Torre do Bastardo

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Torre do Bastardo

Mensagem por Azor Ahai em Qua Maio 24, 2017 9:03 am



Torre do Bastardo

Uma torre que fica ao lado esquerdo da torre maior do Lorde. Pequena e circular, é o dormitório do meistre da casa e num andar superior abriga-se o lar dos corvos mensageiros. Tem esse nome devido a uma história antiga de um bastardo Frey que supostamente aconselhou Lorde Walder Frey a não afrontar o Rei Robb Stark na época da Guerra dos Cinco Reis.


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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Qui Maio 25, 2017 9:52 pm

AVISO: Esta interação se passa anos atrás, mostrando uma pequena parte da infância de Esmond.

O pátio externo de Darry continuava a ressoar com a prática de espadas e voos de flecha há dois meses, assim como o treinamento do herdeiro Frey, entretanto, o mesmo se encontrava na Torre do Bastardo escutando o crocitar dos corvos logo acima e aguardando as lições do meistre.

- O senhor seu pai é um homem tão sábio quanto os arquimeistres da Cidadela, jovem senhor. Sem dúvidas que ele o está preparando adequadamente para quando precisar assumir o fardo do governo quando este não puder mais desempenhá-lo, pois não basta um homem que apenas brande uma espada, é preciso brandir a pena com igual destreza e para isto é necessário a sabedoria! Discursou o meistre de meia idade. Era um homem que ainda tinha força nos braços e nas pernas, com cabelos lambidos para a direita e uma barba preta manchada de branca. Era do tipo orgulhoso, de elogios fáceis mas que resguardava perspicácia e sabedoria em seus conselhos, todavia, Esmond o julgava mais tolo do que perspicaz, alguém que pouco sabia do mundo a não ser por seus livros empoeirados.

- O que devo fazer, meistre Bard? Inquiriu o rapaz sem oferecer palavras cortesas para a conversa vazia do homem. Esmond sentia cada vez mais seu tempo ser consumido e constantemente sentia-se cansado, o que o alterou nos últimos dois meses fazendo-o se tornar distante, afundado em seus deveres e de poucas palavras. Parecia que todo o esforço, tanto na esgrima, nas conversas com seu pai e agora nos estudos com o meistre, o estava mudando, moldando-o e tal sensação não passava despercebido pelo rapaz que inconscientemente deveria saber disso dado seus desconfortos e noites vazias que tinha sempre que deitava a cabeça no seu travesseiro de penas. Houve uma ocasião semanas a trás que teve direito a três dias de descanso, e sem pensar duas vezes passou-os com a mãe e tais sensações desapareceram, todavia, retornaram quando sua “folga” terminara.

- Direto como o senhor seu pai, muito bom. Comentou com um gracejo, trazendo dois livros  nos braços. A cada passo as estranhas correntes tilintavam no pescoço do homem, havia uma de ouro, uma de ferro e mais duas que não identificou. - Lorde Frey me ordenou que ensinasse primeiramente a história das Terras Fluviais e quais são as Casas Nobres da região, portanto, será um longo estudo meu jovem e sugiro que tenha paciência. Garanto-lhe que gostarás tanto quanto eu gosto. Explicou, sentando-se em sua mesa e abrindo livro grosso e grande intitulado “As Grandes e Menores Casas de Westeros”.

A primeira pelo qual se aventuraram na história foram os Tully, soberanos do Tridente e das Terras Fluviais a centenas de anos. Esmond pôde observar o brasão da família e o lema deles. Os Tully descendem diretamente dos Primeiros Homens e surgiram na Era dos Hérois, todavia, nunca atuaram como Reis dos Rios diferentemente de outras casas como os Hoare das Ilhas de Ferro ou os Fisher. Seus membros tem predominância ruiva e orbes azuis brilhantes. - “Os Tully habitaram Correrio desde sempre ajoelhando-se á Reis  ndalos para manterem seu castelo e terras e voltaram a fazê-lo quando Aegon, o Conquistador atacou Harrenhall a então sede do Rei das Ilhas de Ferro e das Terras Fluviais, chamado Harren ‘O Negro’ Hoare, que foi queimado vivo em sua fortaleza. Após a derrota de Harren, os Tully reuniram seus estandartes e junto deles, juraram lealdade ao sangue do dragão, o que resultou no ganho do título de Senhores Supremos do Tridente.”. Esmond parou um momento para pensar. - Então eles foram traidores, e foram recompensados por isso? Perguntou o rapaz.

- Não, senhor… Por que diz isso? O Rei Harren havia sido derrotado! Aegon e seu Balerion se certificaram disso… Falou o homem, consternado.

- Sim, todavia os Tully eram seus vassalos, deviam ter reunido os porta estandarte e erguido o exército das Terras Fluviais para combater o sangue do dragão e vingar seu suserano. Pela honra e juramento, e o lema deles não era ‘Família, Dever e Honra’? Meu ancestral distante Walder Frey massacrou os Stark e a parente Catelyn Tully no Casamento Vermelho e foi recompensado tardiamente com a extinção e exílio de seus últimos remanescentes em Darry e o mesmo não ocorreu na Conquista de Aegon. Proferiu o rapaz, pensativo, encarou o rosto so homem e em seguida um velho mapa de Westeros.

- Deves aprender logo senhor a diferenciar discursos coerentes de discursos verdadeiros. Seu ancestral fez tudo isso, de fato, mas ele infligiu a Lei do Hóspede e massacrou Catelyn Tully, dita Stark, que pela união de seu irmão Edmure Tully com uma Frey era parente de Walder Frey. De maneira vil tramou e assassinou inocentes para destronar a Truta e elevar as Torres como Senhores Supremos do Tridente, não foi honroso e tão pouco legal diante dos deuses e dos homens. E deves saber também que os Frey de Darry ainda são muito mal vistos pela nobreza local devido esse  passado obscuro e pela pretensão ás terras dos Tully, das Gêmeas. Terminou o sábio. Esmond mergulhou num silêncio contemplativo acerca do assunto, e prosseguiram com as lições.

Ao terminarem de falar sobre a Casa Tully de Correrrio, meistre e Frey abordaram a história dos Tully das Gemeas e dos Frey de Darry devido a sua relação de causa e efeito há décadas atrás. - E Harrenhall, meistre? Qual casa tem suas terras e seu castelo? Perguntou, ao passar diversas vezes pelo nome Harrenhall enquanto lia sobre as origens  das casas e explorava grandes feitos de seus membros.

- Ah, senhor! Harrenhall não tem tido um senhor fixo há séculos, desde quando Harren, o Negro foi queimado por Aegon, o Conquistador e Balerion, o Terror Negro. Já pertenceu á casas singulares e estranhas como por exemplo os Whent, os Slynt, os Baelish e todos, igualmente, foram golpeados pelo mausoléu de Harren. Dizem que seu fantasma ainda caminha por seus salões destruídos, louco de amargura… Explicou, tomando o mapa das Terras Fluviais e apontando no mapa sua localização.

- Por que ninguém o reivindica, meistre? Inquiriu, curioso. O meistre riu.

- Ora senhor, porque Harrenhall está em ruínas e para manter e reconstruir aquele castelo seria preciso dois exércitos. Respondeu, indo até sua estante atrás de um livro igualmente velho e volumoso. Após abrir, entregou ao Frey na página que falava sobre Harrenhall.  Esmond e Bard continuaram o seu tour histórico por Westeros, abordando em seguida as casas menores das Terras Fluviais.



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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Sex Maio 26, 2017 3:47 pm

AVISO: Esta interação se passa anos atrás, mostrando uma pequena parte da infância de Esmond.

Esmond irrompeu nos aposentos de meistre Bard apressadamente saudando o homem que riscava um pergaminho esticado sob uma mesinha de madeira completamente retilínea, parou somente para saudar o rapaz e mexer num aparelho matemático e ler um livro volumoso sobre um estrado.

- Meu pai lhe deu alguma tarefa, meistre Bard? Perguntou o rapaz, tomando o livro sobre as casas das Terras Fluviais para lê-lo.

- Está correto, jovem senhor. Milorde tem pedido para eu ajeitar as finanças de sua família e reportar os resultados a ele, mas isto não lhe concerne hoje meu caro, certamente haverá bastante tempo para aprender sobre números e moedas. Respondeu o velho, rabiscando o pergaminho com número e mexendo em seu aparato matemático de linguagem.

O rapaz Frey esqueceu-o e mergulhou nas palavras daquele livro em mãos. Passara a estudar as casas cavalheirescas recentemente, e nada sabia sobre elas visto que só estudara as casas nobres da região. ” A Casa Blanetree é uma casa nobre cavalheiresca das Terras Fluviais, vassalos da Casa Tully de Correrio. Seu brasão ostenta folhas de bordo verde e fulvo em campo dourado. “ O herdeiro notou que tal casa, por ser cavalheiresca e sem terras, não havia uma sede e tampouco uma fortaleza própria.

- Meistre Bard, as casas cavalheirescas não possuem terras e nem fortalezas? Inquiriu o rapaz, passando os olhos sobre a página seguinte que falava sobre a casa Cox, de Salinas.

- Não exatamente, senhor. Na verdade essa é uma pergunta política. Veja bem, casas cavalheirescas geralmente tem fundadores cavaleiros e humildes que foram recompensados por reis, rainhas ou até mesmo lordes, graças a seus serviços em uma guerra ou conflito, e geralmente, veja bem, não tem fortalezas ou terras. Mas, pode-se acontecer de que um cavaleiro descenda ou seja de uma família influente e ao ganhar a oportunidade, ganhe juntamente terras e até mesmo uma fortaleza, entretanto existem cavaleiros que vieram do nada e tenham, ainda sim, fortalezas. Tome como exemplo a casa Seaworth das Terras da Tempestade, criada por Davos Seaworth e sancionada pelo Rei Pretendente Stannis Baratheon na época de Daenerys Targaryen. Explicou, abandonando seu trabalho com os números para então mostrar num livro a dita casa citada. - Para provar também o outro ponto o senhor pode ver a casa Dayne de Alto Ermitério, primos cavalheirescos da casa Dayne de Tombastela, ambos de Dorne, e ambos possuidores de terras e fortalezas. Harrenhall, conforme debatemos semanas atrás, já foi concedida a casas recém criadas de cunho menor do que as nobres, de fato. Terminou, deixando o livro utilizado sobre a mesa e retornando os seus cálculos.

” A Casa Erenford é uma casa cavalheiresca das Terras Fluviais, vassalos da Casa Tully das Gêmeas. Seu brasão exibe uma garça dourada com bico e patas pretas, em pé com um peixe prateado em seu bico, num campo rosa. “ Esmond meditou por alguns segundos sobre o fato de essa casa ter servido os Frey originais das Gêmeas, no lugar dos Tully, e pôde notar que tal casa já compartilhara matrimônio com os Frey. ” No passado, já fomos parentes, antes da Guerra dos Cinco Reis e do Banquete de Arya Stark, quando matou todos os Frey que encontrou no castelo… “ Raciocinou, avançando a página do livro para a próxima casa.

A próxima era a Casa Haigh, vassalos da Casa Tully das Gêmeas, exibiam um tridente inclinado sobre fundo vermelho e amarelo; Casa Paege, exibindo duas cobras gêmeas (uma vermelha e outra branca). Esmond parou sua leitura. ” Essa é a casa do mestre de armas, o Sor das Cobras… “ Pensou por um instante ao relembrar do broche de serpente que o homem carregava orgulhosamente pelo Castelo Darry.

- A Casa Wode é uma casa nobre cavalheiresca das Terras Fluviais, vassalos da Casa Tully de Correrrio. Seu brasão ostenta três porcos espinhos brancos em campo dourado. Seu lema é: Não me toque. Suas terras se encontram próximas às Terras da Coroa. Disse o rapaz, analisando o brasão de armas da casa. Um tanto peculiar.

- Vê? Esta tal de Wode tem terras, entretanto, não possuem fortaleza alguma. Fez uma pausa, calculando mais números. - Continue senhor… Indicou e Esmond o fez, virando a página para mais uma dose de história.



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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Qua Maio 31, 2017 3:12 am

History
AVISO: Essa interação se passa no passado de Esmond Frey, em sua infância.

O dia não poderia estar melhor para o jovem Frey que já encontrava-se entre os livros empilhados na Torre do Bastardo, escritório e local de descanso de Meistre Bard. O sol estava forte mas uma boa brisa entrava pela janela da torre tornando tudo muito melhor. Os corvos crocitavam ocasionalmente lá em cima e o homem ordenava alguns livros. Estava particularmente animado, iria estudar A Guerra da Conquista. Depois de seis meses lutando com espadas de madeira e lendo sobre Casas e as Terras Fluviais terei algo diferente e empolgante. Pensou docemente, sentando-se na cadeira diante da mesa do meistre.

- O que o senhor sabe sobre a Guerra da Conquista? Perguntou o homem, curioso e com um de astúcia.

- Sei que a Guerra da Conquista foi após a Perdição de Valíria, quando a cidade franca foi engolida por seus vulcões que geraram os dragões em que os cavaleiros de dragões montavam! Explicou o rapaz animado, resgatando os seus conhecimentos advindos de canções e contos que ouvira.

- Então, meu senhor deves com certeza já saber que existiam mais de quarenta famílias de senhores de dragão em Valíria? Explicou, e o jovem gesticulou que não. O homem continuou então. - E certamente sabia que os Targaryen não eram os únicos senhores de dragões, na verdade, eles eram uma família nobre com pouco prestígio e poder que curiosamente escapou da Perdição após uma das suas, Daenys, ter sonhado com o cataclisma que ocorreu posteriormente e assim, permitiu-os fugir! Depois da Perdição de Valíria veio o Século de Sangue, um período conturbado e nebuloso da história de Essos onde as Cidades Livres e cidades Ghiscari guerreavam umas com as outras em busca de poder e controle que outrora residia nas mãos dos valirianos. Explicou o homem, abrindo livros que continham gravuras reproduzidas do ocorrido e pequenos excertos de textos que tratavam do assunto. Tudo isso fazia os olhos do jovem Frey se encherem de excitação e fome por conhecimento, todavia, o rapaz sentia-se incomodado.

- Meistre Bard, mas o que tudo isto tem a ver com A Guerra da Conquista? Estamos em Westeros e não em Essos. E também, meistre, por quê o senhor fala dos Targaryen? A última morreu a décadas e são os Blackfyre que interessam, por que o senhor não conta como eles fugiram de Valíria? A impaciência era evidente em seu semblante e em seu comportamento agitado e repentino. O estudioso gargalhou.

- Ora senhor, certamente que toda história tem um começo e se relaciona com outras histórias… Iniciou o homem, mas o jovem nobre o cortou precipitadamente.

- Então não deveríamos começar pela criação do mundo? A Mãe, o Pai, o Ferreiro, o Guerreiro… Perguntou, tentando astutamente montar sua linha de raciocínio. Bard riu novamente e isto apenas afetou o humor do jovem.

- Seu ponto de vista é interessante senhor mas algumas histórias tem mais a ver com outras, que é o que chamamos de relação de causa e efeito. A Guerra da Conquista e o Século de Sangue ocorreram pois a Perdição de Valíria aconteceu, senhor, nota-se uma relação bem explícita e próxima! Parou por alguns segundos deixando a mente jovem de Esmond processar a torrente de informações para então mostrar a ele trechos de mais alguns livros sobre a Perdição e o Século de Sangue. Também tomou de uma estante um novo livro e abriu-o, mostrando a casa Targaryen. - Veja senhor, na Perdição e na época da Guerra da Conquista, que cronologicamente se passa um século após, os Blackfyre não existiam, apenas os Targaryen. A Casa Blackfyre de Pedra do Dragão nasceu de uma ramificação da Casa Targaryen, quando um rei chamado Aegon IV legitimou todos os seus bastardos no leito de morte. Um dos bastardos era Daemon Blackfyre, um excepcional cavaleiro e honrado homem que recebera a espada de aço valiriano de seu pai quando este foi ungido cavaleiro, espada esta que nomeou a casa que décadas depois ele criaria com intuito de destronar os Targaryen, antigos senhores legítimos! Explicou, folheando o livro da Casa Blackfyre até o seu fundador.

Esmond estava tanto em choque como intrigado e instigado a estudar mais aquelas histórias do passado contida nas velhas páginas dos livros, todavia, estava incomodado. Daemon Blackfyre, homem honrado e excepcional… Bastardos… Usurpadores… Direito… Legitimidade… Tudo isto parece ser tão frágil e tão mutável ao longo do tempo, parece até que… o vencedor é o certo, não importando as intenções reais e não foi isso que ocorreu com meus descendentes quando perderam as Gêmeas, mas, Meistre Bard me explicou… Foi errado o que eles fizeram. Por que não é errado termos Blackfyre como reis e rainhas hoje? Questionou-se internamente. O meistre notou a abstração do rapaz pelo seu semblante e perguntou.

- O que tem em mente, meu jovem? Aproximou-se dele.

- Meistre, por que temos Blackfyre’s no Trono de Ferro e não mais Targaryen’s? Eles são nossos senhores reis supremos. Inquiriu rapidamente, tomando o meistre de surpresa.

- Não fale assim senhor! O último dragão vermelho no Trono de Ferro foi Daenerys Targaryen, a Mãe de Dragões e ela não deixou herdeiros o que deixou Westeros instável e aberta a novas...possibilidades… Mesmo que os Blackfyre tivesse tentado atacar quando ela era viva, Jovem Griff tentara mas fracassara e só quando ela morrera e com a ajuda dos Senhores do Vale ele teve sucesso em implantar sua dinastia Blackfyre, mas isso não é um bom assunto no momento e devemos retornar à Guerra da Conquista, vamos… Explicou.

Esmond passou a cada vez mais pensar sobre a historicidade da legitimidade e do conceito de honra e como isto era algo tão mutável e dependente dos envolvidos e da época dos discorridos. Ambos retornaram ao assunto principal, A Guerra da Conquista.

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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Qua Maio 31, 2017 1:02 pm

History
AVISO: Essa interação de Esmond Frey se passa no passado, em sua infância.

O estudo da história de Westeros finalmente havia chegado em, Westeros… Esmond e Meistre Bard haviam passado pela Perdição de Valíria e pelo Século de Sangue para chegar ao assunto principal.

- Durante o Século de Sangue os Targaryen permaneceram em Pedra do Dragão conservando forças e recusando apoio à Volantis, que pretendia reconstruir os domínio de Valíria como a sua herdeira. Aegon o Conquistador recusou seu apoio a empreitada e posteriormente lutou contra ela, aliando-se com Lys, Myr, Braavos e o Rei da Tempestade. Fez um breve pausa, tomando reflexão. - Após à frustração dos planos volantinos, Aegon desembarcou numa região que futuramente seria conhecida como Porto Real, acompanhado de um pequeno exército regular de três mil homens, suas duas esposas-irmãs Rhaenys e Visenya, além de três dragões adultos: Balerion, Vhagar e Meraxes. Explicou o meistre.

A atenção do rapaz era total naquele momento e por isto era como se tivesse recebido um soco ao escutar que Aegon se casara com suas irmãs, e prontamente questionou seu tutor. Bard explicou-lhe que por muitos anos os Targaryen manteram a prática incestuosa como forma de manter sua linhagem valiriana pura, sem a mistura com sangue dos Primeiros Homens como o irmão bastardo do conquistador havia feito com a filha de Argilac, o Arrogante, transformando seu irmão em Orys Baratheon, fundador da casa Baratheon.

- Os Blackfyre mantém esse costume igual seus meio irmãos Targaryen mantiveram? Perguntou o jovem Frey, curioso.

- Oh, não, pelo menos não por enquanto mas nunca se sabe, basta uma obsessão tola por manter o sangue puro, coisa que nos dias de hoje não tem o mínimo sentido visto que décadas se passaram e o sangue valiriano já foi misturado inúmeras vezes! Falou rindo, mostrando a linhagem Targaryen e Blackfyre num livro de casas e historicidade das mesmas. Esmond notou, que realmente, tal prática já não fazia sentido. Prosseguiram.

Dessa vez o rapaz tomou o livro que falava sobre a conquista em mãos. Analisando alguns esboços anexados no meio da página em que se encontrava, desenhos de Meistre Bard e pequenos estudos avulsos. Ele frequentemente os fazia sobre diversos livros e os armazenava dentro dos próprios livros, era um pesquisador e um pensador afiado, apesar de jovem, para um meistre…

Esmond leu prontamente sobre o conflito com Harren Hoare, Rei das Ilhas de Ferro e das Terras Fluviais. Soube também da memorável batalha dos Campos de Fogo, acontecimento onde o autoproclamado Rei Aegon Targaryen queimou os exércitos unidos do Rei do Rochedo e do Rei da Campina. - … Essa foi a única ocasião em que os três dragões voaram juntos no campo de batalha, espalhando fogo e sangue e subjugando o Rei Lannister do Rochedo e destruindo o Rei Gardner da Campina que foi substituído pelos Tyrell, de Jardim de Cima, antigos servos da Casa Gardner. Leu rapidamente, analisando um desenho ilustrativo feito com técnica de carvão que demonstrava os três irmãos voando e queimando inimigos, o talento artístico de Meistre Bard era incrivelmente belo.

- Essa menção aos Tyrell não está neste livro senhor, de onde tirou esse conhecimento?  Inquiriu o homem, tomando outro livro de sua estante próxima a sua cadeira.

- Eu deduzi, meistre. Meu pai também já me falou das principais casas de Westeros e me contou um pouco de suas histórias. Meistre, por quê apenas Aegon é lembrado como Conquistador enquanto suas irmãs são deixadas em segundo plano? Elas desempenharam funções importantes também! Questionou, ao verificar os primórdios da árvore genealógica do sangue do dragão em um livro e ler sobre a Conquista em outro.


- Quem são mais lembrados senhor, os Reis ou seus comandantes e capitães? Aegon era a figura principal, cujo que fazia as pessoas quererem pegar ou largar suas armas. Rhaenys e Visenya agiam como seus agentes, todavia, a importância delas é inegável de fato. Rhaenys por exemplo morreu sob ordens de Aegon ao levar fogo e sangue para Dorne, o que ocasionou na ira dele e na resistência dornesa que utilizava táticas desonrosas de guerrilha por temerem dragões. Visenya sempre manteve seu irmão seguro e fundou a Guarda Real… Explicou, avançando páginas do livro para corroborar suas explicações.

- Então ele condenou sua irmã para ter mais um reino… Por que as táticas dos dorneses eram desonradas senhor? Eles deveriam ser honrados como Mern Gardner e Lern Lannister e perderem sua liberdade? Não é isso que os Sete e o senhor ensinam para mim, meu pai e outros lordes? A liberdade, misericórdia, justiça, bondade? Tudo isso que o senhor falar parece muito relativo meistre, e acho eu que os dorneses foram tão honrados como os outros foram, a diferença é que sobreviveram com a liberdade deles. Proferiu o rapaz, questionando inteligentemente o valor da honra e liberdade.

- Não se foge de um inimigo e ataca às escondidas senhor, é coisa de covarde e pouca honra há nisso. Protestou o estudioso.

- Mas eles não tinham escolha, os exércitos deles eram pequenos assim como seu poder - assim como o poder de meu pai! Eles devem então se entregar por honra e sacrificar seus princípios? Agora vejo, agora penso que meu pai deveria estudar as táticas de guerra dos dorneses, meistre, parecem boas para forças pequenas combater grandes forças… Questionou astutamente, remexendo os livros e levantando-se com a excitação do fluxo de ideias em sua mente, uma postura enérgica, uma postura de idealizador e sonhador...

- Senhor… Isso é errado! É conhecido a má fama dos dorneses devido seus costumes e comportamentos também! Introduzir práticas dornesas de guerra desse povo nas terras do senhor seu pai poderia desencadear revoltas ou insatisfação e ademais, não cabe a nós questionar o senhor seu pai. Argumentou o meistre. Fazia sentido para Esmond a observação do sábio, todavia, respondeu.

- Não é papel do lorde cuidar de seu povo e guiá-lo? Creio que seja papel dele mostrar o certo ao seu povo também quando estes agem errado! Retrucou o rapaz.

- Sim, mas… Tentou, todavia o rapaz mostrava-se obstinado em seu discurso.

- Meistre, cabe a mim sim, sou herdeiro de meu pai e também, estamos em Westeros, somos livres e não estamos em Valíria ou em Volantis… Quero que o senhor me ensine sobre Dorne, sua historicidade, cultura e práticas militares! Afirmou, e pediu que os protestos encerrassem para continuarem os estudos sobre a Guerra da Conquista.

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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Ter Jun 27, 2017 12:05 am

Darry
AVISO: Esta interação acontece no tempo passado, quando Esmond Frey tinha treze anos.

Esmond já havia executado seu desjejum e suas higienes pessoais logo ao nascer do sol. Segundo as rigorosas ordens de seu pai partiu para a Torre do Bastardo afim de começar a estudar sobre Arte da Guerra com o meistre do Castelo Darry. Ao irromper na sala com o baque da resistente porta de madeira pôde observar o jovem estudioso debruçado sobre alguns livros depositados num pedestal apropriado para a leitura de tal, e em sua mesa estava um mapa com diversas peças.

- Entre jovem Esmond, sente-se e logo iremos começar. Proferiu com um sorriso e ânimo de causar inveja em muitos guardas de Darry que estavam já em pé, ao longo das muralhas do castelo.

- Bom dia, meistre Bard. Proferiu o rapaz, sentando-se no assento entalhado logo à frente da mesa que detinha um mapa e peças estendidas de forma aleatória sobre o mesmo.

- Ahn… Bom dia, jovem Esmond. Sente-se, começaremos por este pequeno pergaminho que escrevi para o senhor. Explicou, tomando um papel enrolado do pedestal para logo após entregar nas mãos do rapaz.

O herdeiro de Darry tomou o pergaminho em mãos e o abriu. - Meistre Bard, o que é infantaria leve? Esse mapa e essas peças tem a ver com isso? Proferiu o rapaz, curioso, entretanto, o estudioso apenas lhe dirigiu um olhar rígido e mandou que continuasse a ler o conteúdo do pergaminho e que tudo lhe seria explicado logo.

” Um exército é composto por diferentes classes de agentes que atuam em determinado campo ou setor do mesmo para fazer com que este funcione de forma organizada e efetiva, para tanto, é indispensável a presença de cada classe militar aqui descrita afim de obter o máximo proveito das unidades como um conjunto. “ Finalizou o parágrafo mentalmente, preparando-se para fazer mais uma pergunta ao servidor da casa Frey.

- Vamos, jovem Esmond, pergunte. Sua língua já deve estar coçando, imagino. Proferiu, rindo logo em seguida. O rapaz sorriu um pouco envergonhado mas o homem estava certo, sua língua coçava para mais algumas perguntas.

- O pergaminho diz que um exército é composto por diferentes classes militares mas senhor, já não existiu exércitos compostos apenas de uma classe ou de duas? Perguntou de forma afiada, já elaborando uma possível resposta para sua própria pergunta.

- Algo já me diz que você já sabe a resposta, caro Esmond. O que diz é verdade. Já houve exércitos que eram composto com uma ou duas classes militares. Dorne na época da Conquista era composta quase que majoritariamente por forças milicianas de leve porte, ou infantarias leves, que podiam atacar e se esconder de forma rápida. O Vale detém um número massivo de cavalaria e cavaleiros. As Ilhas de Ferro detém um exército que atua quase que exclusivamente no mar, sabe por que? Respondeu, deixando uma pergunta reflexiva para o herdeiro Frey racionalizar e desenvolver sua capacidade nesse campo de estudo.

- Eles não sabem atuar em terra, senhor? Ou é por causa do Deus deles que vive no fundo do mar? Respondeu, confuso e empenhado na tarefa de descobrir uma resposta adequada. A feição denunciada pelo meistre o obrigaou a afiar seus pensamentos e este preveu seu erro na resposta.

- Não, jovem senhor. Lembre-se de uma coisa, sempre busque respostas racionais para as perguntas que o aflige, nunca apele para consciência mágica ou deuses. Se os deuses existem, eles pouco fazem por nós. E a magia nunca foi algo bom em que se apoiar, tal como pensamentos de consciência mítica, senhor. Entendeu? Discursou rapidamente, lembrando o rapaz sobre o Rei declarante Stannis Baratheon que jogou o destino de seus soldados e a si própria em feitiçaria de sangue proveniente do Deus Vermelho. - Agora, responda, o que é consciência mítica?

- É o esforço do homem de explicar os fenômenos naturais por meio de crenças religiosas ou artifícios mágicos inexistentes. Respondeu mecanicamente como havia sido ensinado.

- E o que é consciência racional? Perguntou, em seguida.

- É o esforço do homem de explicar os fenômenos naturais por meio da razão, abstração, estudos e ciências. Rebateu mecanicamente, de novo. O meistre voltou a sua posição normal e continuou.

- Os nascidos do ferro atuam em mar porque eles não conseguem se organizar de forma militar adequada em terra por longos períodos, além de terem uma cultura predominantemente rebelde em relação à nossa. Lembre-se do Rei Hoare e de Aegon o Conquistador, nas muralhas de Harrenhall, jovem senhor. Fez uma pausa, tomando um pouco de vinho condimentado para lavar a garganta. - Poderíamos então dizer… Disse, deixando o final para seu aluno.

- A força deles se encontra no mar? Devido a cultura marinha eles não podem atacar locais que se encontram no interior do continente porque quanto mais longe dos dracares eles ficam, mais fracos eles se tornarão pois são um povo de hábitos marinhos. A vida no mar é a obra de suas vidas e eles não sabe como viver em terra da mesma forma que a Lula não sabe nada nos Campos. Completou, de forma animada e convicta, recebendo um sorriso vencedor do meistre após terminar toda sua sentença.

- Agora, jovem Esmond, antes de voltarmos aos seus estudos, você poderia me apontar dois lugares onde os homens de ferro poderiam atacar com seus dracares? Inquiriu apontando em direção ao mapa estendido sobre a mesa. O meistre ajeitou algumas peças sobre o desenho geográfico e entregou-lhe uma pequena vara para apontar-lhe os locais que este julgasse possíveis para uma incursão marinha.

Esmond tomou a vara e apontou para as Terras Fluviais e para as Terras Ocidentais. - Se os dracares dos homens de ferro vencessem os Mallister de Guardamar eles obteriam fácil acesso às Fluviais e poderiam até mesmo assaltar as Gêmeas dos Tully ou descer o Ramo Verde com embarcações roubadas para arrasar toda sua extensão. Fez uma pausa, observando a expressão do meistre como se procurasse um olhar de aprovação em seu “plano de guerra” e após não achar nada continuou. - Nas Terras dos Leões os nascidos do ferro poderiam atacar Ilha Leal e obter controle da mesma para lançar um ataque mais elaborado contra Lannisporto, assim como os Greyjoy fizeram em sua rebelião na época do Rei Robert I Baratheon, senhor. Terminou, observando a expressão do jovem sábio.

- Os homens de ferro precisariam de uma força gigantesca para vencer e manter o Castelo Mallister contra represálias de seus aliados, o que seria impossível, portanto, seu plano decorreria bem no começo mas assim que os nascido do ferro partissem para o interior eles seriam encurralados por trás por aliados Mallister e massacrados nas Gêmeas, visto que ela só pode ser tomada por um duplo ataque dos dois lados. Explicou, remanejando as peças tocadas por Esmond para demonstrar a dinâmica da situação de forma mais crível possível. - O que você objetivou nas Terras Ocidentais é verdade, mas seria difícil manter o castelo de forma sigilosa e impedir que os Lannister e aliados enviassem represálias antes dos nascidos de ferros se reagruparem e pensarem em sua estratégia. Lembre-se, mesmo que os Greyjoy tenham queimado a Frota de Lannisporto, o memorável Lorde Tywin Lannister desbaratou a Frota de Ferro no Estreito de Ilha Leal, portanto lhe aconselho daqui pra frente a sempre considerar seu inimigo tão ou mais hábil que o senhor, assim, evitamos campanhas militares levianas, senhor. Terminou, configurando as peças no mapa e posicionando outras que haviam sido negligenciadas.

- Tudo bem senhor… Disse de forma cabisbaixa, voltando a ler seu pergaminho que ditava conhecimentos sobre infantaria leve, infantaria pesada, cavalaria, batedores etc.


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Re: Torre do Bastardo

Mensagem por Esmond Frey em Ter Jun 27, 2017 3:10 am

Darry
AVISO: Esta interação acontece no tempo passado, quando Esmond Frey tinha treze anos.

Esmond já havia lido sobre as diferentes classes de um exército, conhecimento este que mal havia sido adquirido e já estava sendo posto à prova pelo meistre da Casa Frey de Darry. O jovem herdeiro agora entendera o porque da mesa com o mapa de Westeros estava disposta à sua frente naquela aula sobre os ofícios da guerra. Meistre Bard inclinou-se em um pequeno pedestal de madeira talhada e sacou um pequeno ampliador que servia aos olhos e o permitia enxergar o texto sem precisar se aproximar. - Muito bem senhor, cite as vantagens e desvantagens da infantaria leve. Requisitou.

- A infantaria leve é a unidade base de todo o grande exército westerosi, ela é caracterizada pelo uso de armaduras leves como de couro e malhas, junto de espadas curtas ou longas com pequenos escudos. Esta classe é efetiva em campo fechado e peça chave no campo aberto visto que é uma unidade mais barata de custear e manter, entretanto, pode fazer grandes estragos na batalha, podendo ser usadas para muitos fins. Ela é altamente ineficaz contra cavalaria por não ter aparato e geralmente, treinamento o suficiente para lidar com cavaleiros e combatentes montados. Explicou o rapaz, recordando-se do pergaminho lido a algumas horas atrás e tentando resgatar seus conhecimentos históricos da Guerra da Conquista e da Guerra dos Cinco Reis aprendidos por ele com auxílio do meistre.

- Muito bem, fale-me agora da infantaria pesada, por gentileza. Pediu o jovem estudioso com um olhar ansioso na face. Esmond demonstrara dificuldade para apreender as características dessa classe militar e tal como sua função e benefícios no campo de batalha.

- Esta unidade militar é caracterizada pelo uso de armadura aliada com cota de malha, lanças e espadas longas que são combinadas com grandes e pesados escudos. O avanço da infantaria tende a ser lento mas seguro, dado a formação que geralmente é empregada utilizando-se dos escudos para repelir infantarias leves e lanças para impedir o avanço da cavalaria, entretanto, caso um segmento da formação seja quebrado esta ruirá e se tornará totalmente ineficiente, sendo despedaçada. Proferiu o herdeiro de Darry, lembrando-se dos cavaleiros do Vale irrompendo contra a infantaria pesada de Ramsay Bolton no fato histórico conhecido como Batalha dos Bastardos. Entretanto…

- Esta informação não é de toda correta senhor Esmond. É sabido que uma grande força de cavalaria pode desmantelar uma infantaria pesada bem preparada. Lembre-se, a guerra não é um jogo de cartas, sempre temos que considerar o fator humano nos pensamentos de guerra. Como o senhor deve saber, os cavaleiros do Vale já auxiliaram o Norte em tempos de grande necessidade, entretanto, é notado aqui o fator humano que surpreendeu os nortistas usurpadores que foram pegos desprevenidos por trás pela cavalaria dos aliados Arryn. Adicionou, com muita perspicácia e polidez em suas palavras. - Continue, fale-me sobre a cavalaria agora. Disse o meistre.

- A cavalaria é a força militar mais poderosa de um exército e é composta por combatentes e cavaleiros com armaduras, espadas ou lanças que avançam montados em cavalos. Eles podem facilmente varrer um campo de batalha com forças dispersas e se bem empregadas podem garantir a vitória à um exército. Todavia, toda força de armas e velocidade de cavalos podem ser prejudiciais quando estas são mal coordenadas ou quando estas enfrentam uma infantaria pesada competente ou uma bateria de arqueiros bem treinada. O Vale de Arryn detém a força de cavalaria mais competente e numerosa em relação às outras Grandes Casas de Westeros. Executou uma pausa reflexiva, tomando ar nos pulmões e voltando a falar antes que o meistre abrisse a boca para algo. - Outro grupo muito famoso são os Dothraki, conhecidos como senhores dos cavalos. Estes selvagens lutam exclusivamente em cima de cavalos, utilizando arakh ou arco e flecha. Um homem que não sabe montar um cavalo não é um homem. Terminou por fim, voltando a ordenar as ideias dentro de sua cabeça para se preparar para o próximo discurso.

- Agora fale-me sobre as unidades de arquearia e os batedores. Requisitou novamente, tornando todo aquele exercício repetitivo e exaustivo para o herdeiro de Darry continuar a realizar.

- Senhor, poderíamos realizar uma pausa? Tenho algumas dúvidas. Mentiu, com intuito de ganhar tempo para formular questões óbvias e entreter o intelecto do meistre e assim, evitar por mais tempo o exercício extremamente repetitivo que este empregava sobre Esmond.



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