Aposentos de Hóspedes

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Aposentos de Hóspedes

Mensagem por O Corvo em Dom Maio 14, 2017 2:21 pm



Aposentos de Hóspedes

Espaçoso com uma cama grande e assim como nos aposentos do Lord, com tecidos azuis sobre suas colunas, além de almofadas da mesma coloração e tapetes feitos de peles de animais espalhados por todos os lados. Candelabros estão fixos sobre os quatro cantos dos aposentos, no canto há uma mesa de madeira e um baú perto das grandes e amplas janelas com cortinas azuis.


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Re: Aposentos de Hóspedes

Mensagem por Darlessa Tallhart em Dom Jul 30, 2017 9:51 pm

Darlessa Tallhart
Com: @Esmond Frey; Em: Correrio; Palavras: 1387 .

Darlessa era uma mulher de hábitos simples, endurecida pelo tempo e por sua dor, era com certeza um exemplo do que o frio do Norte era capaz. Todavia, algo que poucos sabiam ao sul, era como o coração de nortenho era quente e intenso e talvez esse tenha sido o maior pecado da morena todos esses anos. O Lorde de Darry fazia com que ela questionasse tudo ao seu redor, as palavras, as atitudes e até mesmo os pequenos sorrisos velados, tudo aquilo despertava em Darlessa uma confusão gigantesca a qual não era capaz de conter. Desde o momento do fatídico acidente, até o presente instante, ele se portava como se tivesse alguma responsabilidade sobre ela, como se ele fosse o culpado do ferimento. Mal sabia ele, que ela era a única culpada, suas lembranças, seus fantasmas, suas emoções, tudo aquilo que lutou durante anos para endurecer. Aquela pequena fração de tempo fora o suficiente para lhe faze cometer um erro que jamais havia feito antes em sua vida. Em nenhum duelo, em nenhuma batalha, ela havia vacilado, uma guerreira exemplar e temida por onde passou, agora estava diante de um sulista demonstrando uma fragilidade que odiava ter e se odiava por isso naquele momento.

Quando diante da porta do aposento a ela destinado, a Tallhart virou-se para o homem erguendo o olhar: — Agora estou segura. Não há mais nenhuma razão para preocupação. Logo Jorah voltará com algum medicamento para isso. — Insistiu para o Frey, desejando que ele fosse logo embora. O que ela não contava era o quão insistente ele poderia ser, fazendo com que ela revirasse os olhos diante da situação. Foi quando uma ideia surgiu em sua mente, louca, mas pelo menos faria com que ele ficasse mais tranquilo: — Façamos o seguinte, milorde. Jorah não deve demorar. Fique comigo até seu regresso. — Falou com um pouco de impaciência, afinal a dor começava a incomoda-la novamente. Por algum tempo ele insistiu que um meistre deveria ser chamado, porém, ele não contava com a teimosia da Tallhart que acabou por convencê-lo de que não havia necessidade. Deixou que ele empurrasse a porta, entrando logo em seguida no quarto que ainda estava iluminado pelas velas dos candelabros. Apressada, caminhou até as janelas abrindo e deixando que a brisa da noite entrasse no aposento, mas mesmo assim, ainda trincou os dentes quando a dor se tornou um pouco mais intensa.

— Por favor, sente-se. — Ofereceu a pequena banqueta próxima a mesa para que ele se sentasse. Uma outra mulher talvez se sentisse acanhada naquela situação, mas seus sentidos já se encontravam tão perturbados que nem saberia dizer o que era certo ou errado. Por mais que o improvisado curativo tivesse contido o sangramento, já sentia o pano começar a ficar encharcado e suas forças se tornarem questionáveis. Com a mão livre frouxou os cordões da parte de cima de sua veste, podendo assim respirar com mais facilidade, seu corpo já começava a ter pequenos calafrios e tudo o que desejava era que Jorah chegasse logo para resolverem aquela situação. Sentou-se na cama, levando a mão próximo a ferida e sentindo que sua pele já estava ficando um pouco mais fria. A morena mordiscou o lábio inferior e fechou seus olhos pensando no que deveria fazer, por sorte havia trago alguns unguentos de Praça, nunca viajava sem alguma medicação, pois não sabia o que poderia acontecer pelo caminho.

Seus olhos encontraram a figura do Frey a sua frente, ele tentava transmitir um semblante sereno, mas conseguia perceber em seu olhar que ele estava realmente preocupado e apreensivo. De certa forma aquilo a incomodava, não se lembrava da última vez que havia se deparado com um olhar como aquele. Jorah e suas irmãs eram os únicos que demonstravam esse tipo de reação, não compreendia a razão por ele se esforçar tanto para cuidar dela. Um suspiro longo escapou dos lábios rosados da Tallhart depois que ela respirou fundo: — No meu sexto ano na Ilha dos Ursos. — Sua voz vacilou mais do que desejava naquele instante. Respirou fundo e retomou: — Eu já era Capitã da Guarda. Homens das Ilhas de Ferro invadiram nossa costa. Eu lutei até que o sol se escondesse no horizonte. Quando finalmente encontrei um oponente digno, durante a batalha ele me acertou bem no ombro. O meistre que cuidou de mim disse que dava para ver meus ossos, o que eu acho uma grande mentira. Semanas depois, eu já estava empunhado uma espada do tamanho da sua. — Relatou com dificuldade o que havia se passado anos atrás: — Não sou uma donzela de salão. Ferimentos são algo comum para mim. — Falou quase em um sussurro, esperando que ele não se culpasse mais.

A medida que a noite avança e Jorah não retornava, a nortenha ficava mais inquieta e nervosa, Esmond já estava frente a ela, procurando uma forma de fazer com que a morena não se agitasse tanto. Mas em um rompante ela levantou-se, o que não foi uma decisão sensata tendo em vista seu estado, tudo girou ao seu redor e levou algum tempo até que retornasse a si. Com mais cuidado pegou um dos candelabros e levou até a mesa, colocou as três velas próximas umas às outras tornado a chama um pouco mais intensa: — Vamos resolver isso de uma vez por todas. — Disse impaciente olhando os olhos negros do homem a sua frente. Buscou em seus pertences uma pequena faca, a lâmina estava limpa e o cabo era decorado com alguns desenhos: — Segure por favor. — Entregou a lâmina para o homem. Com cuidado retirou a tipoia que segurava seu braço e em seguida sentou-se e indicou para o Frey fizesse o mesmo. Colocou seu braço sobre a mesa e respirou fundo: — Vamos cauterizar essa ferida. Tenho certeza que você já deve ter feito isso algumas vezes, assim como eu já passei por isso algumas vezes. Isso não vai parar de sangrar se não for fechado. — Explicou resoluta no que queria fazer.

O olhar de espanto do Lorde de Darry fez Darlessa sorri de canto, um sorriso raro de ver em seus lábios, mas ele sabia tão bem quanto ela que realmente não haveria uma outra solução. Esmond colocou a lâmina sobre o fogo e ainda assim tentou convencê-la de aquilo era uma loucura e um meistre deveria ser chamado: — Eu sei o que estou fazendo Lorde Frey. Não vou morrer com isso. Fique tranquilo. — Respondeu incisiva e decida. Ainda sob protestou ele deu continuidade ao procedimento que com certeza seria muito doloroso para a mulher. Um pequeno silêncio tomou o quarto e a nortenha então se permitiu observa-lo, suas feições que pareciam ser tão duras quanto as dela, mas ele ainda assim conservava uma gentileza que Lessa já tinha a muitos anos. Tentava compreender o que havia no olhar dele que a fizera recordar de seu falecido marido. Na verdade, podia ver muito dele em Esmond e isso era totalmente perturbador, em alguns momentos tinha a nítida sensação de que ele a olhava com o mesmo olhar.

Quando o metal já estava devidamente aquecido a Tallhart desfez o curativo em seu braço, respirou fundo e fechou os olhos buscando forças de si para aguentar a dor que que sentiria a seguir. Usou a mão livre para forçar o braço contra a mesa evitando que o mesmo se movesse mais do que o necessário, quando finalmente preparada assentiu com a cabeça para o homem para que ele fizesse o que era necessário. A mão dele segurou seu punho com delicadeza, seu toque era cálido e firme, porém, não teve tempo para aproveitar aquela sensação. O metal quente começou lentamente a queimar a pele, arrancando um gemido mais alto de dor da morena. Seu semblante se fechou em dor e respirava afoita à medida que sentia sua pele queimar, uma dor muito maior que a sentida quando a espada rasgou sua pele. Darlessa tinha vontade de gritar de dor, todavia, não podia fazer um alarde naquele instante, não queria chamar a atenção de ninguém. Parecia uma eternidade aquele momento até que finalmente chegasse ao fim, Lessa abaixou a cabeça e respirou ofegante por alguns momentos. Teria se levantado, mas seu corpo a traiu, uma grande fraqueza a tomou por completo e em um segundo já não podia ver mais nada diante de si, tudo era uma imensa escuridão.

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House Tallhart

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Re: Aposentos de Hóspedes

Mensagem por Esmond Frey em Sex Ago 04, 2017 9:58 pm


The Frey
winds of the northmen
Esmond havia feito o máximo que poderia no ambiente e na condição em que estava junto com a Senhora de Praça de Torrhen, no entanto, era evidente que o ferimento da mulher necessitava de um toque mais entendedor das artes da cura, coisa esta que nem o loiro nem a morena sabiam, pelo menos este julgava assim visto que a imponência da mulher e seu poder moral em suas ações e falas o induziram a tal raciocínio naturalmente. Como que se prevesse os pensamentos do homem a mulher dirigiu-se até seus aposentos e o senhor do rio fez questão de acompanhar ela, temendo pela integridade da moça e por piora no quadro da mesma. ” Graças aos Sete ela está deixando a teimosia de lado. “ Pensou, inocente.

Darlessa Tallhart provou-se novamente não ser uma mulher simples de se lidar, demonstrando uma teimosia que beirava a uma rebeldia refinada e imponente, talvez. A mente de Esmond esforçava-se para captar todas as palavras e projetar algum discurso que desarmasse a mulher e todo seu gênio difícil mas acabou por optar em desistir disso e em vez de falar, agir. Se os nortenhos realmente eram pessoas duras, forjada pelo inverno e temperados pelos costumes tradicionais que mais valorizavam ações do que discursos enfeitados, colocaria a prova, mas não com segundas intenções é claro - embora a mulher demonstrasse uma beleza acima do normal, uma beleza como o céu noturno recheado de estrelas com a lua mais perfeita mas que iluminava também a personalidade dura, forte e resoluta que poderiam ser referidas como os penhascos duros e prados antigos e fortes do Norte. — Ficarei até a vinda do meistre ou de Jorah, m’lady. Terminou, adentrando no recinto da mulher.

— Façamos o seguinte, milorde. Jorah não deve demorar. Fique comigo até seu regresso. Respondeu a guerreira, aliviando Esmond por alguns momentos, observando-a abrir a janela da câmara conferindo um ar gélido que contagiou o corpo do homem, fazendo-o se acanhar um pouco, todavia, a mulher não havia percebido tal. Após um curto período de tempo, sentou-se em uma banqueta oferecida, um pouco pequena para seus um metro e noventa de altura, mas não reclamou. Não demorou para a amazona tomar uma atitude que o senhor de Darry estranhou. A mesma começou a soltar os cordões de sua vestimenta e respirou aliviada, pôde notar, mas redirecionou o olhar para a vela ao seu lado por alguns instantes, se perdendo em seus pensamentos.

Esmond divagou em seu passado pelas Terras Fluviais, pensou em seu filho bastardo que deveria estar dormindo naquele exato momento e então seus pensamentos repousaram sobre a mãe do mesmo por um instante até se forçar a abandonar esta memória e retornar para a situação, percebendo que o ferimento da mulher continuava a sangrar. Frey estava prestes a se levantar para chamar um meistre quando a guerreira o interrompeu. — Eu já era Capitã da Guarda. Homens das Ilhas de Ferro invadiram nossa costa. Eu lutei até que o sol se escondesse no horizonte. Quando finalmente encontrei um oponente digno, durante a batalha ele me acertou bem no ombro. O meistre que cuidou de mim disse que dava para ver meus ossos, o que eu acho uma grande mentira. Semanas depois, eu já estava empunhando uma espada do tamanho da sua. Falar naquele estado era difícil, isto era evidente para o senhor de Darry, mas falar aquilo e transmitir força, era algo mais complicado ainda. — Não sou uma donzela de salão. Ferimentos são algo comum para mim. Terminou em meio a sussurros.

— M’lady, até mesmo guerreiras sangram quando cortadas. Respondeu com uma realidade gélida e crua, sinal de sua personalidade que constantemente aflorava, no entanto, não o expressou de forma cálida ou rude mas de forma preocupada, acalorada por uma preocupação pela mulher.

A conversa esfriou enquanto a noite avançava. Apertar o curativo improvisado ou se remexer na cama não fazia o quadro da mulher melhorar e isto parecia irritar ela um pouco e tal sensação foi confirmada quando esta se ergueu da cama abruptamente, fazendo Esmond saltar da banqueta devido ao movimento da mulher. — Tome cuidado, não se agite, deite na cama, se mexer assim só vai dificultar as coisas. Proferiu, tentando amenizar a situação ao máximo para a chegada do maldito meistre que  parecia estar vindo de joelhos e de costas.

— Vamos resolver isso de uma vez por todas. Começou, entretanto, o espanto só invadiu o âmago do Frey quando a mulher revelou seu plano para cuidar da ferida. Cauterização. Pretendia esquentar uma faca e metê-la contra a ferida para fechar o local e impedir que sangrasse ainda mais. Encarando-o com uma expressão de surpresa, consentiu então, preparando o procedimento com pensamentos nada felizes em relação àquela atitude.

— Darlessa, não faça isso, por favor… Proferiu, esquecendo-se das formalidades e títulos que eram exigidos numa interação entre dois nobres de regiões distintas e distantes.

— Eu sei o que estou fazendo Lorde Frey. Não vou morrer com isso. Fique tranquilo. Respondeu de forma incisiva e não teve alternativa se não calar-se, não iria forçar nada que a mulher não quisesse a não ser em casos extremos, casos onde a vida da mesma realmente dependesse daquilo, no entanto, a perda de sangue o preocupava. Retirando o curativo, limpou novamente e preparou a lâmina no fogo, esperando alguns minutos num silêncio incômodo.

Após a lâmina exibiu a cor laranja devido ao aquecimento da mesma - o que demorou devido a fonte de calor não tão forte -, o Lorde de Darry foi até a Lady de Praça de Torrhen, segurou seu punho com a mão livre e após assentir apertou a navalha contra o lado cego do gume, queimando o local para que a cicatrização ocorresse. Darlessa parecia querer gritar, até espernear e xingar mas se conteve, e o homem reconheceu isto.

Quando o processo havia finalmente acabado, Tallhart ofegava como se tivesse acabado de ter a luta em Ilha dos Ursos, como havia contado para o Frey. Sua respiração pesada ameaçava se regularizar, sua testa e rosto, suados. Quando se ergueu seu corpo vacilou, tremeu e Esmond arrepiou-se com a visão e largou de imediato a faca, agarrando sua cintura com uma mão e segurando seu braço com a outra, para que o ferimento não voltasse a causar problemas em caso de pancadas.
Pôde observar a beleza da mulher em seus lábios vermelhos que não representavam desigualdade. Em seu nariz e sobrancelhas. Seus cabelos negros, sua pele alva do norte e seu rosto fino que se revelava diferente do que quando esta estava acordada. Pegou-se observando a mesma tempo demais e engoliu um seco, repousando-a na cama quando esta gemeu e se mexeu um pouco. Esmond ajeitou-a na cama e puxou o pequeno móvel ao lado para perto, tomando um travesseiro de penas vago e depositando-o sobre o móvel junto do braço cauterizado por cima. Cobrindo-a com a manta da cama e tirando-lhe as botas, julgou ser o suficiente até que a porta irrompeu. Jorah se revelou.

- Desculpe, senhor Jorah. Ela mesma, anh… Cauterizou a ferida. Respondeu quando este questionou o que havia acontecido.

- Eu tenho coisas a fazer, poderia ficar e olhar ela? Se não for um incômodo, Lorde Frey. Pediu o homem, com uma pequena caixa de madeira na mão que guardava dois frascos com conteúdos medicinais e gaze.

- Isto é apropriado? Perguntou, com receio de que suas ações pudessem ser má interpretadas e causarem mais problemas do que ajudar.

- Milorde?... Respondeu com uma expressão de desentendimento, entregando a caixa para o senhor de Darry e sumindo do local. Esmond não teve tempo de protestar e apenas suspirou, aceitando a situação e permanecendo no local, sentado em sua banqueta.

O homem examinou a nortenha que encontrava-se no plano dos sonhos, deitada da na cama. A mulher demonstrara ser tão forte como insistente e cabeça dura, mas de certa forma o Frey não desgostava dessas características. Darlessa parecia um pouco com sua mãe, na teimosia e na postura resoluta mas também carregava muitas características da mãe de seu bastardo. Era doce, podia ver isto agora, forte,corajosa e independente. Julgou isto desde o primeiro contato que teve com a mulher, no pátio de Correrrio, e quanto mais olhava-a, sentia a imagem de Darlessa se dissociar do seu amor comum que tivera a anos atrás, mas deveria se conter afinal a mulher certamente deveria desgostar do mesmo e estar ali meramente como uma figura política, colocada estrategicamente para ser amigável em prol de seu suserano. Divagou mais enquanto observava a nortenha e pegou no sono com o avançar da madrugada...

[ . . .]

Esmond acordou de súbito com a batida da porta e grogue de sono cambaleou apressadamente até a mesma. Recebera uma carta de seu filho bastardo, uma carta de Darry escrita por Meistre Bard. Aproveitou para solicitar pão, frutas e água para a Tallhart, e o servo sumiu, entregando também ao capitão da comitiva de Darry um aviso para não se preocupar.

- Lorde Frey? Proferiu a senhora de Praça de Torrhen, assustando o senhor de Darry que quase saltou com um susto, encarando-a.

- Lady Tallhart, bom dia. Como está seu braço? Perguntou, aproximando-se da cama da mulher. - Depois que você cauterizou a ferida, desmaiou… Deitei você na cama e lhe cobri para dormir adequadamente. Proferiu. A mulher o encarou com um olhar estranho, este engoliu um seco.

- Eu retirei suas botas para não sujar a cama eh… Dormi no banco, ficamos preocupados que algo acontecesse. Continuou, sem jeito.

- Ficamos? Perguntou com uma sobrancelha erguida.

- Eu e Jorah, m’lady. Ele despontou com unguentos logo depois que você desmaiou. Respondeu, e a mulher desviou o olhar com uma expressão estranha. - Se sente melhor? Pedi para trazerem algo para a senhora. Terminou, permanecendo calado ao lado da mulher com a carta em mãos.

[Interação entre Darlessa Tallhart e Esmond Frey. A cronologia dessa interação está situada horas após a reunião nortenha em Correrrio.]



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