Os Sete Reinos

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Os Sete Reinos

Mensagem por O Corvo em Qua 8 Mar 2017 - 22:31

Relembrando a primeira mensagem :


Ficha de inscrição

Regras Gerais

Buscando simplificar o acesso aos grupos de cada região e até mesmo ao tão sonhado título da nobreza, o JDT desenvolveu uma ficha de inscrição para apresentar os aspectos essenciais da personalidade e da trama de seu personagem. Queremos conhecer sua história, mas queremos lhe dar espaço para desenvolvê-la com o decorrer do tempo, alterando o necessário, acrescentando o que entender melhor e enriquecendo sua experiência aqui. Assim,quando da construção da sua ficha, basta observas as regras a seguir:

01. Para que sua ficha seja aceita, será necessário Nome e Sobrenome. Ex: Richard Collins. Logo, todas as informações devem ser preenchidas de forma correta, não aceitaremos nome de personagens que fujam do padrão. Ex: Cold_Miller ou Broon.Carter. Caso seu personagem seja UM BASTARDO RECONHECIDO pelo genitor nobre, poderá usar os nomes dados aos mesmos em cada região, quais sejam:

Norte = Snow
Vale de Arryn = Stone
Terras Ocidentais = Hill
Terras da Coroa = Waters
Terras da Tempestade = Storm
Terras Fluviais = Rivers
Campina = Flowers
Ilhas de Ferro = Pyke


02. O personagem que morrer, entrará para o grupo dos Mortos, não podendo postar fora de Para-lá-da-Muralha.

03. Não se esqueça de determinar a região de Westeros a qual seu personagem pertence. Norte – Vale de Arryn – Terras Ocidentais – Dorne – Terras da Coroa – Terras da Tempestade – Terras Fluviais – Campina – Ilhas de Ferro.

04. Não se esqueça de dar um cargo ao seu personagem. Você pode encontrar nossa lista de cargos clicando aqui.

05. Cada cargo receberá um salário pré-determinado. Você pode encontrar os salários de cada cargo clicando aqui.

06. Apenas os cargos que detêm mais poder terão suas vagas reguladas. Em virtude disso:
a) Cada player PODERÁ POSSUIR ATÉ TRÊS CONTAS LORDS/LADY ou SENESCAL (YI-TI).
b) Cada player SÓ PODERÁ POSSUIR UMA CONTA NO PEQUENO CONSELHO, e está conta NÃO ENTRARÁ na contagem do item anterior.
c) Caso seja seu desejo ADOTAR UMA CONTA JÁ CRIADA, deve-se sempre observar a regra do primeiro item.


07. Cada player poderá escolher até três habilidades inciais. Isso significa dizer que nas três habilidades escolhidas, os players receberão de imediato o nível 03, seguindo o aprimoramento a partir dai. Dentre essas habilidades, deve-se obrigatoriamente escolher UMA HABILIDADE CRIATIVA, UMA HABILIDADE FÍSICA E UMA HABILIDADE DE CONHECIMENTO. A lista de habilidades você pode encontrar clicando aqui.

08. É proibido que um mesmo OFF tenha mais que 2 (duas) contas Lorde/Lady numa mesma região (reino), a menos que os seus personagens se tornem por progresso na trama dos mesmos.

09. A história de seu personagem teve possuir no mínimo 250 palavras. Textos menores que isso não serão lidos/avaliados.

10. Você deverá distribuir 16 pontos entre os atributos pré-estabelecidos. Fichas cuja distribuição ultrapassar 16 não serão lidas.

11. Fica proibida a criação de fichas para casas nobres (grandes ou menores), magistrais, cavaleirescas ou clãs com menos de três membros vivos e ativos.



Lannister, Targaryen, Baratheon, Stark, Tyrell... são apenas raios de uma roda.

Sete Reinos

Aqui se reúnem as fichas das pobres almas que povoam os Sete Reinos.

[MODELO DE FICHA]

Nome On: (Nome do Personagem)
Nome Off: (Seu Nome e Sobrenome)
E-Mail/Skype/Instagram: (Para contato)
Sangue: (Pode escolher entre Legítimo ou Bastardo).
Cargo: (Ocupação do seu personagem)
Habilidades Iniciais Escolhidas:(1 física + 1 de conhecimento + 1 astuciosa)
Região Pertencente: (Região de origem do seu personagem).
Características do Personagem: (Descrições físicas, psicológicas, atributos, entre outros que possam caracterizar seu personagem).
História do Personagem: (Breve resumo da trama que deseja criar para seu personagem)
Árvore Genealógica:(Opcional)


Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: -
Força: -
Inteligência: -
Agilidade: -
Coordenação Motora: -
Vigor: -
Oratória: -
Fé: -


Última edição por O Corvo em Qui 1 Jun 2017 - 18:43, editado 2 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Robert Connington em Dom 16 Jul 2017 - 20:04

Lord Robert

Nome On: Robert Connington

Nome Off: Bento Fernandes

E-Mail: bentojuniorjor@gmail.com

Sangue: Legítimo.

Região Pertencente:  Terras da Tempestade.

Características do Personagem:
Impetuoso e rígido, é um homem sem papas na língua que foi moldado nos antigos costumes das Terras da Tempestade, onde deve-se fazer por onde para conseguir o que realmente quer. Ganancioso, mas sabe medir os próprios passos como ninguém, sabendo o momento certo de agir e o de sair da frente para não ser esmagado. Luta com afinco para manter a Casa e a colocar no local por direito, tendo certo rancor dos Targaryen e descendentes pelo que fizeram à Jon, exilando-o. Um ótimo lutador, respeita a opinião das irmãs que por vezes auxiliam com estratégias de comando, contudo, prefere empunhar espadas à penas.

História do Personagem:
Único filho homem da Casa Connington, Robert almeja levar a família até a antiga glória que foi usurpada por Aerys Targaryen II, contudo, mantém a honra acima de tudo.
Criado pelo pai, tem os instintos do antigo Grifo Pálido, homem no qual se espalha muito; já que desejou desde tenra idade ser membro da Guarda Real, contudo, pela falta de herdeiros homens não pode abandonar o Ninho e galgar os próprios sonhos, preferindo manter-se leal à Casa.
Entretanto, mesmo sendo apagado a família, não destuiu o sonho de ser um cavaleiro, tornando-se escudeiro do antigo Cavaleiro das Adagas, homem que morreu em uma batalha. Tendia a se tornar um Sir muito em breve, mas o pai - Jon Connington III - morreu e deixou o poder na mão de um jovem que mal tinha pelos para aquecer as bolas. Mas antes que regressassse à Tempestade, foi em uma última viagem derradeira no qual conheceu de Dorne até a Muralha, ganhando amigos e boas mulheres. Viagem esta que, por fim, transformou-o em um homem digno de monopolizar o Ninho e cuidar das irmãs que tanto lhe eram queridas.
Na atualidade, luta com afinco para conquistar as terras que outrora eram dos Connington, conseguindo um par de pessoas irritadas por toda a Tempestade, contudo, com um sorriso cínico e uma espada afiada mantêm o temor nos demais vassalos dos Baratheon.
Um homem forte e impetuoso, controla as terras com determinação e punho de ferro, já que é adepto das antigas leis de que se você é quem coloca o mandato, é quem deve o cumprir.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: 0


Árvore da Família:
+ Lord Robert Connington, Protetor do Poleiro do Grifo, 22 anos.
  - Sua irmã, Ellenie Connington, 17 anos.
  - Sua irmã, Elleonor Connington, 17 anos.
  - Sua irmã, Cassandra Connington, 11 anos.


Créditos


Ficha aprovada
Aguardando envio de trama da casa

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Katarina Wensington em Ter 18 Jul 2017 - 16:04



Pequena Tempestade
Eu sou um lindo bolinho de arroz!
Nome on: Katarina Wensington
Nome off: Fran Viana
E-mail: fraanviana@gmail.com
Região: Terras da Tempestade

Características do personagem:

Katarina é uma garotinha de cabelos loiros e olhos esverdeados, uma boa mistura de seus pais. Assim como a mãe carrega uma beleza genuína e delicada, tendo uma grande vontade de liderança e persuasão para aquilo que acha certo. Porém ela é doce, delicada, bondosa e muito cativante, isso ela pode ter herdado do pai. A pequena Kat é uma criança como todas as outras e diferente das meninas da sua idade ela é criada da maneira mais saudável possível, tendo sempre a sua vontade e faz aquilo que dá vontade, como subir em arvores, ou brincar no jardim.

História:

Em uma tarde ensolarada de primavera, os sinos das torres do castelo de Lorde Wensington tocaram, anunciando o nascimento de seu primogênito. A mucama da Lady Wensington correu de encontro ao seu senhor, para avisa-lo que sua esposa estava para parir, mais o que ninguém sabia era que aquele dia seria o dia mais feliz de suas vidas, porém o mais difícil, já que a bebê não respirava. A pequena menininha de pele branca e cabelos amarelos, não respondia aos estímulos, o que causou tamanho desespero aos pais. Os meistres vieram com intuito de salvar a garota, a parteira e mucama do castelo tentava tudo o que era possível, enquanto o seu pai rezava ao deus vermelho para que salvasse sua menina. Talvez os deuses ouviram as suas preces, pois quando todos pensaram que não haveria mais nada a ser feito até que o choro escandaloso da criança rompeu o silêncio que pairava em todo o castelo e lord e lady Wensington agradeceram, ao deus pelo seu grande e pequeno milagre.

Desde então a pequena cresceu com graça, beleza e saúde, sempre enchendo a casa de alegria. Hoje com seis anos de idade a pequena Lady Wensington conquista o coração de todos que se aproximam dela e torce para que seus pais a deem um irmãozinho ou irmãzinha, pois como ela sempre diz “Estou cansada de correr sozinha!”.


Atributos:

Criatividade: 5
Força: -
Inteligência: 5
Agilidade: 1
Coordenação Motora: 2
Vigor: -
Oratória: -
Fé: 3






Ficha recusada
história do personagem contém menos de 250 palavras

_________________
Katarina Wensington

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Robard Cerwyn em Qua 19 Jul 2017 - 10:54



Robard Cerwyn


Nome On: Robard Cerwyn
Nome Off: Kaique Cunha
E-Mail: kiq.e3@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Norte
Características do Personagem: Robard è um homem ríspido, amargo e que sempre esta de mau humor. Não tolera ofensas vindas de ninguém, a não ser de seu irmão. È habilidoso com machados e sempre è encontrado treinando nos pátios do castelo, sempre que pode nas horas vagas também procuras prostitutas. Não liga para obrigações de um castelo e afins, e sempre diz que ama na vida apenas cinco coisas: Beber, Matar, Fuder, Familia e o Norte.

História do Personagem: Irmão caçula do Lord Cerwyn, Robard na infância era um garoto diferente de seu irmão, enquanto o mesmo ficava sempre lendo algum livro no seu quarto ou falando de história com sua falecida mãe, Robard ficava no pátio do castelo observando os guardas treinarem com suas espadas, e desde muito cedo já tinha interesse em aprender a cavalgar. Seu pai era completamente feliz antes de vim a falecer, pois tinha dois filhos: um bastante inteligente que no futuro seria o lord de sua casa, e outro que com certeza quando crescesse seria um prodioso combatente.

A mãe dos garotos ficava preocupada quando Robard ia cavalgar durante sua adolescência, entretanto não forcava o filho a ficar no castelo e fazer o que seu irmão fazia. Sendo assim o garoto cresceu já com uma certa habilidade com o que gostava de fazer.
Passados alguns anos os seus pais vieram a falecer deixando os dois agora já homens sozinhos, mas não demorou muito para que o filho mais enfim se cassasse e tivesse um filho, o que veio em bora hora para amenizar a tristeza que ambos sentiam. Agora o irmão inteligente era o Senhor do Castelo Cerwyn, estava casado e tinha um belo filho. E Robard era nada mais que o irmão viciado em sexo e em confusões, adorava ser assim e não mudaria por nada.

Sua casa tinha boas relações com os Stark’s, já que eram seus vassalos e seus vizinhos mais próximos, o que fazia Robard ter muitos amigos em Winterfell, vários cavaleiros nos quais eles sempre se uniam para tomar uma boa cerveja em alguma taberna pelo Norte.

Arvore da Familia:
Lord _____ Cerwyn, 35 anos, Senhor do Castelo Cerwyn
Sua esposa ______ Cerwyn, 33 anos ( Uma Ryswell de nascimento )
Seu filho _______ Cerwyn, 17 anos, futuro herdeiro
Sua filha _______ Cerwyn, 16 anos
Seu irmão Robard Cerwyn, 33 anos ( embora não seja da guarda do castelo, sempre que tem assuntos importantes participa )



Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 0
Fé: 1


Amolado e Pronto
------------------------------------------------------------------------------
@Lilah


Ficha recusada.
O usuário já detém quatro contas nobres, mais uma conta desta natureza configuraria quebra de regra do limite de contas nobres.
Deus Afogado


Última edição por Robard Cerwyn em Seg 31 Jul 2017 - 22:59, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Anne Dieu-le-Veut em Qui 20 Jul 2017 - 0:33

Anne Dieu-Le-Veut
A Mercenária

Nome On:  Anne Dieu-Le-Veut
Nome Off: Ana
E-Mail: anniebbonney@outlook.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Dorne

Características do Personagem:

Não muito diferente de seus conterrâneos, Annie tem o típico sangue quente característico dos dorneses. Facilmente irritável e de língua afiada, a mercenária sabe controlar a língua quando vê que é necessário, todavia se tem liberdade para falar ela falará sem dó ou piedade o que quer que esteja passando em sua cabecinha vermelha.

História do Personagem:

Nascida na grande península, Dorne, Annie é de baixíssimo nascimento sendo filha de algum dos muitos clientes de sua mãe, que era uma prostituta famosa em Dorne, Ellaria. Inicialmente com o sobrenome Sand, pois se tratava de mais uma dos muitos bastardos da península, Annie viveu boa parte de sua vida em meio aos bordéis presenciando diversas cenas inapropriadas para crianças.

Graças a isso, desde bem cedo aprendeu a arte da sedução e do prazer, tendo sido iniciada nessa vida bem cedo (aos quatorze anos) por influência do local onde morava. Todavia, ela não se via como uma mera meretriz, ansiando por um tipo diferente de vida, Annie juntou uma pequena quantia de dinheiro e, três meses antes de completar quinze anos, partiu em um navio direto para as cidades livres.

Nos primeiros meses, ela passou fome, pois não tinha noção de como o mundo poderia ser cruel. E, apesar disso, recusou-se a vender o corpo como fazia na cidade natal. Até que os meses se passaram e, viajando de lado a outro entre as cidades livres, Annie conheceu Tristan. Annie tinha completado quinze anos quando o conheceu.

Tristan era um mercenário famoso pela região e que tinha grandes habilidades com armas e combate corporais. Foi ele quem mostrou a Annie outra forma de viver além da que ela já conhecia, instruindo-a na arte do assassinato e roubo, Annie se tornou uma espécie de pupila para o homem. Juntos, ambos tiveram sucesso nos mais diversos trabalhos, desde Lys até Bravos. E assim continuaram até que Annie, agora com o sobrenome Dieu-Le-Veut, decidiu retornar às origens e tentar, mais um vez, a vida em Dorne.


Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 2
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 3
Vigor: 3
Oratória: 1
Fé: 0



Ficha aprovada.
Faça o registro de sua personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Cadmos Reed em Sex 21 Jul 2017 - 1:09

Lorde Cadmos Reed
Lar, coração e colheita.

Nome on: Brandon  Reed
Nome of:  Yan Gabriel
E-mail:  yoliveira101@gmail.com
Sangue:   Legitimo
Região pertencente:Norte 


Características do Personagem:
Astuto e gentil, Cadmos Reed é um nortenho conhecido pelo seu excelente raciocínio e inteligência. Sendo um excelente estrategista, mesmo com todo o seu cuidado e cautela ao tomar suas decisões, escolhendo sempre os caminhos que são melhor para seu povo e o resto do norte. Sendo assim um sábio, mesmo sendo jovem. Possuidor de uma gentileza e simpatia indescritíveis Bran raramente escolherá ser rude com alguém, a não ser que não haja outro caminho possível. Cadmos sempre foi um rapaz mais chegados a livros do que a batalhas, não sendo tão estudioso quanto seu gêmeo, no entanto possuidor de uma grande fome de conhecimento, desde cedo. Seu conhecimento e suas habilidades incomuns o tornaram um rapaz criativo e inovador, buscando sempre formas de melhorar. Um estranho entre os estranhos, o herdeiro de Atalaia da Água cinzenta sempre foi um rapaz interessado nas culturas do resto do continente e não um rapaz acostumado a ficar apenas nos pântanos.

Seus cabelos escuros  e com seus olhos enigmáticos é um Reed de aparência incomum e que claramente puxou a família de sua mãe. Sendo um pouco maior do que seus conterrâneos e  também tendo alguns músculos, frutos do tempo que passou morando com os Starks.

História do Personagem:
Quando Cadmos, e seu irmão gêmeo, vieram ao mundo foi como se uma onda de felicidade e êxtase atingisse todo o Atalaia da Água Cinzenta, desde os membros da família até os trabalhadores mais humildes do castelo. Aquele era o dia em que os primogênitos filhos dos Lordes Reed nasceram, saudáveis e fortes. O que diferia bastante das últimas tentativas do casal. A Lady Melinda Reed, antes conhecida como Melinda Ashford, havia engravidado 3 vezes no passado e nenhuma das crianças chegaram realmente a nascer. Uma vez que a senhora sofreu dois abortos naturais, antes mesmo de chegar ao quinto mês de gravidez e na última vez a criança, uma menina, nasceu com uma rara e grave doença e sobreviveu apenas por 3 horas. Morrendo nos braços de seus pais.

Lilian entrou em trabalho de parto um pouco depois do horário do jantar. Ela estava se dirigindo ao quarto do casal, mesmo a barriga dela não sendo grande e nem tão pesada, carregar uma criança - que é o que ela e o meistre acreditavam - no ventre não é algo simples. Ela se aproximava da cama quando começou a sentir as contrações. No fim não foi um parto fácil. Demorou duas horas até que Cadmos Reed viesse de fato ao mundo. As dificuldades da sua mãe vieram por nem ela e nem a parteira esperarem os gêmeos. O mais novo só foi realmente nascer depois da meia-noite. resultando assim em um parto longo e extremamente exaustivo.

Os anos se passaram e Cadmos se tornou uma criança sadia e feliz. Uma vez que o casal estava realmente muito feliz com o nascimento das crianças e isso refletia na forma como as emoções se estabeleciam no castelo. Conforme o tempo passou e o garoto se mostrava um ser humano excepcional. Sua curiosidade, valentia e extrema gentileza foram se mostrando características intrínsecas a psique do nortenho. Alinhado com sua imensa curiosidade o fazia um ótimo rapaz e possivelmente um grande líder e governante. Pensando nisso e em seu futuro seu pai, na época o Lorde Reed, o mandou para viver com os Starks, com o objetivo de aprender melhor sobre política e se relacionar com seus senhores.

Cadmos Reed se adaptou bem a nova vida. Como protegido do Lorde Stark ele cresceu em Winterfell. O resto de sua infância e o início de sua vida adulta foi ao na casa dos lobos. Aprendeu muito nesses anos, inclusive descobriu um segredo sobre si mesmo que mudaria sua vida para sempre. Sentia que não podia contar aos outros e muito menos confiar há alguém esse segredo.

Foi na semana que antecedeu o décimo sétimo dia de seu nome que um corvo chegou de Atalaia da Água Cinzenta. De acordo com a mensagem seu pai, Lorde Brandon Reed, havia adoecido gravemente, o que fazia necessária a sua volta para casa, uma vez que ele como herdeiro deveria assumir o posto de intendente e governador da região. Uma semana depois, um dia antes do dia de seu nome, foi quando três homens do Gargalo chegaram para o levar até sua casa. Nessa época seu irmão gêmeo já tinha ido para a Cidadela conquistar os elos de sua correntes. O que fez com que ele fosse o único herdeiro homem no castelo.

Ramo Principal
-- Lorde Cadmos Reed, senhor de Atalaia da Água Cinzenta - 25 anos


  • Seu irmão gêmeo Howland Reed - 25 anos (mais novo)
  • Sua irmã Meegan Reed - 17 anos
  • Sua irmã Brianna Reed - 15 anos
  • Seu irmão Hansel Reed - 10 anos
  • Sua irmã bastarda Évora Snow - 17 anos


Criatividade: - 2
Força: - 1
Inteligência: - 3
Agilidade: - 2
Astúcia: - 3
Vigor: - 2
Oratória: - 2
Fé: - 1





Ficha aprovada.
Aguardando envio da trama de casa.
Faça o registro de seu personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Brandon Penrose em Sex 21 Jul 2017 - 20:52

Brandon Penrose
LORD OF SCROLLS

Nome do personagem: Brandon Penrose
Nome off: Valéria Rocha
Skype: highvaleria
Sangue: Legítimo
Região pertencente: Terras da Tempestade


Características do Personagem:

Brandon Penrose é um homem entre milhões. Muitos dizem que seu juízo é prejudicado, que nunca foi completamente são. Outros cantam sobre ele, elogiam sua inteligência e seus engenhos. Certo é que é se trata de um homem espirituoso, perspicaz, meticuloso e excêntrico. Possui traços joviais, alegres, apesar dos tombos da vida. Apesar dos trinta e dois anos, pode facilmente ser confundido com um jovem de vinte e poucos. Possui os cabelos escuros da mescla do sangue Penrose e Lonmouth. Os olhos são amendoados, o sorriso bem marcado e torto. O espírito é tolerante com os vícios, sempre disposto a saciar sua sede do melhor vinho dos Sete Reinos. O treino militar lhe deu um físico decente, mas suas inclinações filosóficas não o deixam ser verdadeiramente vaidoso, embora faça questão de fingir ser. Ostenta uma aura arrogante, indecente, afrontosa e afiada, que rege quase todos os movimentos de sua vida. Também é um pai dedicado, e outrora um marido apaixonado. Apesar de inconstante e do pouco talento para controlar suas palavras, é um líder nato, um homem de livros e armas, de belas mulheres e do legado familiar.


História do Personagem:

Brandon é o primeiro filho homem da prole de Cadmus Penrose, grande general da Casa Baratheon, que caiu nas graças de seu suserano ao ter a ideia de construir em suas terras o grande Porto Pena, atracadouro seguro para os maiores navios do veado coroado, que não se arriscavam a atracar na Baía dos Naufrágios. Cadmus foi prometido ainda jovem à cruel e mau humorada Matilda Lonmouth, e apesar dos pesares, teve com ela uma vida longa e feliz, iluminada pelo nascimento de quatro filhos. Matilda não era uma mãe amorosa, o que foi doloroso para as duas filhas mulheres, mas irrelevante para Brandon.

Desde pequeno, Brandon se mostrou uma criança independente, vivaz e de língua solta, que fugia dos pais na primeira oportunidade. Seu comportamento rebelde fez com que fosse enviado para Ponta Tempestade, servindo por alguns anos como escudeiro de Endric Baratheon, muito embora possuíssem quase a mesma idade. Lá, Brandon aprendeu muito, mas também se entediou rapidamente. Assim, aos dezoito anos se enfiou em um navio estrangeiro e viajou até a Baía dos Dragões. Meses como mendigo, sem saber ao certo como voltar para casa, fez o futuro Lord perceber que seu lugar no mundo talvez fosse realmente entre sedas, vinhos e armas forjadas pelo mais nobre aço.

Quando voltou, enfrentou a fúria de seu pai, que preocupado com a segurança de seus domínios, obrigou-o a se casar com a segunda filha da Casa Wylde. O casamento era uma tortura, produzindo quase uma dor física, e os compromissos eram um castigo a mais. Honoria Wylde era uma mulher sem grandes traços e sem qualquer personalidade, mas seja pela pressão do dever ou pelo seu amor pelas mulheres, Brandon teve com ela três filhos: as gêmeas Luna e Lyra, e o pequeno Marvin, cujo parto acabou por tirar a vida da mãe.

Viúvo muito jovem, Brandon não se atreveu a casar-se novamente, e usou um amor de mentira pela falecida para afastar qualquer proposta do pai. Assim, quando as irmãs se casaram e o pai morreu em decorrência de uma forte febre, Brandon assumiu o seu lugar como líder da Casa Penrose de Scrolls, nomeado Guardião do Estreito e reforçando seu juramento para com a casa Baratheon.

Atributos:
Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé: 0

Ramo Principal

- Lord Brandon Penrose, 32 anos, Lorde de Scroll e Guardião do Estreito.
- Sua filhas filhas, Luna e Lyra Penrose, gêmeas de 9 anos.
- Seu filho e herdeiro, Marvin Penrose, 5 anos.
- Sua falecida esposa, Honoria Penrose, nascida Wylde, morta durante o parto de seu filho caçula.
- Seu irmão, ______, ___ anos, Capitão da Guarda.


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Ficha aprovada.
Aguardando envio de trama de casa.
Faça o registro de seu personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado


Última edição por Brandon Penrose em Sab 22 Jul 2017 - 15:39, editado 2 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Galahad Arryn em Sex 21 Jul 2017 - 22:37



arryn;

Nome on: Galahad Arryn
Nome off: Roberta M.
E-mail: robertagalvesd
Sangue: Legítimo.
Região pertencente: Vale.

Características do personagem:
Dotado de uma personalidade insubmissa, muitas vezes se encontra em sérios problemas pelos trejeitos brincalhões de quem compactua a alma com outra pessoa; por ser gêmeo, aderiu muito das características obsoletas do mais novo que sempre acreditou nos dizeres antigos da Casa. Contudo, com todos os malfeitos que lhe acercam, é um jovem imprevisível e maroto, comumente denominado como a Luz do Ninho por desde tenra idade levar alegria ao lar dos Arryn com artimanhas e pegadinhas, detendo um ótimo dom para encrencas era quem comumente arrastava Edwyn para a confusão com a mania incomum de chamar atenção.
Leva suas poucas amizades muito a sério e defende aqueles que o cercam, mas, apesar de todos os seus pontos falhos e dos modos atrapalhados que lhe aderna, Galahad é também um ótimo e dedicado companheiro quando conquistado, e está sempre apto a auxiliar aqueles que ama, seja do modo que for. Maculado pela morte prematura da mãe, declinou-se totalmente sobre o irmão e Alyssa, as pessoas que mais exerce confiança.
Possui um orgulho colossal por ser o futuro Lord, carregando nas veias o sangue Corbray que findara a linhagem com a mãe; sendo um rapazote alegre e expansivo, coleciona amizades pelo Vale, sendo abrangente com os demais Lords e herdeiros, adotando a postura de que não se pode vencer uma guerra sozinho. Só se tiver dragões ou uma águia gigante, como adora pontuar ao falar com Edwyn.
Entretanto, uma ferida sepurosa entreabriu-se na alma de Galahad quando o irmão gêmeo, o redentor de sua calma e paciência, foi enviado abruptamente para Cidadela; transmutou-se ali em um adolescente solitário e socialmente deflagrado, ainda mais pelo expugno do Ninho que não permite grandes demonstrações de amizade - levando em conta o fato de que não se vê muitas pessoas subindo na morada dos Arryn.
Fechou-se, aderindo uma personalidade mais madura e parecida com Artys, escondendo o flagelo mental por ter perdido o irmão em sorrisos lânguidos. Formando um pacto de vida, jurou que jamais permitiria que alguém amado fosse levado embora sem que pudesse lutar contra. Jovem alto, corpanzil delgado, de iris esdrúxulas em tons azuis-ciano, assemelha-se aos demais familiares pelas madeixas que formam cachos grossos.

História do personagem:
Quarto filho de Lord Artys, veio ao mundo trazendo consigo o peso do irmão; Edwyn puxava-lhe o calcanhar. Era isso que a parteira ditara à Wanda Corbray quando entregou os bebês de tez claras e madeixas rubras, contudo, ao retirar os gêmeos por entre as pernas da mãe que sofria em todo o processo, não soubera realmente qual veio antes. O temor pintando os olhos a medida que clamava por ajuda aos deuses, sabia que Artys Arryn não era alguém de se falhar.
Escolhera uma das crias, o que não chorou ao vir ao mundo; Galahad, que acolheu de bom grado em sua inocência o encargo que cabia ao outro. Seria destinado como Lord de Lar do Coração não tendo direito à tal.
Os únicos herdeiros de Artys que conheceram o amor materno durante a infância, vingaram como crianças de saúde forte. Forte até demais, na opinião dos servos que os apelidaram como Faísca e Fumaça, devido as peraltices confeccionadas. Não havia um único canto por todo o Ninho em que ambos não houvessem maculado com as traquinagens e artimanhas, visando sempre os adultos que nunca detinham o conhecimento exato sobre o que fazer. Brigar com eles ou rir das feições de anjo que comoviam sempre que eram pegos no ato? A ingenuidade permitindo que aplacassem brincadeiras exuberantes entre os familiares e serviçais. Muitas das vezes distinguindo-os como as luzes - e o terror - do Ninho da Águia, um local outrora tão sombrio aderindo uma felicidade infantil.
Ninguém poderia demover os trejeitos dos gêmeos que cresceram como um só, muitas vezes tomando as facetas do outro em prol de enganar as pessoas. Jubilavam-se toda vez que o Meistre ou o progenitor não sabia distinguir Edwyn de Galahad, que usufruíam disso ao bel prazer; aos oito anos de idade um embate ocorreu por toda a morada quando ambos os irmãos bateram os pés durante um longo mês diante da negativa do pai ao permitir que adotassem águias - uma espécime adulta colocara os filhotes próximo ao Jardim em um ninho improvisado, os gêmeos adoravam ir até lá ver o animal, porém após alguns dias a progenitora não regressou mais - mas a tia Aileen, interpeliu pelos meninos ditando que seria bom se alguém na família tivesse o símbolo da casa, como tal, Artys permitiu dando dois filhotes. A fêmea ficou sob a mirada de Galie que nomeou-a Arrow.
Entretanto, o teor da infância tem seu findo e as mazelas do crescimento cobram seus preços. O pensamento de se afastar do irmão nunca chegara a trespassar os pensamentos de Galahad, mas Edwyn, aquele que deveria ser o herdeiro do Lar do Coração, seria enviado para a Cidadela e se tornaria um acólito. A amargura destilando o coração dos ruivos. Galahad ouvira os planos de Artys, o corpanzil diminuto escondido sob a mesa do cômodo; pretendia apenas assustar o pai, mas o temeroso seria ele. A mágoa atingindo o âmago.
Não poderia haver um mundo onde Galahad e Edwyn se afastassem. Separar-se-ia do irmão apenas por conta de um castelo idiota? Poderia dividir com ele as terras que pertenciam a ambos. Afinal, o sangue Corbray corria pelas veias.
E se não pudesse, quão mal faria se Eddard desse ao irmão Vila Gaivota? Pouco lhe custaria, afinal, já herdaria Ninho do Águia. Porém, as súplicas de meninos que mal haviam acabado de sair das tetas da mãe pouco foram atendidas. Edwyn partiu, retirado dos braços de Galahad que o detinha com tanto afinco que marcava a pele alva. O rapaz outrora brincalhão cedera espaço ao homem em formação, as missivas por parte da irmã Alyssa sendo negadas veemente, não mais as características brincalhonas. Afinal, aquele que lhe completava a alma estava perdido para sempre.
Transmutou-se assim, focando nos treinos árduos em prol de destruir as particularidades afáveis do gêmeo, jurando que jamais permitiria que alguém amado fosse embora sem que pudesse lutar contra.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: -





Ficha aprovada.
Faça o registro de personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Azor Ahai em Sab 22 Jul 2017 - 0:04

Senhores,

Algumas regras sobre criação de casas e registro de personagens foram deixadas de lado por muito tempo, porém sempre existiram. Contudo, com o crescimento do RPG, novas casas e novos personagens foram surgindo, com isso, algumas foram abandonadas assim como os membros destas, gerando um vácuo na trama da casa, da região e do RPG, respectivamente. Portanto, as tramas das casas devem ser enviadas para o Azor Ahai, antes que a ficha do personagem seja postada neste tópico, vale ressaltar que somente casa com três membros ativos serão validadas. As regras completas podem ser encontradas nos seguintes tópicos: Aqui & Aqui

Obs1: Dúvidas, questionamentos e coisas do tipo, devem ser mandados por MP ou postados no tópico de sugestão, sendo vedado o direito de resposta neste tópico. 

Obs2: As fichas postadas acima não estão sujeitas a aplicação da regra. Contudo, as depois destas, deverão se enquadrar no sistema de casas e personagens do RPG.

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Katarina Wensington em Dom 23 Jul 2017 - 14:21



Pequena Tempestade
Eu sou um lindo bolinho de arroz!
Nome on: Katarina Wensington
Nome off: Fran Viana
E-mail: fraanviana@gmail.com
Região: Terras da Tempestade

Características do personagem:

Katarina é uma garotinha de cabelos loiros e olhos esverdeados, uma boa mistura de seus pais. Assim como a mãe carrega uma beleza genuína e delicada, tendo uma grande vontade de liderança e persuasão para aquilo que acha certo. Porém ela é doce, delicada, bondosa e muito cativante, isso ela pode ter herdado do pai. A pequena Kat é uma criança como todas as outras e diferente das meninas da sua idade ela é criada da maneira mais saudável possível, tendo sempre a sua vontade e faz aquilo que dá vontade, como subir em arvores, ou brincar no jardim.

História:

Em uma tarde ensolarada de primavera, os sinos das torres do castelo de Lorde Wensington tocaram, anunciando o nascimento de seu primogênito. A mucama da Lady Wensington correu de encontro ao seu senhor, para avisa-lo que sua esposa estava para parir, mais o que ninguém sabia era que aquele dia seria o dia mais feliz de suas vidas, porém o mais difícil, já que a bebê não respirava. A pequena menininha de pele branca e cabelos amarelos, não respondia aos estímulos, o que causou tamanho desespero aos pais. Os meistres vieram com intuito de salvar a garota, a parteira e mucama do castelo tentava tudo o que era possível, enquanto o seu pai rezava ao deus vermelho para que salvasse sua menina. Talvez os deuses ouviram as suas preces, pois quando todos pensaram que não haveria mais nada a ser feito até que o choro escandaloso da criança rompeu o silêncio que pairava em todo o castelo e lord e lady Wensington agradeceram, ao deus pelo seu grande e pequeno milagre. Durante muito tempo as noite da  senhora Wensington era sempre muito longas, o medo de perder o seu pequeno tesouro a deixava preocupada e por diversas vezes seus pais se viam velando o sono da garotinha.

Mais para a alegria de todos, desde então a pequena Kat, como é chamada por muitos, cresce com graça, beleza e saúde, sempre enchendo a casa de alegria, correndo para todos os lados, escalando arvores e causando preocupações a sua babá. Hoje com seis anos de idade a pequena Lady Wensington conquista o coração de todos que se aproximam dela e torce para que seus pais a deem um irmãozinho ou irmãzinha, pois como ela sempre diz “Estou cansada de correr sozinha!”.



Atributos:

Criatividade: 5
Força: -
Inteligência: 5
Agilidade: 1
Coordenação Motora: 2
Vigor: -
Oratória: -
Fé: 3






Ficha aprovada

_________________
Katarina Wensington

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Maerys Hart em Seg 24 Jul 2017 - 0:58

Nice to meet you, where you been?

Nome On: Maerys Hart
Nome Off:  Igor da Silva
E-Mail: igorsilva.uff@gmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Tempestade
Características do Personagem: Maerys é um homem de raciocínio rápido e de senso de responsabilidade muito forte. Por muito tempo ele encarou sua família como um fardo e hoje tenta não cometer o mesmo erro que seus pais cometeram. Ele mantém-se presente na vida da família, só aonde vão suas responsabilidades. Sua cabeça sempre está pensando em muitas estratégias de como agir e quando fala é sempre bem pensado. Para isso ele houve os conselhos de seus aliados, das pessoas que confia, mas sua palavra é final. No resto, gosta de estar no controle das coisas, mesmo quando acreditam que não está. Isso se deve muito as palavras que ouviu de seu primo quando era muito pequeno e de seu treinamento há resquícios de sua fé, quase um pré-requisito para a companhia mercenária. Busca ser um lorde completo, preenchendo as lacunas onde os outros falharam. Ele luta muito bem, é um excelente navegador e cavaleiro. Tem fibra para liderança e tato para política. Contudo, sua ânsia por controle por vezes o atrapalha. Tenta ser um pai presente e compreensivo, mas exigente. Conhece mais línguas de Essos do que de Westeros.

Maerys tem estatura alta e está em plena forma física. Devido a seu longo tempo no mar, costuma, assumir um visual mais presente em Essos, raspando dos lados seus fios de cabelo de um loiro quase branco, deixando apenas um pouco de cabelo na parte de cima fechando numa trança. Seus olhos de cor púrpura chamam muita atenção, uma vez que nem seus pais tinham essas características. Seu olhar comumente sonhador e distraído pode surpreender por sua profundidade quando quer. A barba longa, por fazer representa um pouco de seus anos como lorde, sua maturidade. Tem algumas marcas nas partes laterais da cabeça representando os Espadas Vermelhas, sua família e sua fé. Sua pele é pálida, enquanto seu nariz e orelhas se perdem nos detalhes mais chamativos do seu rosto. Gosta de se vestir bem e se sentem confortável em armaduras.

História do Personagem:

Merys nasceu e foi criado para ser o herdeiro perfeito. Desde que ele abriu seus olhos pela primeira vez, seus pais já tinham um futuro programado para ele. Jaehaerys e Lyssenia eram muito ambiciosos, talvez fosse essa a única coisa em que concordavam, seus filhos seriam grandes e isso se projetou na história de seus quatro filhos. Maerys, Rhaella, Matarys e Rhaenys, tiveram uma infância muito toxica, sem nenhum espaço para ser criança. Merys como primogênito teve que começar o manejo de espadas curtas junto de seu irmão, mais novo, desde a mais tenra idade, cerca de seis anos. Mesmo assim suas atribuições já se ampliavam bem antes dos demais. Teve que aprender tudo sobre a história da sua família, dos Targaryen, Westeros e Essos. Maerys odiava tudo aquilo. Ele era uma criança, ninguém poderia culpa-lo. Tudo era intensificado à medida que no Ninho da Fênix, tudo relembrava os seus deveres, a sua família. Quando era pequeno ele fugiu algumas vezes devido a isso, mas sempre era levado de volta pelos guardas que o achavam. Seus pais ainda o davam mais atenção do que os outros, eles queriam um herdeiro e tiveram que forjar um. Como o símbolo da sua casa, que renasce das cinzas, eles mandaram seu filho para o fogo.

Aos dez anos, ele foi enviado para Pentos e teve que servir a companhia mercenária fiel a sua família, os Espadas Vermelhas. O comandante da companhia, Aegon, era um primo, que junto de seu filho bastardo, controlavam seus homens com mãos de ferro. Mesmo sendo do ramo principal da família, Maerys não foi tratado com nenhuma regalia. Inicialmente trabalhando como um pequeno menino que era ajudante do cavalariço, o menino, acabou passando por uma gama enorme de atividades, a medida da necessidade da companhia no seu período de serviço. Depois de Aegon, Maerys teria sido o segundo nobre que há muito tempo entrava na organização, a maioria do seu contingente era recrutados das mãos quentes e de soldados que voluntariamente entrava para companhia. Uma pequena parcela era formada por criminosos. Não era política comum que se aceitassem esses grupos, porém, como muito dos crimes eram punidos em Essos eram punidos com escravidão e a companhia a medida do possível se opunha a essa forma de trabalho, acabava-se aceitando certos refugiados. As regras sempre foram bem rígidas e a hierarquia rígida fazia de tudo para que a injustiça não se perpetrasse. Contudo nada, é apenas perfeição, alguns abusos de poder aconteciam e altas patentes negavam muitas vezes recursos aos injustiçados. Foi num desses eventos que o rapaz se meteu.

Depois de um longo tempo vivendo como um empregado, Maerys começou a se acostumar com aquela vida. Ele não era tratado da mesma forma que quando estava em Westeros, porém tinha liberdade e seus companheiros da companhia o tratavam relativamente bem. Não tinha motivos para ficar com raiva do mundo. Havia aprendido a furtar, pois ela muito pequeno se comparado aos outros soldados e quando passavam nas cidades os soldados combinavam em dividir o dinheiro para não prestar contas para seus superiores. Levou dois anos aprendendo tudo que conseguia naquele lugar, até a chegada de um jovem comandante. Ele era um excelente ladrão, homem ranzinza, amargurado. Foi esse homem que ao descobrir a origem do menino começou a persegui-lo. Assim que o via, começava a contar uma piada, dificultava seu trabalho, ou mesmo derrubar coisas nele. Os outros soldados se divertiam e mesmo que Aegon visse aquilo, nada fez. Aquilo estava lhe atormentando. A um ponto em que ele não pode mais aguentar. Foi então que ele tentou tirar satisfações com o homem. Escolheu uma noite para ir a sua barraca e chamou-o. Maerys estava decidido e o ladrão ao vê-lo pedindo satisfações começou a caçoar dele mais uma vez. O menino pegou uma adaga que havia guardado e surpreendeu ele, cravando a arma no meio do seu estomago, logo abrindo um buraco. Sorrateiro, saiu do lugar. No outro dia todos amanheceram sobre alerta do que havia acontecido, organizaram uma pequena patrulha e nada aconteceu. Aegon parecia saber de tudo, pois logo chamou o menino para conversar a sós. Foi então que ele falou mais de cinco palavras com o menino. – Você finalmente entendeu. Sabe o que meu pai, disse quando ele me deixou no comando dessa companhia? Ele disse que Westeros acredita que é o centro de todo o jogo, mas é porque eles não conhecem Essos. Se você não souber impor respeito ou medo, você jamais vai ser respeitado não importa qual a cor do seu sangue. Seu pai me disse que tu não sabias para o que ele estava te preparando e te mandou aqui. Seja pelo medo ou pelo poder, você tem a chance de curvar seus oponentes. Queres ser um dragão ou um ladrão igual ao passo largo? Essas são suas únicas escolhas.  – Dito isso, deu escolha ao rapaz a ir embora ou ficar no lugar. Maerys ficou, contudo ele deixou de ser um subordinado e se tornou um soldado.

É difícil acreditar que um herdeiro de um lorde ficou quatro anos trabalhando em uma companhia mercenária e Maerys, ficou. Dois anos sendo tratado como um empregado e dois anos se realizando como um soldado. Ele só saiu quando se sentiu pronto para continuar. Quando voltou para casa, ninguém o reconheceu já era um homem. Não ficou muito tempo, porém, assumiu os barcos de sua família e se tornou praticamente um mestre dos mares. Seus pais estavam em conflito, ficaram felizes com seu retorno e depois confusos com sua atitude demasiada livre. É certo que em menos de um ano, eles mandaram todos os demais filhos em períodos de experiência, dessa vez em casas nobres ou com títulos de cavaleiros. Até a sua única filha foi ensinada para se tornar uma mestre em combate. O que acontecesse teria quatro fortes pretendentes a assumir a casa. O plano, deles estava funcionando ao ver que eles se tornavam muito independentes à medida que seus próprios aspectos de liderança surgiam. O primogênito que agora dividia sua vida entre os treinos como cavaleiro e as constantes navegações mercantes realizou uma viagem inusitada. Fazendo um grande desvio para Lys, a pedido de um antigo irmão de armas, acabou se apaixonando por uma jovem meretriz que conheceu no lugar, mas sua paixão efêmera, não teve muito tempo para se desenvolver, pois teve que partir. Ele acreditou que jamais a encontraria de novo.

Aos dezessete anos, Merys e Rhaenys, eram os únicos que ainda não havia se tornado cavaleiro. O primeiro por seu treinamento constantemente interrompido, o segundo por ser o mais novo e por ter começado seu treinamento bem mais tarde que os demais. Foi só que com essa conclusão ele pode ver novamente seus irmãos. Matarys havia se desenvolvido como um homem forte, honrado e já naquela idade era considerado um prodígio na arte da espada. Enquanto Rhaella se transformou numa mulher esbelta, esperta e habilidosa. Maerys começou a olhar ela com um olhar diferente, nesse período, sem, contudo se aproximar, naquele momento. Foi quando todos os filhos estavam longe, que Jaeharys mandou uma carta para eles, anunciando que Rhaella e Maerys, estariam prometidos uns para o outro. Nenhum deles entendeu em primeira instância, mas talvez nunca entendam, pois quando eles chegaram os seus domínios haviam sido tomados pela Praga Cinza.

Seus pais, muitos dos seus familiares distantes e vassalos morreram num episódio conhecido como Cinzas na Chama. A praga havia surgida de um lyseni que havia chegado a um porto da cidade e com pouco tempo se espalhou vitimando muitas pessoas. Como a viagem de volta demorava, todos eles chegaram quando parte da catástrofe havia passado. O que poderia gerar o início de uma briga por sucessão, dividida em facções, na verdade definiu os rumos da casa de outras formas. Cada filho começou a exercer sua função em busca de reparar os danos e conter a contaminação. A participação dos irmãos em táticas que foram em tão curto período de tempo foi impressionante, contudo, Maerys acabou sendo preponderante. Uma vez que sem sua liderança marítima as pessoas não poderiam ter sobrevivido, sem alimento e sem ajuda exterior. Os Espadas Vermelhas ajudaram com força, enviados por seu primo e irmão em armas Aegon. Ele havia provado que muito mais do que primogênito, ele merecia o reconhecimento dos seus e todos os moradores o apoiaram para Lorde e que ele acabou aceitando. O que ficou em suspenso foi sobre o casamento. Uma vez muito religiosos, os sacerdotes não sabiam se aquele poderia ser um sinal que a cerimonia não deveria acontecer ou se o contrário. Por hora, haviam decidido em conjunto suspender e por enquanto o guardião da tocha não teria nenhuma lady. Menos de dois meses depois uma tia avó, uma bastarda, uma especialistas em venenos e magia de Lys, que por isso era conhecida como Serpente Prateada o convidou a ilha. A mulher devia ter muitos anos de vida, mas não demostrava sua idade avançada nem de perto. Logo ela explicou ao rapaz o porquê do chamado. Disse que havia tido uma visão. Foi então que através do fogo, ela mostrou algo, que ele teve que aceitar, mas que nunca contou há ninguém muito menos relatou o que havia ocorrido. Contudo, Arsenia o convenceu de que lhe tinha um presente. Foi então que mostrou que uma de suas asseclas. De baixo do véu, ele viu sua antiga paixão, a lysenis que havia abandonado. Os dois tiveram relações sagradas, das quais viria a originar segundo a Serpente Prateada, uma criança de muito poder. Não foi apenas isso que ela, lhe deu, como prova de sua promessa, lhe devolveu a antiga espada ancestral da família, Verdade, nas mãos de Maerys. Quando ele retornou, foi de consenso que conseguiu convencer todos os sacerdotes sobre a certeza do seu casamento.

O casamento entre Rhaella e Maerys se deu quando ela tinha dezessete e ele dezenove anos. Foi uma cerimônia bem arranjada e muitas pessoas comemoraram muito. A cerimonia teve não só valor político, como um valor simbólico, pois marcou o renascimento da pequena comunidade “valiriana” dentro das Terras da Tempestade. Do casal, nasceram três filhos, dois homens e uma meninas. E hoje eles comandam suas terras, tentando ultrapassar os pequenos encalços que seus costumes acabam proporcionando dentro de Westeros. Como lorde Maerys vem tomando atitudes que busquem quebrar essas barreiras, construindo alianças com as demais famílias. Vê na sua esposa, um apoio com que pode contar sempre, apesar de alguns desentendimentos comuns de suas personalidades fortes e foi ele responsável por nomear seu irmão Matarys como o novo, Pássaro de Fogo, título de honra da família, dada apenas aos melhores cavaleiros da casa. Contando com Matarys, apenas outros dois contaram com esse título, incluindo o fundador da casa. É ele, portanto, seu comandante militar e ambos juraram sua espada ao lorde.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: -
Obs.: Não ultrapasse 16 pontos.

Árvore Genealógica:

+ Lorde Maerys Hart, Guardião da Tocha, Lorde de Ninho da Fênix, 37 anos;
- Sua esposa, Lady Rhaella Hart, ___ anos;
- Seu herdeiro e primogênio, Vyserion Hart,  ___ anos;
- Sua segunda filha, ___ Hart, ___ anos;
- Seu terceiro filho, ____ Hart, ___ anos;
- Seu filho bastardo, Órion, __ anos;

Ramo Secundário:
- Seu irmão, Sor Matarys Hart, o Coração de Fogo, ___ anos;
- Seu irmão, Rhaenys Hart, ___ anos;

Ramo terciário:
- Seu primo, Aegon Hart, Mercenário, ___ anos;
- Sua prima, Alenna Hart, sacerdotisa vermelha, ___ anos;
- Seu primo, Sor Jarherys Hart, ___ anos;
- Primo bastardo, Daeron, Mercenário, ___ anos;


Trama da Casa já foi aprovada por Azhor Ahai

Notes: Rain  Tagged: Nobody for now Wearing: Uniform Newtt Mckinley
THANK YOU WEIRD BY LOTUS GRAPHICS EDITION!



Ficha aprovada


Última edição por Azor Ahai em Dom 30 Jul 2017 - 9:46, editado 4 vez(es) (Razão : Primo)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Mahie Redwyne em Seg 24 Jul 2017 - 18:02




Mahie Redwyne

15 ANOS • LEGÍTIMA • FILHA DO LORDE • CAMPINA
JÚLIA JENEFER(OFF) - MODERADORAA_JJ@HOTMAIL.COM

CARACTERÍSTICAS DO PERSONAGEM


Mahie, embora muito jovem, é totalmente desinibida, astuta e mandona. Seus cabelos são castanhos, como os de todos na campina, pequena estatura e olhos angelicais, escondem na verdade um furacão em formação. Em alguns aspectos, puxou muito ao pai, é perceptível a semelhança com o mesmo. É ótima em persuadir as pessoas, e não mede esforços para conseguir o que quer. Alguns pensam é por pirraça, porém, tem muito mais haver com seu forte gênio. É uma adolescente bem humorada, aparentemente inofenciva, mas como já é sabido, são nos pequenos frascos que se escondem os piores venenos. É teimosa, orgulhosa, uma verdadeira pestinha, por dentro, é claro. Por fora, a aparência angelical e a exímia educação mascaram toda a personalidade forte da morena. Mas sempre consegue sair das situações com maestria, pouquíssimas vezes arcando com as consequencias de seus atos. Apesar de toda delicadeza, tem uma paixão singular por aventura e pelas lâminas, treinando com espadas e adagas sempre que pode, afinal, a ideia de precisar de alguém para defendê-la nunca havia lhe agradado.  

HISTÓRIA DO PERSONAGEM


Mahie é filha do lorde Tristan Redwyne com sua esposa Myrna Redwyne, irmã do futuro herdeiro, Pólux. Fora enviada pelo pai, desde muito nova, para ser educada e criada na campina ao lado de outrasjovens moças, a pedido da própria lady Tyrell, e assim o fizera, aprendendo tudo  o que precisava para ser uma perfeita dama, além, é claro, dos diversos dotes das mulheres da Campina. Sempre soubera da tragédia que assolara a família, com a morte da irmã de seu pai, e como aquilo o afetou, e jurou a si mesma que o ajudaria a encontrar o culpado, embora planejasse o fazer com seu jeito sorrateiro de sempre. Mahie é muito jovem mas isso não faz dela menos astuta. A Redwyne de modo algum planejava ser uma moça frágil e indefesa, muito embora fosse exatamente o que seu exterior demonstrava. Vive quase como uma dama de companhia em terras Tyrell, mas nunca deixou o instinto de proteção de sua família, almejando sempre o que fosse melhor para os Redwyne. Nos intervalos entre sua educação, a moça não perde tempo em treinar com espadas e pequenas lâminas, aprendendo a se defender, apesar de não ser exatamente uma exímia lutadora como pretendia. Provavelmente por falta de alguém que realmente a ensinasse. Gosta de sua vida na Campina, mas também sente falta de conviver com o pai, embora saiba que ele vive de viagens. Apesar de ser ardilosa, sonhava com um casamento que ajudasse a família a ascender, não importando-se se gostaria do noivo ou não. Para ela, aquele era apenas um detalhe.


DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS


Criatividade: - 2

Força: - 1

Inteligência: - 3

Agilidade: - 2

Astúcia: - 3

Vigor: - 1

Oratória: - 4

Fé: - *
ÁRVORE GENEALÓGICA


Arvore da Familia:

- Seu avô Paxter Redwyne ✞
- Sua avó Mina Tyrell ✞
- Sua tia Cyressa Redwyne ( esposa de Joseph Tyrell ) 25 anos ✞
- Sua tia Rowenna Redwyne ( esposa de Artys Arryn ) 31 anos ✞
-  Seu pai Lord Tristan Redwyne, Grande Almirante, 26 anos
- Sua mãe Myrna Redwyne ( Fossoway de nascimento ) 24 anos ✞
- Seu irmão e herdeiro Pòlux Redwyne, 12 anos ( sobre tutela do lord Joseph Tyrell )
- Mahie Redwyne, 15 anos ( atualmente na campina )

 

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Ficha aprovada.
Faça o registro de seu personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado


Última edição por Mahie Redwyne em Seg 24 Jul 2017 - 23:32, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Robard Cerwyn em Qui 27 Jul 2017 - 17:39



Robard Cerwyn


Nome On: Robard Cerwyn
Nome Off: Kaique Cunha
E-Mail: kiq.e3@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Norte
Características do Personagem: Robard è um homem ríspido, amargo e que sempre esta de mau humor. Não tolera ofensas vindas de ninguém, a não ser de seu irmão. È habilidoso com machados e sempre è encontrado treinando nos pátios do castelo, sempre que pode nas horas vagas também procuras prostitutas. Não liga para obrigações de um castelo e afins, e sempre diz que ama na vida apenas cinco coisas: Beber, Matar, Fuder, Familia e o Norte.

História do Personagem: Irmão caçula do Lord Cerwyn, Robard na infância era um garoto diferente de seu irmão, enquanto o mesmo ficava sempre lendo algum livro no seu quarto ou falando de história com sua falecida mãe, Robard ficava no pátio do castelo observando os guardas treinarem com suas espadas, e desde muito cedo já tinha interesse em aprender a cavalgar. Seu pai era completamente feliz antes de vim a falecer, pois tinha dois filhos: um bastante inteligente que no futuro seria o lord de sua casa, e outro que com certeza quando crescesse seria um prodioso combatente.

A mãe dos garotos ficava preocupada quando Robard ia cavalgar durante sua adolescência, entretanto não forcava o filho a ficar no castelo e fazer o que seu irmão fazia. Sendo assim o garoto cresceu já com uma certa habilidade com o que gostava de fazer.
Passados alguns anos os seus pais vieram a falecer deixando os dois agora já homens sozinhos, mas não demorou muito para que o filho mais enfim se cassasse e tivesse um filho, o que veio em bora hora para amenizar a tristeza que ambos sentiam. Agora o irmão inteligente era o Senhor do Castelo Cerwyn, estava casado e tinha um belo filho. E Robard era nada mais que o irmão viciado em sexo e em confusões, adorava ser assim e não mudaria por nada.

Sua casa tinha boas relações com os Stark’s, já que eram seus vassalos e seus vizinhos mais próximos, o que fazia Robard ter muitos amigos em Winterfell, vários cavaleiros nos quais eles sempre se uniam para tomar uma boa cerveja em alguma taberna pelo Norte.

Arvore da Familia:
Lord _____ Cerwyn, 35 anos, Senhor do Castelo Cerwyn
Sua esposa ______ Cerwyn, 33 anos ( Uma Ryswell de nascimento )
Seu filho _______ Cerwyn, 17 anos, futuro herdeiro
Sua filha _______ Cerwyn, 16 anos
Seu irmão Robard Cerwyn, 33 anos ( embora não seja da guarda do castelo, sempre que tem assuntos importantes participa )



Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 0
Fé: 1


Amolado e Pronto
------------------------------------------------------------------------------
@Lilah




Última edição por Robard Cerwyn em Seg 31 Jul 2017 - 23:10, editado 3 vez(es)

_________________
MILD AND READY!

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Vaemond Goodbrother em Sex 28 Jul 2017 - 18:14



Vaemond Goodbrother



Nome on: Vaemond Goodbrother
Nome off: Gustavo Willian
Email: gustavo.tischer33@gmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Ilhas de Ferro
Idade: 33

Características do Personagem: Vaemond é um homem alto, corpulento, de olhos negros como carvão e pele bronzeada pelo sol. Detém uma cabeleira que chega na altura de sua nuca e uma barba negra abundante que esconde seu pescoço e boca. Tende a se vestir com roupas leves negras de algodão, com um casaco de veludo negro e branco por cima e botas de couro. Exibe em sua mão direita o alguns anéis, sendo um de ferro negro com uma gema vermelha, outro de prata com âmbar amarelo e outro de ouro com uma ônix negra.

Mentalmente, Vaemond mostra ser muito calmo para um nascido do ferro o que contrasta também com sua aparência bruta e corpulenta. Quando se enfurece, saia de perto, a não ser que queira acabar sendo surrado ou levando uma machadada no meio do rosto. Detém uma ótima inteligência aliada a uma paciência quase entediante. É um homem honrado, que cumpre com aquilo que assina ou fala. Ambicioso, busca sempre as melhores opções para sua casa e seu povo. Em seus momentos mais leves e sociais limita-se a fumar seu cachimbo e beber um belo caneco de cerveja enquanto observa as pessoas se divertirem ou interagir. É um grande amante de histórias marítimas, tanto de sua nação como de nações estrangeiras. Tem um fascínio pelas riquezas de Essos, Sothoryos e Ilhas de Verão, desejando fazer seu caminho até elas.

História do Personagem: Vaemond não foi o primeiro filho do antigo Lorde de Cornatelo e cabeça da família Goodbrother de Grande Wyk, e como tal estava destinado a sombra do primogênito o que o fez se dedicar em sua habilidades de navegação e no comércio. Desde muito cedo sempre apresentou uma ótima capacidade de julgamento e grande habilidade no convés mas demorou para atingir o cargo de capitão de um dracar devido a sua insistência em ser um homem de letras para ajudar seu irmão no mundo que havia mudado e mostrado sua outra face ao Costume Antigo, desde Daenerys Targaryen.

Com seus estudos, passou a chefiar as minas de ferro da família enquanto seu irmão utilizava os navios para exportar o minério e promover a pesca. A adaptação foi difícil mas conseguiram. Vaemond muitas vezes agiu como um emissário de seu irmão, viajando para outras ilhas do arquipélago e até tentando negócios com outras regiões de Westeros, mas sempre obteve fracassos que foram floreados por vitórias políticas amargas salpicadas de sal, e tudo que tinha naquela ilha era sal.

Tudo ia bem até quando Urron decidiu viajar para o Mar de Verão em busca das riquezas prometidas nas Cidades Livres, mas nunca voltou, tendo o navio atacado por piratas - um triste e cruel ironia - e naufragado perto de Passopedra. Vaemond pensou em vingar-se de tais homens, mas com a política frágil instaurada sobre as Ilhas de Ferro e com o governo da Casa Greyjoy não pôde, ademais, tinha sua família para tomar conta, um filho bastardo para educar e um povo para alimentar.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 1
Vigor: 3
Oratória: 3
Fé: -

Árvore genealógica

Ramo primário:

+ Lorde Vaemond Goodbrother, 33 anos, Capitão do Boa Fortuna, Senhor de Cornatelo,  O Almirante, o Irmão Negro.
+ Seu irmão, Urrond Goodbrother, 36 anos, morto no Mar de Verão. †
+ Sua irmã,  Ashara Pyke, 19 anos, uma bastarda e Capitã do Desespero.

- Seu filho, Davos Pyke, 18 anos, um bastardo e Capitão do Desgraça das Donzelas,

Ramo secundário:

+ Sua cunhada, _____ Goodbrother, 35 anos, da Casa Botley, viúva de Urron Goodbrother.
+ Seu primo, _____ Goodbrother, 25 anos.

Trama de Casa já enviada. Os outros membros já foram chamados e logo virão.

Ficha aprovada.
Faça o registro de conta no tópico de registro de personagens.
Deus Afogado à mando/permitido de Azor Ahai.

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Roose Cerwyn em Sex 28 Jul 2017 - 20:11

House Cerwyn

Nome on: Roose Cerwyn
Nome off: Gleisson
E-mail: warbornlord@gmail.com
Região: Norte

Características do personagem: Roose é um homem prático, ambicioso, por vezes cruel e arrogante, porém bastante cortês e educado. Apesar de sua ambição possui um grande senso de lealdade e compromisso. É um homem de palavra e que dificilmente volta atrás em suas decisões. Está sempre disposto a realizar qualquer ato pela sua senhoria, mesmo atos desonrosos.
Fisicamente é um homem de 1,80 de altura e um corpo musculoso habituado a vestir “roupas de ferro”. Sua pele é clara e o cabelo e barba castanhos circulam seu rosto.

História: Desde cedo Roose foi criado pelos pais com o conhecimento de que se tornaria o senhor do Castelo de Cerwyn. Foi ensinado desde cedo a tomar decisões pensando no melhor para seu povo e para sua casa e nunca apenas em impulsos, isso o levou quando jovem a focar boa parte do seu tempo em ler. Ele conheceria a história, conheceria os líderes antigos e não repetiria seu erros.
Além da leitura, se dedicou muito ao uso da espada. Roose sabia que manter a soberania e autonomia de sua casa iria significar lutar, matar, destruir. Essa era a política de westeros e ele não planejava nadar contra a maré.
Com 20 seu tio Eddard armou um golpe para tomar o castelo para si, assassinando os pais de Roose e planejando um golpe. Entratanto Rosse descobriu a conspiração e atacou o salão principal do castelo com seus guardas leais, esmagando a conspiração antes que ela pudesse acabar. Com seu pai e seu tio mortos, Roose assumiu o controle de Castelo Cerwyn.
Roose demonstrou sempre grande lealdade a casa Stark, sendo sempre obediente com seus suseranos. Afim de formar uma aliança política, se casou com uma Ryswell e anos depois esta o presenteou com o maior tesouro de sua vida, sua filha Lyanna.
Como senhor Roose se comprometeu com a lei e a ordem, os criminosos em sua terra sentiram suas mãos de ferro e sua seriedade para com a integridade de seu povo. Apesar de nunca ter acreditado no que a cavalaria representava, Roose sempre exigiu de seus soldados o comprometimento de um verdadeiro cavaleiro com a Casa Cerwyn e seu povo.

Arvore da Familia:

LordRoose Cerwyn, 35 anos, Senhor do Castelo Cerwyn
Sua esposa ______ Cerwyn, 33 anos ( Uma Ryswell de nascimento )
Seu filho _______ Cerwyn, 17 anos, futuro herdeiro
Sua filha _______ Cerwyn, 16 anos
Seu irmão Robard Cerwyn, 33 anos


Atributos:

Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 3
Oratória:   2
Fé:
© Haymon Derrier para Lotus Graphics


Ficha aprovada.
Faça o registro de personagem no tópico de registro de multicontas.
Deus Afogado


Última edição por Roose Cerwyn em Seg 31 Jul 2017 - 23:13, editado 2 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Vyserion Hart em Dom 30 Jul 2017 - 10:36



Fire in the Darkness

Nome On: Vyserion Hart
Nome Off: João Silva
E-Mail: jserradorcvsilva@gmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Tempestade

Características do Personagem: Vyserion tem 15 anos de idade, sendo relativamente alto para a sua idade com um metro e setenta. Ele tem cabelos prateados e olhos violeta que herdou dos seus pais, a herança Valiriana da família está bem presente nele, sendo que poderia ser confundido com um Targaryen numa época passada. Ele tem pele clara e, devido à sua tenra idade não tem ainda uma barba própria de um adulto.

Vyserion é um individuo corajoso e resoluto, ele nunca desiste seja qual for o perigo ou a importância da tarefa, a sua actuação roçando a teimosia em alguns casos. Ele tem uma postura séria, algo arrogante por vezes, que lhe dá um ar intimidador e autoritário apesar dos seus quinze anos, uma característica que ele usa ao máximo sempre que possível.

Tendo sido treinado desde muito cedo no meio militar Vyserion tem alguns conhecimentos de estratégia, tendo-se provado um líder imprevisível e engenhoso ao longo da sua educação. Essa mente aguçada e criativa estende-se à esfera social, onde ele demonstra com relativa facilidade os seus poderes de persuasão e argumentação.

Em combate a sua arma de escolha é a espada, contudo tem também bastante jeito para a lança e para o arco e flecha, o último devido à sua excelente visão. Em resultado das ligações da família em Essos, Vyserion passou bastante tempo da sua vida no mar, logo sente-se muito à vontade no mar e tem
bastante experiência como marinheiro.

História do Personagem: " Ele estava numa cave. A pequena divisão, situada por baixo das muralhas de Phoenix's Nest, mesmo ao nível do mar, assemelhava-se mais a uma gruta do que a uma cave, a única diferença para uma gruta sendo um enorme portão de madeira onde deveria estar a entrada da mesma. Para lá do portão, o ruído distante das ondas em rebentação na praia era audível, assim como o vento forte que ao passar pelas gretas do portão resultava em sons estranhos e puxados. A caverna estava às escuras excepto por um canto que era iluminado por uma pequena vela pousada numa velha mesa de madeira no lado oposto ao portão.

Na penumbra, ajudado pelos criados do castelo, Vyserion Hart vestia a sua armadura. A blindagem era de muito boa qualidade, encomendada ao melhor ferreiro de Pentos, um amigo de negócios da família, ela representava uma fénix, o símbolo da Casa, com as asas da rapina a constituírem os ombros da armadura que acabava num capacete em forma do bico da ave. Em Pentos, Vyserion tinha ainda conseguido outro objecto, uma mistela do Leste, que se juntasse com fogo libertava somente fumo sem arder, aí ele tinha tido a ideia de besuntar as "asas" da sua armadura para e pegar fogo à mistela para parecer uma verdadeira Fénix em combate, claro que o efeito da mistela durava pouco tempo mas sempre possibilitava uma entrada em grande.

E era isso que ele queria neste momento. Os criados acabaram de montar a armadura e saíram, deixando-o na sala escurecida. Lá fora, na praia o seu tio Matarys estava à sua espera, ele, o sacerdote vermelho do castelo, a sua família e boa parte da população que vivia nas imediações de Phoenix's Nest, estavam todos ali por uma razão, o seu juramento de cavaleiro. Aos 15 anos um juramento desses era raro, contudo Vyserion tinha dado início à sua educação bastante cedo, quando aos 6 anos o seu pai Maerys tinha encarregado o seu irmão Matarys de cuidar do seu herdeiro, aos 8 Vyserion tinha sido feito escudeiro e daí em diante tinha andado com o seu tio para trás e para a frente, indo muitas vezes a Pentos tratar de assuntos de família. Foi enquanto estavam em Essos, nos arredores de Pentos que Vyserion e Matarys foram emboscados por bandidos. Apesar de em inferioridade numérica os Westerosi ganharam, e Vyserion foi capaz de demonstrar toda a sua perícia em combate, de tal forma que o seu tio se ofereceu para o armar cavaleiro no sítio. Vyserion acabou por desconsiderar essa possibilidade já que não queria sofrer a ira da sua mãe que de certeza ficaria fula por não assistir a tal evento, ficou assim combinado, que assim que chegassem a Westeros o rapaz era armado cavaleiro.

Ele aproximou-se do portão. Um cheiro estranho pairava naquele sítio. - "Fogovivo" - pensou Vyserion. Assim que chegara a Phoenix's Nest, Vyserion tinha pedido ao meistre do castelo para lhe arranjar qualquer coisa inflamável para a cerimónia, após o choque inicial e uma explicação de Vyserion o homem tinha revelado um pequeno frasco com um liquido verde que ele tinha apresentado como fogovivo. - "Comprei esta substância em Porto Real há muitos anos após o julgamento verde" - Vyserion havia pegado no frasco. O líquido parecia viscoso e, por trás do vidro transparente do recipiente, tinha uma forte tonalidade verde."Mas cuidado" - advertiu o homem - "apenas uma pequena quantidade, esse líquido é mesmo muito perigoso.". Uma pequena quantidade da substância tinha sido barrada na ombreira do portão, dando aquele cheiro fora do comum. Estava tudo pronto, tudo no seu lugar.

Vyserion pegou na vela que ardia no canto e pegou fogo à mistela que tinha na armadura que imediatamente começou a fumegar, depois, ainda a segurar na vela, deu ordem para levantarem o portão. Quando o portão estava aberto o suficiente para ele passar, Vyserion atirou a vela contra a arcada do portão que pegou logo fogo. O efeito estava completo.

A multidão presente olhava em espanto enquanto ele avançava, por baixo do arco do portão a arder e com a armadura a fumegar, tal e qual uma fénix. No lusco-fusco daquela tarde, enquanto o sol se punha por trás do castelo, Vyserion lembrava as palavras da sua Casa: Fogo na Escuridão.

Ao passar por entre os presentes ele teve de se controlar para não reagir à expressão de espanto na cara da sua mãe que contrastava com a face serena do seu pai, como quem diz: "Bom trabalho rapaz."

Ele ajoelhou em frente ao seu tio. Matarys começou a recitar o juramento do cavaleiro enquanto poisava a sua espada nos ombros do sobrinho:

-"Vyserion da Casa Hart, juras, em nome do Deus Vermelho e de todos os homens aqui presentes, defender aqueles que não são capazes de o fazer por eles mesmos, de proteger todas as mulheres e crianças, de obedeceres ao teu Lorde, ao teu Rei e todos aqueles acima de ti e de lutares com coragem independentemente dos perigos e esforços à tua frente?"

-"Eu juro." "

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: - 4
Força: - 3
Inteligência: - 2
Agilidade: - 3
Coordenação Motora: -
Vigor: - 2
Oratória: - 2
Fé: -

Árvore Genealógica:
- Lorde Merys Hart (Pai)
- Lady Rhaella Hart (Mãe)
- ____ Hart (irmã)
- ____ Hart (irmã)
- Matarys Hart (Tio) - O Coração de Fogo
- Rhaenys Hart (Tio)
-Órion de Myr (irmão bastardo)


Ficha aprovada.
Faça o registro de seu personagem no tópico de registro de contas.
Deus Afogado

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Deckard Cox em Ter 1 Ago 2017 - 14:13



Sor Deckard Cox



Nome on: Deckard Cox
Nome off: Anna Nucci
Email: saviolefla@bol.com
Sangue: Legitimo
Região Pertencente: Terras Fluviais
Idade: 33
Características do Personagem:

Deckard é um homem honrado e também um cavaleiro excepcional, tanto que é muito respeitado nas regiões das Terras Fluviais. Conhecido pela sua serenidade e seriedade perante os assuntos do cotidiano, além do pulso firme quando o assunto é a politica regida em Salinas. Ele atualmente vem buscando melhorar a vida na região qual protege e governa, exercendo ideais de expansão nas questões comerciais. Ele também pode ser descrito como um visionário e pesquisador, sempre estudante sobre as mudanças no mundo. Deckard e apenas um cavaleiro, mas possui o espírito de um Lord de casa nobre.

Na questão aparência, ele é um homem de alta estatura e muito bonito. Possui cabelos longos acima dos ombros, que sempre é visto amarrado. A sua pele e alva e os seus olhos são verdes.

História do Personagem:

Deckard nasceu na pequena cidade portuária de Salinas nas Terras Fluviais, ele era filho legítimo do antigo cavaleiro da casa Cox e protetor de Salinas, Sor Carter Cox. Um homem rígido e muito honrado que criou os seus filhos sob a Fé dos Sete e cavalheirismo, por ser filho mais velho de Sor Carter, Deckard era seu herdeiro natural e futuro cavaleiro de Salinas. Então, por esse motivo ele foi enviado por seu pai para Lagoa da Donzela sede da casa Mooton, onde foi treinado e teve a sua educação complementada pelo próprio Lord do local. Nos domínios da casa Mooton, ele aprendeu tudo o que necessitava saber para que um dia viesse a se tornar um grande líder e protetor para o seu povo. Uma vez tendo o seu treinamento e a sua educação terminada, também após ter servido Lord Mooton como seu pajem e escudeiro, Deckard foi feito cavaleiro pelo nobre e sagrado sob a Fé dos Sete. Retornando para Salinas após isso é passando a viver a serviço de seu pai e da casa Cox, porém, quando Sor Carter perdeu a vida numa viagem ao Vale de Arryn. Deckard ascendeu ao título de cavaleiro e protetor de Salinas, onde permanece desde então.

Na cidade de Salinas ele passou a desenvolver um ótimo governo, sendo reconhecido pelo seu suserano Lord Clive Tully, o senhor supremo do Tridente. Nobre qual ele se tornou um grande e leal amigo, Deckard atualmente rege o controle e a segurança sobre Salinas, tendo sua casa muito respeitada nas Terras Fluviais, mesmo ela sendo uma casa cavaleiresca. Ele não é casado, mas possui um filho bastardo a quem ama profundamente. E sempre está pronto para atender e seguir o seu suserano em tudo que ele se propõe a fazer.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: 1
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 1
Vigor: 3
Oratória: 3
Fé: -

Genealogia da casa Cox de Salinas:

+ Sor Deckard Cox, 33 Anos, Cavaleiro e Protetor de Salinas;
- Seu irmão, ____ Cox, 25 Anos;
- Seu filho bastardo, ____ Rivers, 11 Anos.



Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Deckard Cox em Qua 2 Ago 2017 - 21:17, editado 1 vez(es)

_________________

Deckard Cox
Cavaleiro e Protetor de SalinasLíder da casa Cox 


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Ashara Pyke em Ter 1 Ago 2017 - 14:17



Ashara Pyke de Cornatelo.



Nome on: Ashara Pyke
Nome off: Anna Nucci
Email: saviolefla@bol.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Ilhas de Ferro
Idade: 19 Anos
Características do Personagem:

Ashara é uma jovem de personalidade forte e muito corajosa, que não mede esforços para atingir os seus objetivos. Ela é conhecida na Grande Wyk por ser uma líder nata e também por ser o braço direito de seu irmão em todos os assuntos políticos e militares de Cornatelo, ela apesar de ser uma bastarda e muito respeitada pelos demais nobres da região.

Na aparência física, Ashara e considerada uma jovem muito bonita e por isso costuma atrair inúmeros pretendentes, apesar da mesma não aceitar nenhum. Ela possui uma pele alva e cabelos negros, o seu olhar e cálido e o seu sorriso cativante, mas não se enganem, pois apesar da doçura demonstrada em sua aparência; uma fera reside em seu interior. Sabe aquele ditado, lobo em pele de cordeiro? Essa é Ashara Pyke de Cornatelo.

História do Personagem:

Proeminente da Grande Wyk nas Ilhas de Ferro, Ashara era filha bastarda do antigo senhor de Cornatelo com uma esposa de sal; uma jovem nobre que foi sequestrada por esse mesmo senhor nas Cidades Livres. Fruto da velhice de Lord Goodbrother ela não chegou a conhecer o seu pai realmente, pois o mesmo morreu de forma precoce assim como a sua mãe que perdeu a vida durante o parto da garota, acabando por deixá-la para ser criada e educada por seus irmãos Vaemond e Urrond. Que a criaram e educaram nas melhores condições possíveis na atual configuração política das Ilhas de Ferro, também sob a sua cultura. Afinal, os nascidos de ferro poderiam estar insetos de sequestros e pilhagens em Westeros, mas continuavam um povo duro e mal humorado que ainda dominava os mares conhecidos pelo mundo. Ashara, então, cresceu sob a tutela de seus irmãos e tornou-se uma jovem e corajosa mulher na melhor imagem de uma nascida de ferro, se bem que a sua beleza acima da média rendeu-lhe inúmeros pretendentes. Porém, o único pretendente que Ashara aceitou em sua vida foi o navio Desespero, presente dado a ela no décimo quarto dia de seu nome por seu irmão Vaemond, que tinha se tornado o atual senhor de Cornatelo e líder da casa Goodbrother.

Capitã do navio Desespero, Ashara passou a desbravar os mares assim como o restante de seus parentes. Entretanto, após a morte de seu irmão Urrond durante uma viagem as Ilhas de Verão, ela passou a ficar mais em Cornatelo ajudando o seu irmão a reger o governo sobre a sua casa e terras. Demonstrando para todos os nobres das Ilhas de Ferro que mesmo ela sendo uma Pyke, era tão necessária em sua casa quanto um nobre. Atualmente Ashara se mantém em Cornatelo a serviço de Vaemond, mas sempre que necessário sai em campanhas marítimas com o Desespero. Ela tem um caso com o seu sobrinho Davos, um jovem que cresceu e foi educado junto com ela em Cornatelo. Ele é filho bastardo de Vaemond.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: 1
Força: 3
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 1
Vigor: 3
Oratória: 2
Fé: -

Árvore genealógica

Ramo primário:

+ Lorde Vaemond Goodbrother, 33 anos, Capitão do Boa Fortuna, Senhor de Cornatelo,  O Almirante, o Irmão Negro.
+ Seu irmão, Urrond Goodbrother, 36 anos, morto no Mar de Verão. †
+ Sua irmã,  Ashara Pyke, 19 anos, uma bastarda e Capitã do Desespero.
- Seu filho, Davos Pyke, 18 anos, um bastardo e Capitão do Desgraça das Donzelas,
Ramo secundário:
+ Sua cunhada, _____ Goodbrother, 35 anos, da Casa Botley, viúva de Urron Goodbrother.
+ Seu primo, _____ Goodbrother, 25 anos.




Ficha aprovada
Azor Ahai

_________________
— ❝ Ashara de Cornatelo;
Capitã do Desespero! Goodbrother de Cornatelo! "O coração de uma mulher é como um oceano, cheio de segredos."

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Davos Pyke em Ter 1 Ago 2017 - 16:30



Davos Pyke de Cornatelo.



Nome on: Davos Pyke
Nome off: Nathan Lopes
Email: louco_nathan@hotmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Ilhas de Ferro
Idade: 18 Anos

Características do Personagem:

Davos é um típico nascido de ferro, sério, dedicado e voraz em batalha. Ele segue lealmente a seu pai e a sua casa, tendo certo respeito sob a mesma e a ilha de Grande Wyk, mesmo sendo um bastardo. Na aparência ele é um rapaz bonito e simpático, nesta última menção é mais a sua forma. Possuindo um corpo alto e atlético, com cabelos negros e olhos azuis.

História do Personagem:


Nascido e criado na Grande Wyk nas Ilhas de Ferro, Davos é o filho bastardo de Lord Vaemond Goodbrother com uma nobre senhora da casa Harlaw de Solar Harlaw. Criado e educado por Vaemond, Davos desde muito pequeno aprendeu a ser um grande guerreiro nascido de ferro, sendo educado sob a cultura e tradição dos nascidos de ferro. Ele também cresceu na companhia de sua tia bastarda, Ashara. Uma bela jovem que era irmã de seu pai e também foi educada pelo mesmo; Davos é Ashara acabaram por desenvolver uma relação amorosa anos mais tarde. Porém, não vamos mencionar sobre isso no momento. Ele foi educado e criado por seu pai e no décimo terceiro dia de seu nome, ganhou um navio cujo nome era uma homenagem a um antigo rei nascido de ferro, Desgraça das Donzelas. Sob o navio ele navegou desbravando os mares por algum tempo, entretanto, teve de retornar para casa após a morte do seu tio Urrond, irmão de Vaemond.

Após retornar para casa o jovem passou a servir o seu pai como um de seus capitães de confiança, sempre auxiliando a sua tia Ashara nos assuntos políticos de Cornatelo, quando Vaemond seguia para as suas campanhas marítimas. Atualmente ele permanece em Cornatelo, saindo uma vez ou outra pela costa de Westeros somente para fechar negócios comerciais para a casa Goodbrother. Davos é conhecido e respeitado em Grande Wyk por ser um ótimo capitão é um guerreiro dedicado, mesmo sendo um bastardo é o único filho de Lord Vaemond Goodbrother e possivelmente quem irá disseminar o seu legado.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força: 4
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 1
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: -

Árvore genealógica

Ramo primário:

+ Lorde Vaemond Goodbrother, 33 anos, Capitão do Boa Fortuna, Senhor de Cornatelo,  O Almirante, o Irmão Negro.
+ Seu irmão, Urrond Goodbrother, 36 anos, morto no Mar de Verão. †
+ Sua irmã,  Ashara Pyke, 19 anos, uma bastarda e Capitã do Desespero.
- Seu filho, Davos Pyke, 18 anos, um bastardo e Capitão do Desgraça das Donzelas,
Ramo secundário:
+ Sua cunhada, _____ Goodbrother, 35 anos, da Casa Botley, viúva de Urron Goodbrother.
+ Seu primo, _____ Goodbrother, 25 anos.



Ficha aprovada
Azor Ahai

_________________

Capitão do Desgraça das Donzelas
Goodbrother,

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Sansa Tully em Ter 1 Ago 2017 - 21:51

FICHA PARA IRMÃ DO CLIVE
SANSA TULLY


Nome on: Sansa Tully

Nome off: Letícia

E-mail: flowersle@hotmail.com

Sangue: Legítimo

Região Pertencente: Terras Fluviais

Físico:
Dotada de olhos de um cinza intenso que mesclam-se ao azul escuro, relembram bastante as nuvens tempestuosas em tempos difíceis, tais como a obscuridade do mar, contudo, buscam a cada momento enxergar algo de bom ao seu redor com uma obsessão até infantil. Lábios fartos adornados com um tom rosado natural, maçãs do rosto elevadas, nariz pequenino e empinado, corpo curvilíneo e dotes acentuados por natureza, o que a torna tão voluptuosa muito embora oculte-se através das vestes pesadas. Seus cabelos possuinte de uma tonalidade ruiva em uma mistura alourada - devido a coloração clara - servem para tornar a donzela o centro das atenções, mesmo que não sendo a real intenção.
Magra e alta, ajudaram-a desenvolver uma silhueta extremamente fina, já vitima de semelhanças com Sansa Stark desde o dia de seu nascimento.

Psicológico:
Apesar da idade, Sansa é deveras sábia e controlada. Sendo uma jovem de opiniões firmes que dificilmente é dissuadida ou demovida dos próprios dizeres, sabendo lidar com as pessoas com uma facilidade nata devido a mania irritante de sempre observar mais do que fala.
De postura correta, é deveras leal para com o irmão, auxiliando-o com os ensinamentos que adquiriu nos livros. Por não falar muito, é sempre escutada quando o faz, detendo uma eloquência e sobriedade persuasiva nas palavras que profere; como o pai dizia: "aqueles que pouco ditam, são os que mais agem". A jovem dama se considera auto-ditada, adotando uma gama de áreas no qual se destaca, como tal, usufrui de toda a inteligência em prol dos outros, sendo doce e gentil para quem merece.
Mas engana-se quem crê que os olhinhos azuis, as feições delicadas e os sorrisos fáceis são a única faceta de Sansa que pretende tornar a Casa Tully maior do que já é, unindo-se a Clive em suas empreitadas.
Dona de uma personalidade nobre, pode-se dizer que Sansa Tully, a bela de Correrio, é uma mulher sensata e visionária. Diferente daquela que herdara o nome, Sansa Stark, a Tully se faz ouvir, demarcando presença por onde passa, sendo uma jovem de opinião firme.

História do Personagem:
Sansa Stark fora uma menina ingênua e tola que sofreu agouros e mazelas nas mãos da Rainha Louca e de mais um par de pessoas que blefaram com sua sanidade, corpo e alma. Sansa Tully herdou o nome e a beleza da antepassada, no entanto, nada mais viera oriundo da loba.
A jovem dama possui uma gama de conhecimentos variados, apesar de nunca ter saído de Westeros - muito menos das Fluviais. Criada como um passarinho em uma gaiola, com as asas cortadas e as garras aparadas não teve como elevar em costumes ou deter um aprendizado profundo quanto as maquinações do mundo, vertendo-se aos livros e o humor afiado e sagaz que lhe aderna, contraindo um séquito de detalhes relevantes quanto as pessoas e uma espirituosidade nata em junção do orgulho nortenho.
Mas transpassando as opiniões e dizeres masculinas, Sansa acoplou-se de uma coragem indistinta e derradeira, agarrando-se a capa do pai no lugar de esconder-se sob as barras do vestido de Lianna, como tal, é uma jovem letrada e influenciadora. Apesar das suplicas por parte dos irmãos, a menina continua a seguir um caminho tortuoso, escrevendo a própria história entre vitórias e superações.
Afinal, uma Lady de casa grande nunca perde.
Nascida terceira filha de de Lorde Edmyn, pode-se dizer que foi a mais próxima do homem forte e dedicado à família, o que sucedeu a transferir esse apego aos demais familiares. Sansa detém um respeito cordial e uma amizade forte para com o irmão, especialmente com Lyonel - seu sobrinho - que tem idade próxima. Como tal, fora doutrinada para ser uma Lady perfeita que pudesse auxiliar a Casa nos quesitos matrimoniais, sabendo desde o décimo dia de seu nome que estava prometida a um herdeiro de fora das Fluviais, dando-lhe a chance de desejar mais que as águas turvas de Correrio.
Expandiu-se intelectualmente e fisicamente, adotando horários fixos para o treino com armamento leve, muitas vezes recebendo auxílio de Lordes amigos que tanto apraziam da ruiva que em toda sua gentileza era um atrativo aos olhos e ouvidos com sua voz suave e melódica. Aos quatorze anos, Sansa manteve-se bela e cordial, recebendo propostas tentadoras por sua mão - todas sendo desdenhadas sutilmente.
Não importava se eram Lordes, herdeiros ou homens de influência superior: almejava sair das Fluviais e desbravar tanto o que pudesse. Em seu espírito livre como uma lupina, rigozijava-se ao imaginar o futuro senhor que lhe desposaria como um homem de mente aberta que lhe permitiria fazer mais. Contudo, nunca baseou-se na ideia ingênua que fosse ser tão receptiva, já que nos tempos tumultosos que abordam Westeros, uma mulher necessita ter atributos a mais além de corte e costura.
Com os anos, ganhou uma participação a mais nos conselhos de Correrio e um lugar cativo ao lado do irmão que respeitava e aceitava as opiniões controversas de Sansa, transformando-a em uma dama de voz ativa e sem temores. Deste modo, viu a oportunidade e passou a perceber como os westerosis agem, integrando-se mais quanto aos estudos econômicos e monetários.
Diga à um Lorde como ele deve gerir suas moedas, veja-o progredir e lhe apoiar com veemência.
De extrema amizade e lealdade para com o irmão, Sansa acredita em cada passo que Clive lhe confere, muitas vezes brincando com o mais velho sobre isso: sentir-se-ia uma cega no escuro sem a proteção do Tully, mas sabe que nunca se afastara realmente das asas dele.


Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 1
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé:


thanks fallen angel for this code



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Khalon Rivers em Qua 2 Ago 2017 - 21:05

THE GOLDEN GOLLIAS
KHALON RIVERS


Nome on: Khalon Rivers

Nome off: Igor Silva

E-mail: igorsilva.uff@gmail.com

Sangue: Bastardo

Região Pertencente: Terras Fluviais

Físico e Psicológico:
Muitas das suas características físicas chamam a atenção desde criança, o que foi sempre um pesadelo ou uma benção dependendo da situação. Filho de nobres, sempre se pareceu mais com seu pai. Sua pele alguns tons acima do ébano, é completamente lisa, sem marca alguma do tempo e se desenham nos seus músculos tão torneados que se perdem mais intricadas do que o deserto vermelho. Toda sua cabeça é raspada, com apenas uma fina camada de seu cabelo grosso. Suas sobrancelhas são bem demarcadas, servindo de bandeja seus olhos enigmáticos. Enigmáticos, pois parecem cada hora refletir uma cor diferente. Dizem ser algum tipo de magia provocada pelos imortais outros dizem ser alguma anomalia. É de certo que seus olhos, ora parecem cinza quase brancos, com fundos dourados, ora verdes muito claro outras vezes de um azul bem claro. Todos próximos ao branco. Seu nariz é achatado e largo. Sua barba, muito bem feita e alinhada, cerca sua boca carnuda. Seu rosto termina num queixo forte e demarcado. Suas orelhas são pequenas. E mesmo tendo morado em Qarth por muito tempo, não tem nenhum adereço preso ao seu rosto. Os ombros largos e postura firme denunciam seu treinamento como cavaleiro. Até mesmo um pouco de sua personalidade. É bastante alto, com seus dois metros, musculoso e de uma altivez que impressiona. É considerado um homem belo em Essos e atípico em quase toda Westeros.

Khalon é muito misterioso e solitário. De um coração muito bom, ele tentou ser ao máximo um cavaleiro perfeito, mas percebeu que é necessário se adaptar a duras realidades, em qualquer lugar. É capaz de matar quando necessário e não deseja ferir inocentes ou incapazes. Um sobrevivente está sempre disposto a procurar o que fazer, seja como cavaleiro ou trabalhando como mercenário ou até outras profissões que achar. É pragmático, deseja resolver as coisas o mais rápido possível e quando faz normalmente é pela espada. Foi muito bem instruído, sabe falar muitas línguas e é muito educado com as pessoas. Isso as impressiona e cativa.

História do Personagem:
A história do nascimento de Khalon é uma história de encontros impossíveis, que começa em Qarth. Xalaki Xo Qhiron, um rico comerciante da Rainha das Cidades, sempre foi um homem muito exigente, exigia-se tudo de seus empregados, de seus escravos e isso se transportava para escolha das suas esposas. Ele pretendia se casar com uma das filhas ricas de outro membro dos Treze. Mesmo sendo uma época de recuperações, logo após um longo domínio da Mãe dos Dragões sob a Baia dos Escravos, ambas as famílias estavam muito bem, porque dependiam mais do comercio de especiarias propriamente. Sorte a dele foi ver ainda que sua noiva era linda. Xo Qhiron acreditava ter tirado a sorte grande e suas convicções só aumentavam depois do casamento. Mhyhiriaella era muito bonita, educada e lhe pedir algo muito simples de casamento, filhos, como era costume na majestosa cidade, aceitar um pedido de casamento. Ela o fez feliz e por muito tempo ele ofereceu muitas joias a ela, perdidamente apaixonado. Até que alguns poucos anos depois descobriram que ela não poderia ter filhos. Pelo menos era isso que achavam. Recorreu a tudo, inclusive a casa dos Imortais para ter com sua amada, filhos. Esforço em vão. O comerciante que já tinha seus anos se considerava já velho para ter crianças. Um dos magos, no entanto, disse a ele que seu filho nasceria em Westeros, não em Essos. Não entendendo nada sobre o assunto ele primeiro desacreditou, até que a ideia foi perpetuando-se na sua cabeça e decidiu realizar uma viagem com sua esposa para o outro continente.

Do outro lado, uma senhora de origem dornesa, sofria para dar filhos ao seu marido, todos eles nasciam natimortos, enquanto o pai das crianças, Lorde Deddings, colecionava mais bastardos a cada dia. Tessalya Deddings odiava seu marido, pois ele saia de casa a noite e só voltava à noite, embriagado e sempre lhe oferecia uma surra. Para uma dornesa, aquilo era um completo e total desrespeito que ela não toleraria. A única coisa que a evita de matar seu esposo era a própria ideia de ser morta logo que completasse o ato, pois o lorde era muito amado por seus vassalos. Foi num outono nas grandes Terras Fluviais, no entanto, que sua vingança pode ser concretizada. Um casal muito rico de qartenos passou pelo castelo com sua comitiva e pediram abrigo para pernoitar. Eles foram muito bem recepcionados pelos fluviais e acabaram ficando duas noites. O nome do homem era só viria saber, na mesa do banquete. Xalaki Xo Qhiron, rico comerciante de especiarias e sua esposa Mhyhiriaella. A pele cor de ébano, seu físico poderoso, sua classe ou até mesmo seus olhos dourados atraíram a jovem que relembrou de sua adolescência em sua terra natal. Ele era o total oposto de seu marido. O melhor ainda foi descobrir que sua mulher era infértil. Tessalya fez de tudo para seduzir o homem e conseguiu. No fim daquela noite, ambos estavam dividindo a cama juntos.

Xalaki, já estava quase desistindo quando chegou às terras dos Deddings. Ele e sua esposa já haviam tentado várias vezes, ter filhos. Eles se preparavam para voltar a sua terra, sabendo que iria se vingar do mago, quando foi seduzido pela senhora. Entregou-se imaginando o quanto era errado e a desejando. No dia seguinte tratou de ir embora com sua esposa, não sabendo se era aquele um sinal de que esperava. Foi surpresa de ele descobrir dois anos depois que tinha um filho em Westeros.

Tessalya teve Khalon num dia chuvoso, os rios transbordavam e o terreno nas Fluviais estava perfeitamente fértil. Traxler Deddings passou todo o tempo imaginando que o filho era dele e tomou uma surpresa ao ver o menino. Nasceu um bebê de pele de ébano, seus olhos enigmáticos pareciam cinza e seu cabelo era encaracolado. Mesmo que parecessem um pouco com sua mulher, ele sabia que com ele não era. Foi então que ele se recusou a dar seu nome à criança e o registrou como um bastardo. Inicialmente a dornesa apanhou muito pelo que fez. Apesar das perguntas do lorde, ela nunca revelou quem era e como vivia bêbado ele não lembrava. Também não conseguiu bater na criança, nem sacrificá-lo, pois era um covarde. Tessalya foi cada vez se apaixonando mais pela criança e estava sempre com ela quando podia. Cantava canções de ninar até ele dormir. Deu-lhe o nome de Khalon. Mesmo amando a criança e percebendo que seu marido o aturava percebeu que se não o tirasse do lugar logo, não sobreviveriam. Ela pediu a uma das poucas amigas que tinha para leva-lo ao seu pai, dispondo de toda a economia que tinha. Um cavaleiro amigo acompanhou a moça na longa viagem. Naquele momento já havia se arrependido da vingança que tentou cometer, não pelo seu marido, mas pelo futuro incerto ao qual jogou seu próprio filho.

Em Qarth o comerciante, aceitou o menino e os guardiões em seu palácio os hospedando e tudo foi explicado a ele. Tendo em suas mãos uma situação difícil, olhou profundamente para o menino e não havia como negar que era seu filho. Sabendo disso ele aceitou o menino. O cavaleiro que veio com a mulher foi embora e ela permaneceu como uma servente dele no palácio, pois pelo contrário, seria morta ao chegar na sua terra natal. Khalon foi criado inicialmente como um servente, pelo menos até os sete anos. Até a esposa de Xalaki revelar que sabia sobre o menino e que o perdoava. Foi nesse momento que seu tratamento no lugar mudou, ele passou a ser tratado como um futuro herdeiro. Recebeu a melhor educação que o dinheiro poderia comprar, só andava com as melhores vestimentas, tinha liberdade, mas era sempre acompanhada de sua ama, a mulher que havia chegado com ele anos antes. Khalon, era um rapaz curioso, gostava dos livros e muito em explorar. Quando saia do palácio, muitas vezes acompanhava seu pai, porém sua parte favorita da monstruosa cidade era o porto. Ficava muito tempo no porto, onde conhecia pessoas dos mais diversos lugares. Ele foi criado para acreditar que sua mãe era Mhyhiriaella. No momento em que teve um confronto com um grupo de ladinos percebeu que precisava aprender a se defender. Ouviu falar dos cavaleiros de Westeros e quando solicitado pode ser treinado por dois ao mesmo tempo. Foi feito cavaleiro só aos dezenove.

Sua vida de riqueza começou a se despedaçar quando fez dezessete anos. Mhyhiriaella, que há anos tentava ter um filho, finalmente conseguiu. O menino, que nasceu logo tomou conta de toda a família e aos poucos Khalon foi perdendo seu espaço. Ele não entendia o motivo, pois acreditava ser filho legítimo, até que foi revelado pelo seu pai e pela sua guardiã que não era exatamente assim. A situação que ficava cada vez mais crítica teve seu estopim aos seus vinte anos, quando foi expulso do palácio. Seu pai lhe deu uma quantidade exorbitante de moedas de ouro que tirou em Braavos e por um tempo passou a realizar alguns trabalhos na cidade, ajudando comerciantes. Foi intérprete na Baía dos Escravos. E ao sofrer algumas vezes o risco de ser escravizado, viajou para Westeros.

Sabia que seu sobrenome Rivers, significava que sua mãe era das Terras Fluviais, portanto, logo foi parar na região. Foi, contudo, sem sorte em conseguir informações sobre ela. Percebeu que precisava de dinheiro, mesmo assim algo para arrecadar moedas, o que para ele era quase impossível. As pessoas constantemente o chamavam de dornês e parecia não gostar do povo da região. No seu vigésimo quinto aniversário, recebeu uma carta e mais presentes de seu pai. Estava na Campina, quando uma comitiva chegou a ele. O filho de seu pai havia morrido, temendo ele ser castigo dos deuses, decidiu enviar um pedido de desculpas, na esperança que ganhasse seu perdão. Uma armadura feita de bronze, banhada em ouro completamente adornada com detalhes de pedras preciosas e figuras de guerra. Dois belos garanhões diretos do Mar Dothraki e uma bela e excelente espada. Teriam eles sido reforjados de dois Arakh de aço valiriano. Inicialmente foi difícil manter esses pertences, provocando mais problemas do que soluções. Porém o homem aproveitou para se tornar finalmente um cavaleiro, de modo que no final esse acabavam por se tornar seus únicos pertences. Tornou-se um cavaleiro andante, um mercenário e um espada de aluguel. Servindo sua espada a senhores que estavam despostos a aceita-la e que mantivessem ordens honradas. Serviu muitas famílias na Campina e costuma estar comumente nela. Vive destes trabalhos irregulares e da participação de torneios. Tendo ganhado alguns de menor expressão. Quando a situação aperta, conta com a ajuda de algumas pessoas que conheceu ao longo da caminhada, pessoas humildes que estão sempre dispostas a ajuda-lo na Baixada das Pulgas.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: --


thanks fallen angel for this code



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Dyanna Fowler em Sex 4 Ago 2017 - 22:30

Nome On: Dyanna Fowler

Nome Off: Vitor

E-mail: warbornlord@gmail.com

Sangue: Legitimo

Região: Dorne

Caracteristicas: Dyanna Fowler é uma guerreira dornesa. De fato, a garota adora lutar e adora matar. Treina com armas todos os dias e ama desafiar alguém para a enfrentar. Sua sede por sangue e adrenalina é enorme e isto a leva a ser impulsiva muitas vezes e agir sem pensar. É bastante violenta e vê misericordia ou abstenção de conflitos como um ato de covardia.

Fisicamente Dyanna possui uma beleza dornesa. Com cabelos curtos e escuros e olhos igualmente escuros. Possui um corpo atletico devido aos seus constantes treinos fisicos, porém não possui curva exageradas. Não é uma mulher alta nem baixa e é bastante ágil. Seus olhos são sempre enigmáticos, variando entre um olhar malicioso para o olhor de uma predatora a procura de uma vitima.


História: Dyanna é a filha mais velha de Gethin Fowler e sua esposa Arianne e a herdeira de alcanceleste e foi criada como tal. Recebeu uma excelente educação e muitas lições de etiqueta quando jovem para saber se portar publicamente, embora ela prefirisse ir ao pátio de treinamento treinar com armas ou correr pelo castelo, onde adorava escalar as torres e muralhas.
Quando jovem se envolvia em muitas brigas devido ao seu sangue quente e embora muitas vezes perdesse sempre voltava a brigar. O sangue roinar era forte em suas veias.
Teve sempre uma grande admiração por sua tia Yolanda, via ela como uma mulher forte e respeitavel e esperava um dia poder ser como ela.
Durante a fúria dos desertos, sentiu que era a hora de assumir sua posição como herdeira de Alcanceleste e apoiar seu pai em cada uma das decisões tomadas durante aquele dificil período. Período que foi muito doloroso para Dyanna, a garota era apaixonada pelo seu primo Cahir Yronwood, morto por uma multidão de plebeus durante uma rebelião.
A lança de Dyanna esteve ao lado da espada de seu primo Olyvar quando a multidão foi massacrada para resgatar o corpo de Cahir. Tal evento marcou uma grande mudança na vida e temperamento de Dyanna. Ela ficou amargurada e sombria e sua sede de sangue ficou maior do que nunca.
Ela passou a admirar e pedir para o pai apoiar o tio Arving Yronwood que possuía mãos de ferro para o governo diferente da benevolente Elia. Dyanna festejou ao saber da morte de Lady Yronwood e da ascensão de Arving em Paloferro.
Acompanhou o primo Olyvar Yronwood em algumas viagens em nome do Principe Rylon e se tornou indestrutivelmente leal ao principe roinar.


Atributos:
Criatividade: 1
Força: 1
Inteligência: 3
Agilidade: 4
Coordenação Motora: 4
Vigor: 2
Oratória: 1
Fé:


Ficha recusada
Obs: Seguindo orientações da Casa Fowler, a ficha
da presente candidata foi recusada, sob alegação
de preservação da árvore genealógica da família.


Última edição por Dyanna Fowler em Ter 8 Ago 2017 - 22:38, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Daella Hart em Sex 4 Ago 2017 - 23:01


F I C H A
Daella Hart

Nome On: Daella Hart
Nome Off: Ana Brito
E-Mail: anniebbonney@outlook.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Tempestade

C A R A C T E R Í S T I C A S
do Personagem

Astuta e sagaz, Daella é uma westerosi loira com seu corpo ainda em formação. Possui olhos púrpuras característicos dos Hart que, por vezes, ganham um tom tão azul quanto o céu (principalmente quando mexe com o oculto). Curiosa, Daella é capaz de tudo para saciar sua vontade de conhecer e entender o mundo. Por ser bem nova, ainda não possui o necessário para de considerar uma garota com juízo, podendo, vez ou outra, fazer alguma bobagem. No mais, tenta ser responsável e é muito receptiva para com o que o mundo tem a oferecer, sem preconceitos.


H I S T Ó R I A
do Personagem

    Desde a primeira lufada de ar que adentrara em seus pequenos pulmões, o futuro da Hart já estava praticamente traçado. Bem como os pais de seu pai tinham feito, Maerys e Raella Hart não pegariam leve com seus filhos, queriam crianças capazes e sagazes que viessem a, algum dia, tomar seus lugares e fazer o nome da família ecoar por todo o reino. Por isto, independentemente de ser uma menina, Daella fora colocada para treinar junto ao seu irmão.
    E, antes mesmo de se tornar uma verdadeira mulher por meio da menarca*, Daella já sabia muito bem como empunhar uma espada, atirar com arco e flecha além de defender-se bem em lutas corpo a corpo. Por serem uma família mercante, a Hart também tem conhecimento das mais variadas línguas, desde o alto e baixo valiriano até mesmo o a língua comum dos andalos, bem como, também, um pouco de cada uma das diversas línguas de Essos, visto que a família tem suas origens no continente e fazem questão de se lembrar de tal fato.
    E, apesar do que se espera da filha de um casal de lordes, Daella nunca se interessou em aprender, de fato, as habilidades básicas que todas a mulheres do reino deveriam aprender: costurar tecidos, cantar doces canções, tocar instrumentos e ou dançar. Dessas, a que demonstrava o mínimo de interesse era a dança, pois achava-a uma bela expressão corporal de arte.
       Ainda bem nova, Daella conheceu sua tia bisa-avó bastarda, Acernia, mundialmente conhecida como a serpente prateada. A mulher, apesar da idade, parecia ser bem mais nova que o sobrinho-neto, Maerys. Tal fato surpreendeu a pequena Hart que passou a admirar a feiticeira e ascendeu a curiosidade da mais nova para o oculto. Arcenia se aproximara da família principal antes mesmo de Vyserion nascer, quando Maerys decidiu reforjar a espada "Verdade" de sua família, em duas, devido ao seu tamanho. Uma para o próprio Maerys e outro como presente para sua esposa, Rhaella Hart.
   Desde então, Arcenia se vira com passe livre para visitar o Ninho da Fênix visando aumentar ainda mais seu laço com a família principal. Durante as visitas, Arcenia rapidamente notou o tino de Daella para com o oculto e começou a ensinar um pouco do mais básico dos conhecimentos que tinha, iniciando a pequena Hart no ocultismo.
    Quando Daella completou quartoze anos, durante uma das visitas de Arcenia às Terras da Tempestade, decidiu ir para Lys junto da tia-avó com o intuito de ser aprendiz da mulher. Apesar dos protestos de sua mãe, muitíssimo protetora para com seus filhos, a não mais tão pequena Hart conseguiu passe livre para seguir seus estudos com Arcenia, contanto que retornasse para casa o mais brevemente possível, iniciando, assim, sua primeira grande aventura.

*Menarca - Primeira menstruação

D I S T R I B U I Ç Ã O
dos pontos

Criatividade: 1
Força: 2
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: 1

Á R V O R E
genealógica

Seu pai o Guardião da Tocha e Lorde do Ninho da Fênix, Lorde Maerys Hart ;
Sua mãe, a bela e indomável Lady Rhaella Hart;
Seu irmão, o guerreiro,  Vyserion Hart;
Sua irmã, a doce Rhaena Hart;
Seu tio, o Coração de Fogo, Matarys Hart;
Seu tio, o bravo, Rhaenys Hart;
Seu meio-irmão, o bastardo, Órion de Myr;
Sua tia bisa-avó, a Serpente Prateada e bastarda, Arcenia.



Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Daella Hart em Sab 5 Ago 2017 - 13:11, editado 3 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Rhaella Hart em Sab 5 Ago 2017 - 12:16

LADY DO NINHO DA FÊNIX
FIRE IN THE DARKNESS, DARLING

Nome on: Rhaella Hart
Nome off: Roberta
E-mail: robertagavesd@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Tempestade

Características:
Rhaella é uma dama em todas particularidades da palavra, exercendo com fundamento e eloquência os quesitos que abrangem ser uma Lady, no entanto, é uma mulher irrevogável quando se dita o quesito independência, abarcando os conhecimentos da sobrevivência no mundo; coisa que comumente é negada as nobres. Desbravou Westeros em tenra idade, doutrinada nos quesitos controversos de Dorne ao Norte.
Ambiciosa, possui uma lábia ímpar que se molda com perfeição a personalidade ladina e maliciosa. Ao esgotamento de sua tão desejada paciência, mostra as presas como ninguém, tornando-se auto-ditada o suficiente para utilizar todos os meios como arma para atingir os seus objetivos, onde sua persistência toma conta, a transformando em um ser dotado de extremo orgulho e egoismo, massacrando os outros com todos os meios cabíveis.
Bela e vaidosa; tais caraterísticas se mesclam entre o físico e o psicológico da linda loira de olhos cor púrpura e pele tão alva quanto a rainha da noite; a lua de brilho cândido e suntuoso, cujo todo o esplendor enfeita a cortina penumbrosa que envolve o teto divino, os céus. Tais como os raios rutilantes de grande vivacidade e fulgor, a chama da volúpia queima dentro da Lady, que procura estar sempre atenta a tudo que envolve seus interesses.
Suas maçãs faciais confeccionam um tom róseo delicado, aparentando sua superioridade; os lábios desenhados que formam um coração ― como Maerys gosta de ditar ― entram em junção com ombros macilentos que evidenciam as longas madeixas platinadas que pendem-se até o quadril delicado. Rhaella possui uma compleição esbelta e curvilínea, que mantém em pleno vigor devido os treinos constantes.
A mulher de feições angelicais mascara os reais intentos, resguardando o amor para os filhos e sendo indiferente ao demais; sendo estes, suas crias, o centro de seu mundo. Capaz de morrer e matar, detém um forte apego para com os caçulas e um senso de proteção latente. Sofrera em demasia quando o mais velhos saíram de casa, tornando-se um ser dotado de frigidez até a volta dos filhotes. Como tal, caracteriza-se como uma mulher imperiosa que não mede esforços para ascender as crias.
Detendo um falho para com a libertinagem, nunca escondeu os encontros furtivos para com o irmão Matarys, comumente elucidando o fato nitidamente.
Sendo o braço direito do marido nas decisões, usufrui dos conhecimentos westerosis para tal, sendo uma erudita tão boa quanto empunha espadas; deste modo, recebeu parte da espada ancestral da família, chamando-a de Perdição. Sendo uma mulher de livros, armas e costura.

História do personagem:
Os dedos deslizavam pelas pedras geladas, as íris púrpuras contraindo com a escuridão sepulcral que lhe abarcava. Rhaella Hart prostrava-se majestosa defronte o busto entalhado da mãe, a mulher que deveria proteger e a jogara aos leões em tenra idade. Não passava de uma menina que sequer desabrochara, com um sorriso a brincar nos lábios comumente rubros; a Lady do Ninho da Fênix excomungou-se de toda a culpa. O archote a lhe proporcionar uma visão estarrecedora das feições de Lyssenia.
- Olá, mamãe. Espero que esteja gostando das acomodações, sei o quanto odiava este lugar e queria ser enterrada nos jardins. Uma pena não ter seus ossos junto das flores. - Rhaella pairou próximo da escultura, a sombra sendo projetada como um anjo da morte por toda a cripta. - Mas deve ficar imensamente lisonjeada ao saber que, enfim, casei-me com Maerys. Sim, o seu querido herdeiro desposou a sua filha amada, ao menos ele me deu três crias. Seus netos são adoráveis, Daella é um tanto insubordinada, mas Rhaena e Rhaegar? A senhora os amaria. Tenho certeza que Rhaena trará muitas honras para esta Casa, mas Rhaegar é meu bastardo com Matarys. Sim, mamãe, presumo ter o seu gosto voraz. Para quê me contentar com um se posso ter dois? Ou três, nas minhas boas noites.
A Lady declivou as falanges na primeira camada do vestido que arrastava no chão, o rosto contorcido em uma carranca ultrajante. Há muitos anos não ia até a redoma dos mortos, desde que era uma criança e necessitava esconder-se dos flagelos do pai; não que o homem fosse ruim, ao contrário, era um progenitor zeloso e formidável. Rhaella era a filha mais próxima, aderindo os trejeitos e particularidades de Jaehaerys, infiltrado-se em cada pormenor que é ser uma nobre de sangue valiriano em um mundo onde usurpadores governam.
- Jarherys vem muito aqui, mamãe? O cretino acha que falar com os mortos traz algum tipo de bênção, devo citar que ele tornou-se um ser dotado de superstições e fanatismo, os momentos de incertezas em nossas viagens e a falta de uma mulher para aquecer a cama lhe surrupiou parte da sanidade. Mas devo a vida ao homem, por infindáveis vezes salvou-me com não mais que uma espada velha e um centelho de coragem. - suprimindo um riso, a descendente de valíria encobriu os lábios com a mão, apercebendo-se da cicatriz irregular na palma.
Havia ganho a marca na pele ― junto de várias outras ― em uma aventura particularmente dificil nas Ilhas de Ferro, onde um dos piratas bastardos cismara que foder uma mulher de cabelos brancos traria sorte e bonança.
Atraiu a morte.
Enquanto tentava arrancar os cordões dos calções da Hart, a dureza a mostra resvalando nas coxas da menina que mal sabia sobre a vida; Jarherys fincara a espada no estômago do maldito bastardo, cessando o reboliço. Desde então, Rhaella dedicara um respeito reverente, afinal, o pai não poderia colocar a tutela da única filha sob as garras de uma pessoa que não pudesse a defender, e pelo Deus Vermelho, como ele o protegeu até que pudesse empunhar a própria espada.
Viajaram de Dorne até a Muralha, a dama saindo do Ninho aos doze anos à mando da própria mãe. O irmão mais velho, Maerys, fora enviado à Pentos; Matarys à Braavos e Rhaenys à Lys e sabe mais quantos locais. E a mulher que um dia tomaria a frente da Casa, fora enviada para Westeros; conhecendo, mapeando e desvendando os costumes do povo aos nobres.
Aprendera sobre as estripulias dornesas, a honradez latente do Norte e como uma pessoa pode perder uma briga facilmente no frio ― ainda tinha um sério ressentimento para com a Lady Dustin, o exibicionismo da Campina e a boçalidade dos homens de ferro. Saberia dizer com exatidão cada diferencial nos Sete Reinos.
Gostaria de ter conhecido Essos, mas era em Westeros que vivia e com os tempos tumultuosos, as águas turvas e as areias escaldantes por vir; era de extrema utilidade saber onde estavam e com quem lidavam.
- Passei cinco dias do meu nome longe das Tempestades e quando voltei, me deparo com você moribunda. Mas foi adorável não ter que enfrentar a sua falsa cordialidade, mamãe. Mas seria aprazível falar mais com o pai, alguém precisava doutrinar o Maerys. Mas fiz bem o meu papel, não é? O homem é de extrema amabilidade comigo, e bem, não estou indo negar que ele aquece com maestria os meus lençóis. - a luz do archote tremeluziu comovendo um esgar na Lady. Havia concedido a mão para Maerys, arcando com os quereres de Jaehaerys que arquitetava o casamento entre os irmãos desde que ambos não passavam de crianças. Não fora uma grande surpresa e nem empecilho, o Lord atual virara um homem garboso que acatava os dizeres da senhora. E bem, lhe dera os maiores tesouros, aqueles que detinham seu coração: Viseryon, Daella e Rhaena.
Contudo, apesar do carinho compartilhado, Rhaella também encontra o amor nos braços do outro irmão: Matarys, o Coração de Fogo, que detinha um bastardo com a Lady. Era em seu enlace que Rhaella encontrava a calmaria, tão divergente de quando estava com Maerys e era a própria tormenta.
- Herdei mais de você do que gostaria. Muito mais. - com um sorriso lamuriante nos lábios, Hart pelejava com a raiva contida por décadas. Era uma guerreira mas também uma mulher de palavras firmes, tão parecida com a mãe.
Mas rogava ao Deus Vermelho que não caísse nos sérios problemas recorrentes da loucura que permeava os remanescentes de Valíria, a mesma instabilidade que acometeu a Lyssenia. Enroscando as falanges na base do archote, Rhaella compeliu um último olhar para as criptas antes de ascender no castelo.
A Lady que nascera em um dia comum, sem tempestades, frio ou calor transmutara-se em uma mulher irreverente. Que passara os mais diversos problemas nas caminhadas por Westeros, mas guardava com amabalidade esses dias na memória.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força: 2
Inteligência: 4
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé:

LADY •• PERDIÇÃO •• WILL MOZÃO ••


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Allyria Redfort em Seg 7 Ago 2017 - 2:14

I FLEW TOO CLOSELY TO THE SUN THAT'S SETTING IN THE EAST
[size=10]AND NOW I'M MELTING FROM MY WINGS
[/size]

Nome On: Allyria Redfort
Obs¹.: A mudança de nome já foi solicitada
Nome Off: Carolina Azevedo
E-Mail: its-pure-sweet-girl@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Vale de Arryn



Perhaps hopeless isn't a place, nothing but a state of mind
[size]



Possui uma estatura média. Seu cabelo loiro acobreado possui fios que são longos e lisos. Possui suaves olhos amendoados e grandes, que vistos de longe seriam o retrato perfeito de um olhar inocente. A pele é branca, macia e a jovem procura mantê-la constantemente perfumada. Possui um nariz perfeitamente reto e pequeno. Seus lábios são rosados e carnudos.  

É bastante amigável, carismática e divertida, procura sempre ser gentil com todos, pois sempre pretende despertar admiração naqueles com quem se relaciona, mesmo que seja em apenas um único encontro. É bastante comunicativa e, aparentemente, um jeito espontâneo, sem exagero, mantém o seu comportamento, muito podem descreve-la como engraçada e simpática, mas mesmo assim enxergam-na como uma dama cortês. Costuma ser carinhosa com animas e com quem possui uma forte afinidade.  

Raramente possui um comportamento instável, geralmente é muito calma, mas quando irritada pode sem aviso se tornar ameaçadora. Quando deseja consegue também ser bastante intimidante. Quem a conhece bem, sabe que na verdade é calculista, e possuis planos geniais. O seu lado vingativo é algo que o pai costuma admirar quando não o afeta. A avó e as servas mais próximas de Allyria sabe como ela é uma boa jogadora, e isso, inclusive, é até mesmo uma estratégia da mesma, pois costuma gerenciar os relacionamentos a sua volta com uma imensa porção de vontade e energia. Tem o hábito de revidar com sarcasmo quando é alfinetada.



[/size]
They told me once, "There's a place where love conquers all"
[size]



Para o senhor e a senhora de Forte Vermelho não havia nada mais forte do que eles chamavam e conheciam como amor. Eram apaixonados um pelo o outro desde que ele havia conhecido a mulher em um baile de máscaras na Campina, durante a adolescência, ela era de uma casa pequena e não muito rica, os rumores sobre ela eram horríveis, e quando os pais estavam prestes a exilá-la, Lorde Redfort pediu-a em casamento, mesmo ela sendo alguns anos mais velha. O casamento prosperou, ela lhe deu três filhos homens, mas após a morte do primogênito eles nunca mais foram os mesmos. Meses após a morte do filho, Lorde Redfort ainda era assombrado pelas lembranças de como a doença misteriosa foi levando a vida do filho aos poucos. Como mãe, Andromeda Redfort achou intolerável acompanhar enquanto o filho morria, no começo perdeu a sua fé nos sete, todo o Vale comentava que havia até mesmo aderido a uma religião que louvava demônios, depois começou a beber demais, bebia tanto que perdia o controle dos seus próprios atos e então cometia adultério. Quando apareceu grávida mais uma vez, o senhor de Forte Vermelho não estava muito animado com a notícia, afinal, todos comentavam sobre a infidelidade da senhora sua esposa. Ela vivia pois jurava que a criança que carregava na barriga era a salvação para o casamento deles, mesmo que duvidasse, o Lorde permitiu que ela tivesse essa esperança.  

Quando ela finalmente concebeu a criança, não houve dúvidas para ninguém, pois mesmo ensanguentada a filha de Andromeda se parecia muito com o Lorde Redfort. O nome escolhido havia sido Allyria, em homenagem a uma mulher bonita que o pai havia visto na corte uma certa vez. O homem adorou a filha, desde o primeiro momento em que segurou ela nos braços, já a mãe, teve sentimentos muito diferentes a respeito dela. A senhora do Forte Vermelho havia amamentado todas os seus filhos, exceto a sua caçula, havia dormido na mesma cama que os seus dois primeiros filhos para cuidar melhor deles, mas fez questão em colocar Allyria em um quarto separado e pedir para que criadas cuidassem de sua filha. O senhor de Forte Vermelho nunca estivera tão distante da mulher quem outros tempos havia sido sua amada, Andromeda costumava ser doce, preocupada, cuidadosa com os filhos, sua pele e seus olhos eram brilhantes, o seu cabelo era o mais perfumado e bonito, mas agora, ela era  fria, distante, só se preocupava em beber, sua pele era pálida, seus olhos foscos e o seu cabelo sem vida. Ela havia mudado, era quase como se fosse outra pessoa.  

Durante uma visita da casa Redfort a corte, em Porto Real, Andromeda foi encontrada em um ritual, em que foi deduzido que era contra a família Targaryen, é claro que a família real não viu isso com bons olhos. Como era uma nobre, e é claro, após o pedido do Lorde Redfort, a mulher não fora executada, porém foi condenada a um exílio perpétuo. Na verdade, tudo havia sido um plano armado pelo senhor de Forte Vermelho, que desejava a anulação de seu casamento, mas ele não desejava que Andromeda fosse executada em frente aos filhos, se isso acontecesse, ele temia nunca se perdoar, ele sabia das práticas da mulher, e que ela trocava cartas com algumas pessoas da capital, por isso não perdeu a chance de delatá-la.  

Allyria havia visto a mãe pela última vez aos cinco anos. Despediu-se dela com um abraço apertado e observou ela desaparecer no horizonte dentro de um navio que ia em direção a um lugar onde ela desconhecia. Ela não derramou muitas lágrimas depois disso, diferente dos irmãos, que choraram pelos dois anos seguintes, o que fez com que Allyria crescesse achando que eles não passavam de dois molengas. Mas, apesar de tudo, se divertia com eles. A garota Redfort, passou a sua infância tentando fazer com que os irmãos não pensassem muito na mãe. Por isso gostava de passar tempo com eles, mesmo que não fosse tão boa cavalgando no pátio, ou lutando com espadas de madeira, sempre tentava fazer o melhor possível para que eles não passassem muito tempo sendo melancólicos. Então, Allyria também passou bastante tempo tentando ser divertida.  

Recebia muita atenção, dos irmãos e do pai, quando pequena, isso acabou mimando-a. Sempre gostava de ser o centro das atenções. Se havia um jantar, queria tocar harpa ou cantar para os convidados, se havia um baile, fazia questão de que todos a olhassem enquanto ela dançava sozinha, se iam caçar, ela queria ir junto para mostrar para todos os outros lordes como que, para uma garotinha da sua idade, sabia cavalgar muito bem. Isso acabou afastando ela dos irmãos, porque apesar de não ser muito boa com espadas, lanças ou flechas, era bastante inteligente e carismática, e isso todos notavam. Assim como notavam como seus irmãos eram excelentes quando vestiam uma armadura e entrava em um combate, ela odiava quando a atenção era dirigida a eles.

A pessoa de quem era mais próxima era a avó, que sempre fez com que Allyria pensasse que ela era a favorita de todos. Isso gerava algumas discussões com o seu irmão do meio. O mais velho sempre teve mais paciência e mais simpatia por Allyria, mesmo que às vezes achasse a irmã um pouco egocêntrica e tenebrosa. O pai dizia que não tinha um filho favorito, mas sempre bajulou mais a filha mais nova e sempre fez com que ela se sentisse especial, enquanto todo o resto sempre estaria um degrau abaixo dela.  

Quando tinha dez anos o pai decidiu que era hora de viver uma nova história de amor, com outra mulher, por isso começou a cortejar uma prima viúva, a qual começou a roubar a atenção do pai de Allyria. Ela também tinha filhos, aos quais todos diziam que eram homens perigosos. Ao se aproximarem do Lorde Redfort, começou uma rixa entre os possíveis herdeiros do Forte Vermelho, claro, Allyria por ser mulher, estava afastada desta disputa, talvez fosse por isso que independente de ser filha ou não do Lorde, ela era tratada bem pelos irmãos e pelos filhos da prima do pai.  

Caiu na realidade. Não se sentia mais especial, ou como se fosse única. O pai, na visão da garota, só tinha olhos para a prima viúva, e quando não estava prestando atenção nela, estava admirando as habilidades dos garotos Redfort, os irmãos haviam caído em uma disputa, e raramente se concentravam em conversar com ela, a avó e as outras mulheres Redfort mais velhas eram sua única companhia. Allyria se sentia mal. Nunca seria herdeira do pai, disso ela sabia e nem teria uma vida muito emocionante, mas se recusava a aceitar a ideia de acabaria como aquelas velhas senhoras do Forte Vermelho.








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Criatividade: - 3
Força: -1
Inteligência: - 4
Agilidade: - 1
Coordenação Motora: -1
Vigor: - 3
Oratória: - 2
Fé: - 1
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Árvore Genealógica:
- Lorde __________ Redfort -  40 anos - Lorde de Forte Vermelho
                                 - Seu filho - Lorde __________ Redfort - 22 anos
                                 - Seu filho - Lorde __________ Redfort - 17 anos
                                 - Sua filha - Lady Allyria Redfort - 14 anos de idade
- sua mãe viúva, Lady __________ Redfort
- sua prima viúva, Lady __________ Redfort
                                 - Seu filho - Lorde __________ Redfort - 24 anos
                                 - Seu filho - Lorde __________ Redfort - 16 anos
                


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mingi


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Megg Cerwyn em Qua 9 Ago 2017 - 16:14

MARIA LEONOR

ange.sky.doris

17 anos

Megg Alexandra Cerwyn

Nome on: Megg Cerwyn
Nome off: Maria Leonor
E-mail: dorinhaneta@outlook.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Norte

Características:

Com 1,71m de altura, Megg possui cabelos tão loiros que parecem raios de Sol e pele tão clara quanto porcelana. Seus olhos azuis são jóias brilhantes que iluminam o ambiente e seu corpo escultural e delicado completam seu ar angelical. Apaixonada por artes, a caçula dos Cerwyn adora cantar e desenhar. Sempre se veste com as roupas mais bonitas que a modelam. Resumidamente, é uma representante da feminilidade nata. A menina é um amor de pessoa, sempre querendo o bem de todos e prezando pela segurança daqueles que ama. Seu coração é puro, tornando-a até um pouco ingênua, mas ela não é de nenhum modo burra. Megg tem garra e uma coragem em seu interior que ela mesma desconhece. Ela gosta da sensação do vento batendo em seu rosto e sonha com sua liberdade, quando poderá correr pelos campos sem temer a nada. Infelizmente, seus deveres lhe chamam e o que mais teme e ter que se casar com alguém que não ama.

História do personagem:

Há 16 anos, um som de choro de uma recém-nascida pode ser ouvido perpetuando no Castelo Cerwyn. Uma pequena lady nascera e seu primeiro respirar havia se completado. Sua bela mãe olhava-a com um sorriso, feliz por ter aquela pequena criatura em seus braços. A mulher ainda era jovem e acabara de ter seu segundo filho, agora uma menina loira de olhos azuis. Assim que a aconchegou em seu colo, a bebê se acalmou e ficou a observá-la. De repente, um novo rosto aparecera em seu campo de visão. Esse era um homem, também jovem na época, e a olhava com seriedade no rosto, porém com a felicidade em seu olhar. Esse era seu pai, Roose Cerwyn. Assim deu-se o primeiro sorriso de Megg, a qual estendeu seus pequenos bracinhos para sua figura paterna.
Em sua infância, a garota foi agraciada com tudo de bom. Recebia vários presentes, brincava pelo castelo e passeava pelos estábulos. Seu riso alegravam a todos e seu carinho pelos animais era adorado. Seu irmão, um ano mais velho, por vezes implicava com a garota, mas ela nunca ficou brava com ele realmente. Seu coração mole não lhe permitia. Teve a melhor educação possível para que viesse a se tornar uma lady. Aprendeu a costurar, teve aulas de canto e de pintura. Aprender a ter bons modos e a se portar de forma educada não foi difícil para ela. Ela gostava de ser doce e tentava ao máximo nunca ser indelicada.
Os anos foram passando, a menina Cerwyn agora já era uma moça. Sua beleza era invejada pelo seu povo e muitos homens a almejavam. Porém, Megg era alheia a tudo isso. Não se importava com os olhares feios de seu pai quando ela o atrapalhava em alguma reunião só para dar-lhe um beijo, na verdade, até achava engraçado sua seriedade. Sua mãe contava-lhe histórias de seu povo, os Ryswell. Tinham algumas características diferentes das do Cerwyn. Embora vivesse em um ambiente muito rígido, a jovem lady era feliz. Seus pais gostavam de satisfazer-lhes os desejos e não deixavam que ninguém a tratasse mal. O problema foi quando o sangue da menina veio e ela soube que em breve teria que se casar e, muito provavelmente, com alguém que não conhecia. Ela não demonstrava sua inquietação para ninguém e, quando percebiam sua estranheza, a garota tratava de abrir seu habitual sorriso e responder que apenas estava pensando na história de um de seus livros, já que a leitura era uma das coisas que ela mais gostava de fazer em seu tempo livre.
Seu problema se agravou quando, em seu aniversário de 16 anos, ela conheceu alguém que despertou-lhe um sentimento. O pior, era por uma mulher. Megg descobrira algo sobre si mesma que jamais pensara ser possível. Ela tentou reprimir aquilo que sentia, focando no seu dever como lady e na felicidade de seus pais. Infelizmente, isso acarretou em uma tristeza em seu olhar que, mesmo as pessoas não notando, estava ali e, muito provavelmente, ficaria para sempre.

Atributos:

Criatividade: - 3
Força: - 1
Inteligência: - 2
Agilidade: - 1
Coordenação Motora: - 3
Vigor: - 3
Oratória: - 2
Fé: - 1





Ficha aprovada
Azor Ahai

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