e mais duas nascerão", este o preferido entre a família devido a história dos antepassados. Os Lordes recebem o título de Senhores de Garra do Dragão e Protetores dos Dedos, alguns aderindo a alcunha de Senhores dos Precipícios. O brasão ostenta dois dragões entrelaçados, de cores destoantes ― preto e dourado, em campo negro. O maior ponto comercial da Casa vem da maritimidade e os enlaces para com Essos, no entanto, com os anos foram capazes de adquirir milhares de cabeças de gado; o que alavancou a economia e a renda. Continuam próximos de Lys, Pentos e Volantis, fazendo negócios para com magísteres e mercadores influentes de todas as regiões com vendas de especiarias, pedras ou demais áreas lucrativas. As terras dos Balaerys passaram a ser um entreposto comercial para com o Norte, Essos e o Vale, tornando-se uma rota marítima visada.
Cem anos antes da tomada de Aegon, o Conquistador em Westeros, Valíria sucumbiu em um cataclisma aterrador que destruiu a maior parte da nação avançada. A cadeia de vulcões eclodiu em chamas, a terra se abriu com poderosos terremotos que engoliu tudo e todos; nem mesmo os dragões adultos que planavam no céu conseguiram resistir mediante das chamas.
No entanto, poucos sobreviventes foram relatados. Os Targaryen que fugiram e os Balaerys.
Jaenaera Balaerys, o Desbravador, de família nobre, um dos cinco senhores de dragões mais influentes de Valíria era também um aventureiro e conhecedor. Montado em seu dragão fêmea de couraça branca e cristas espinhosas em tons rubros, Terrax, desvendeu mistérios para além do mundo conhecido, destacando os conhecimentos quanto Sothoros - local onde todos acreditavam ter sido sua morte. Sonhara em conhecer o fim do novo continente, mas não houve um único homem vivo que conseguira achar o findo da enorme selva; enfrentara perigosos sem iguais, como os gigantes crocodilos do rio Zamoyos que são conhecidos por virarem embarcações, nadando por baixo em prol de devorarem seus ocupantes enquanto se debatem nas águas turvas.
Demorara três anos pelo continente: aprendendo, sobrevivendo e resguardando o conhecimento para repassar as futuras gerações. Contudo, quando regressou à Valíria, não havia mais um único ser que pudesse contar os aprendizados; a nação soberana havia caído em desgraça com A Perdição. Munindo-se de coragem e o olhar visionário, rumou na diretriz de Lys; banhada por brisas frescas, aquecida pelo sol, terra fértil onde palmeiras e árvores frutíferas crescem em profusão, cercada por águas azul-esverdeadas repletas de peixes, ― Lys, a Adorável, foi fundada como um refúgio para os senhores de dragões da Antiga Valíria, um paraíso onde podiam se refrescar com vinhos finos, doces donzelas e músicas relaxantes antes de retornar para os fogos da Cidade Franca. O nome Balaerys, pertencente à uma das quarenta famílias portadoras de dragões e um dos principais na monarquia, concedera oportunidades únicas à Jaenaera que abarcou com furor.
O homem que detinha a posse de um dragão e três ovos quando nenhum outro o tinha. Os Targaryen viviam em Pedra do Dragão, longes o suficiente para não serem uma ameaça à Terrax. O primeiro ovo era como o de Quicksilver, dourado e com flâmulas avermelhadas; o segundo, diminuto, perolado, a base em tom mais esbranquiçado; o terceiro, de um negrume aterrador. Jaenaera aproveitou-se disso, construindo um império lyseno com os conhecimentos medicinais, culturais e mágicos de Valíria, tornou-se um dos homens mais influentes das Cidades Livres, arquitetanto planos durante as guerras e a Triarquia. Por mais que não estivesse aparente, como todo bom algoz, estava por trás das pessoas; manipulando-os, moldando-os a bel prazer, mas era um homem de índole inabalável e um pesquisador irreverente.
Mas o amor é irreverente e abarca os âmbitos pessoas de forma inesperada. Apaixonara-se por uma puta pentoshi que detinha um bordel famoso ― Flores de Lys ― mas a mulher comovera-se em um profano ato roubando um dos ovos de dragão, restara-se, então, o menor e o negro. O que poucos sabem é que quando pastores de ovelhas encontraram ovos nas 14 Chamas, já haviam relatos sobre os reptilianos alados ― mas nunca haviam sido domados anteriormente ―, no entanto, estes homens conseguiram um meio de manipular uma união sanguínea para com as criaturas. Um feitiço forte o suficiente que procriava um vínculo entre o homem e o animal; e só quem detém o sangue do Senhor do Dragão que o domou, pode também dominar tal espécie.
O segredo fora guardado durante gerações, mantendo-se apenas nas quarenta famílias influentes de Valíria.
De nada adiantou o roubo do ovo. Mas com a mulher, Jaenaera concebera dois bastardos. Aerion, o Traiçoeiro e Aegar.
Jaenaera morrera anos após, acometido pela loucura que trespassara gerações, as mazelas por não conseguir reviver os entes.
Durante os dias de seu nome, nos quais estava são, ascendera os Balaerys como Senhores de Lys, usufruindo de Terrax para tal. No entanto, seu filho Aerion, um homenzinho inescrupuloso e derradeiro Imp, não rogara os feitos do pai, envolvendo-se em confusões e males como guerras. Um de seus feitos mais tormentosos fora a aquisição de Dracarys, a espada valiriana da família.
Corlyn Oha'qe, um nobre mercador rico e abastado de Tyrosh, era o detentor de uma cimitarra de compleição diferenciada - sem nome ou grandes histórias, mas era constituída de aço valiriano - um bem adquirido em um assalto próximo a Oros; o sangue da antiga nação corria-lhe pelas veias e em um ímpeto desenfreado e tolo, acreditara ser capaz de também domar um dragão. Aerion usara da artimanha, demonstrando todo o poder de Terrax para Corlyn, destilando veneno toda vez que citava o ovo perolado que a mãe teria deixado. O homenzinho viajava por Essos, colecionando um séquito de pessoas que passara a perna ao ditar ser herdeiro direto de Jaenaera, coisa que não passava de uma mentira inescrupulosa. No entanto, as pessoas acreditam no que querem.
Oha'qe, em toda sua estupidez, aceitara a troca. Dera a cimitarra pelo ovo. No entanto,  o Traiçoeiro usufruindo do fogo do dragão, queimara o corpo de Corlyn que se transmutara em nacos de carne sangrentos que Terrax, com muito gosto, comera. Os feitos de Aerion muitos anos após se espelhariam com os de Daenerys Targaryen que acoplou-se do poder dos alados para conseguir os Imaculados.
Balaerys derreteu a cimitarra, transmutando-a em Dracarys.
Mas seus feitos e mazelas foram além do esperado, a cada ano perdia mais e mais poder em Lys devido a crueldade e a mácula sanguínea - Essos com todo o monopólio ainda preza pelo sangue, contudo, o dinheiro fala mais alto. Até que durante a memorável batalha das Três Irmãs contra Volantis, Pentos e Braavos; Aerion perdera Terrax após balestras braavosianas atingir as escamas do peito do réptil: os projéteis de aço a fincar no coração do gigante que caira no mar, onde também soterrou seu senhor.
Aegar, de nobres e honrados costumes tomou a frente na liderança dos negócios, mas não possuía mais um dragão que impusesse terror. Já não mais eram os principais líderes de Lys, a Adorável.
Compeliu-se então em ser um homem de negócios, alavancando o ouro em prol de criar uma frota mercantil que abrangia boa parte dos lucros entre Lys, Myr e Westeros.
Durante a história transmutaram-se de maneiras inesperadas, ascendendo ou decaindo bruscamente. Alcunhas lhes foram concedidas, algumas envolvendo os anos de agouro como: "Senhores-Pedintes", "Maquinadores" e a frase mais comum: "São como ervas do diabo, não importa o quanto tentemos exterminar, continuam voltando". O sobrenome Balaerys quase perdera-se no tempo, afinal, a linhagem foi dilacerada com a vinda dos bastardos. Mas Rhaenara Balaerys, auto-intitulada herdeira legítima de Jaenaera, espalhou aos quatro ventos que mesmo após cento e cinquenta anos da queda de Valíria, ainda haviam descendentes de grandes casas. Uma mentira usufruída como trunfo em prol de que não sucumbissem à devastação total - poucos eram os que realmente se importavam com o ludibrio, bastava apenas ter as feições valirianas e o porte.
Baía dos Escravos virara Baía dos Dragões e a família que outrora viera de Valíria, via outra mulher tomar o lugar tão esperado. Ainda na posse de Dracarys e do ovo de dragão que nunca eclodira; há muito cristalizado, os Balaerys resguardaram-se durante séculos até a vinda de Daenerys, Nascida da Tormenta.
Com uma ligação sutil com a magia valiriana, a Casa ainda estabelecia-se como honrada e orgulhosa - mesmo com os antepassados abruptos e cruéis -, maquinando em papéis diferenciados durante toda a história. Muitas vezes envolvendo-se com planos ambiciosos de tomadas do poder, como tal, ofereceram suas armas à Mãe dos Dragões e a seguiram até Westeros.
Contudo, não lutaram em todos os trejeitos da palavra, ficaram entre os pormenores, aludindo os preceitos.
Os Balaerys, assim como os Targaryen, descendem da Antiga Valíria; das quarenta famílias; nobres de cabelos platinados; olhos azuis, violetas ou púrpura; tez clara e um ego latente; por muito tempo houve uma diluição dos traços mas casaram-se com Velaryon e Celtigar ao aportarem em Westeros. Moldaram-se durante os séculos, acomodando-se entre os influentes e pessoas a pouco acrescentar nos maus momentos, até o momento de mostrarem as verdadeiras facetas. Homens inteligentes, mulheres afiadas; formaram um âmbito no seio de Essos e, por fim, no de Westeros.
Daenerys que não era uma mulher tola, soube orquestrar com maestria os conhecimentos confinados entre os Balaerys, destacando Maekar Balaerys como seu Mestre das Navios durante anos à fio, todavia, tudo que é bom dura pouco e por tal, os Blackfyre usurpuram o poder, contrapondo os Balaerys do pequeno conselho. Não que o Lorde atual, Aegor, não tencione soerguer novamente a dinastia Balaerys.
Como os ândalos, tomaram a base da força e sagacidade as terras que a Protetora dos Sete Reinos lhes concedeu; construindo com o auxílio dos suseranos e dos membros do Pequeno Conselho um castelo diferenciado, que adotava as formas angulares parecidas com uma garra de dragão, vindo daí o nome. Terras estas que foram destinadas n'O Vale, se assim dobrassem os joelhos ao Lorde. O fizeram, sendo lealistas para com os Arryn.
Mas como dita o lema: "O Céu é Nosso."
As terras apesar de serem expansivas eram pobres, com não mais que um punhado de vilarejos à esmo. Maekar, dotado de uma visão além, compactuou-se na empreitada contra os Outros, adquirindo mais prestígio entre os nobres e com a Quebradora de Correntes, o que impulsionou o comércio; mas não era o bastante. Enviou dois dos filhos em regresso à Essos, onde formaram ramos secundários em Lys, Pentos e Volantis, muitas vezes aderindo os dizeres: "corte a maldita cabeça de um Balaerys e mais duas nascerão". A frota mercantil alavancou-se ainda mais quando os laços estreitaram-se com Porto Branco e Vilagaivota, sendo um entreposto comercial devido os consanguíneos.
Com a Guerra Civil no Vale, os Balaerys foram os primeiros a marcharem em auxílio dos Arryn do Ninho, razão pela qual atualmente são vistos com amizade pelo Protetor do Leste.
O regente atual, notoriamente se mostrou uma pessoa ambiciosa e agradável. Continuando os quereres dos antepassados ao investir em gados, sendo uma renda protuberante. As cabeças de gado são uma quantidade numerosa que ascende lucros tanto com o Norte quanto nas demais regiões devido a carne de sabor inestimável. Munidos dos ovos de dragões e de Dracarys, os Balaerys anseiam a derradeira rainha.
O brasão ostenta dois dragões entrelaçados, de cores destoantes ― preto e dourado, em campo negro. Denota os trejeitos da Casa; a divergência que se adéqua. Por virem de bastardos e mulheres poderosas, são particularmente respeitosos quanto aos quesitos do sangue.



Atributos de Governo
Sede: Garra do Dragão.
Nível de Edificação: Mediano.
Cofres da Casa: 200 Dragões de Ouro.


  • Grãos e Frutos: 30pts. (Máx.100)

  • Força Militar Terrestre: 100 pts. (Máx.150)

  • Força Militar Naval: 60 pts. (Máx.200)

  • Mercantilismo: 150 pts. (Máx.200)
     
  • Pecuária e Aves: 150 pts. (Máx.250)
     
  • Minérios: 100 pts. (Máx.200)

  • Construções: 100 pts. (Máx.200)

  • Maquinário de Guerra: 00 pts. (Máx.100)

    Pontos Reserva:  Nenhum.


    Atributos de Guerra:
    Tropas Totais: 3.500

  • Milícias: 500

  • Arqueiros/Besteiros: 700

  • Cavalaria Leve: 500

  • Cavalaria Pesada: 700

  • Infantaria Leve: 500

  • Infantaria Pesada: 500

  • Cavaleiros: 100

  • Máquinas de Cerco: 00

  • Escorpiões: Nenhum.


    Atributos Navais:
    Frotas Totais: 35

  • Dracares: 2

  • Galés de Guerra: 5

  • Galés Mercantes: 20

  • Esquifes: 8



Genealogia

Atual configuração:

Árvore genealógica:

+ Aegor Balaerys; Lorde de Garra do Dragão; o Fogovivo; Protetor dos Dedos; Senhor dos Precipícios; 33 anos.
  - sua senhora, Elaena Balaerys; a Tormenta; da Casa Rowan, 32 anos.
  - seu filho e herdeiro, Daeron Balaerys, 18 anos.
  - seu filho, Maekar Balaerys, 17 anos.
  - sua filha, Haenyra Balaerys, 16 anos.
  - sua filha, Lyra (Allyria) Balaerys, 15 anos.
  - sua filha, Leana Balaerys, 13 anos.
  - sua filha, Daena Balaerys, 13 anos.
  - sua filha, Rhea (Rhaenyra) Balaerys, 7 anos.
  - seu filho, Aegon Balaerys, 7 anos.
  - seu filho bastardo, _____, 18 anos.


  - seu irmão, _____, Cavaleiro do Rubi, Mestre das Armas de Garra do Dragão, 27 anos
  - seu irmão, ____, 18 anos.




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