Os Sete Reinos

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Os Sete Reinos

Mensagem por O Corvo em Qua 8 Mar 2017 - 22:31

Relembrando a primeira mensagem :


Ficha de inscrição

Regras Gerais

Buscando simplificar o acesso aos grupos de cada região e até mesmo ao tão sonhado título da nobreza, o JDT desenvolveu uma ficha de inscrição para apresentar os aspectos essenciais da personalidade e da trama de seu personagem. Queremos conhecer sua história, mas queremos lhe dar espaço para desenvolvê-la com o decorrer do tempo, alterando o necessário, acrescentando o que entender melhor e enriquecendo sua experiência aqui. Assim,quando da construção da sua ficha, basta observas as regras a seguir:

01. Para que sua ficha seja aceita, será necessário Nome e Sobrenome. Ex: Richard Collins. Logo, todas as informações devem ser preenchidas de forma correta, não aceitaremos nome de personagens que fujam do padrão. Ex: Cold_Miller ou Broon.Carter. Caso seu personagem seja UM BASTARDO RECONHECIDO pelo genitor nobre, poderá usar os nomes dados aos mesmos em cada região, quais sejam:

Norte = Snow
Vale de Arryn = Stone
Terras Ocidentais = Hill
Terras da Coroa = Waters
Terras da Tempestade = Storm
Terras Fluviais = Rivers
Campina = Flowers
Ilhas de Ferro = Pyke


02. O personagem que morrer, entrará para o grupo dos Mortos, não podendo postar fora de Para-lá-da-Muralha.

03. Não se esqueça de determinar a região de Westeros a qual seu personagem pertence. Norte – Vale de Arryn – Terras Ocidentais – Dorne – Terras da Coroa – Terras da Tempestade – Terras Fluviais – Campina – Ilhas de Ferro.

04. Não se esqueça de dar um cargo ao seu personagem. Você pode encontrar nossa lista de cargos clicando aqui.

05. Cada cargo receberá um salário pré-determinado. Você pode encontrar os salários de cada cargo clicando aqui.

06. Apenas os cargos que detêm mais poder terão suas vagas reguladas. Em virtude disso:
a) Cada player PODERÁ POSSUIR ATÉ TRÊS CONTAS LORDS/LADY ou SENESCAL (YI-TI).
b) Cada player SÓ PODERÁ POSSUIR UMA CONTA NO PEQUENO CONSELHO, e está conta NÃO ENTRARÁ na contagem do item anterior.
c) Caso seja seu desejo ADOTAR UMA CONTA JÁ CRIADA, deve-se sempre observar a regra do primeiro item.


07. Cada player poderá escolher até três habilidades inciais. Isso significa dizer que nas três habilidades escolhidas, os players receberão de imediato o nível 03, seguindo o aprimoramento a partir dai. Dentre essas habilidades, deve-se obrigatoriamente escolher UMA HABILIDADE CRIATIVA, UMA HABILIDADE FÍSICA E UMA HABILIDADE DE CONHECIMENTO. A lista de habilidades você pode encontrar clicando aqui.

08. É proibido que um mesmo OFF tenha mais que 2 (duas) contas Lorde/Lady numa mesma região (reino), a menos que os seus personagens se tornem por progresso na trama dos mesmos.

09. A história de seu personagem teve possuir no mínimo 250 palavras. Textos menores que isso não serão lidos/avaliados.

10. Você deverá distribuir 16 pontos entre os atributos pré-estabelecidos. Fichas cuja distribuição ultrapassar 16 não serão lidas.

11. Fica proibida a criação de fichas para casas nobres (grandes ou menores), magistrais, cavaleirescas ou clãs com menos de três membros vivos e ativos.



Lannister, Targaryen, Baratheon, Stark, Tyrell... são apenas raios de uma roda.

Sete Reinos

Aqui se reúnem as fichas das pobres almas que povoam os Sete Reinos.

[MODELO DE FICHA]

Nome On: (Nome do Personagem)
Nome Off: (Seu Nome e Sobrenome)
E-Mail/Skype/Instagram: (Para contato)
Sangue: (Pode escolher entre Legítimo ou Bastardo).
Cargo: (Ocupação do seu personagem)
Habilidades Iniciais Escolhidas:(1 física + 1 de conhecimento + 1 astuciosa)
Região Pertencente: (Região de origem do seu personagem).
Características do Personagem: (Descrições físicas, psicológicas, atributos, entre outros que possam caracterizar seu personagem).
História do Personagem: (Breve resumo da trama que deseja criar para seu personagem)
Árvore Genealógica:(Opcional)


Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: -
Força: -
Inteligência: -
Agilidade: -
Coordenação Motora: -
Vigor: -
Oratória: -
Fé: -


Última edição por O Corvo em Qui 1 Jun 2017 - 18:43, editado 2 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Andrik Belmore em Dom 13 Ago 2017 - 8:52



O Som da vitoria...


Nome On: Andrik Belmore

]Nome Off: João Câmara

E-Mail: jo.henrique.c@hotmail.com

Sangue: Legítimo

Região Pertencente: O Vale

Características do Personagem:  Andrik é desprovido de cabelos por quase toda sua vida,se lembra de ter um pouco em sua infância mas começou a perde-los na adolescência. Talvez por esse fato sua cabeça pareça um tanto quanto "redonda", fato que faz as pessoas o chamarem de "Lord Ovo", nunca na sua frente claro. Apesar desse detalhe o resto de seu físico é invejável, já que no auge de seus 28 anos possui 2,07 metros de comprimento e pesa seus gloriosos 122 quilos, distribuídos em um corpo extremamente musculoso. O Senhor de Cantoforte gosta de usar normalmente roupas leves, que não fiquem muito apertadas em seu corpo, mas ao mesmo tempo adora sua armadura negra com destaques para o enorme brasão dos Belmore, os cinco sinos estampados em seu ombro direito. Possuidor de um senso de responsabilidade grande esta sempre disposto a ajudar seus homens, e claro sempre pronto para atender o chamado dos Arryn, apesar disso sempre pensa em sua casa acima de tudo. Por ter conseguido o posto de Senhor de Cantoforte mesmo sendo mais novo que seu irmão, se considera alguém merecedor de todas as dadivas do mundo, e mesmo que tenha que tomar a força algumas delas ele ainda pretende pega-las. Tem um certo encanto curioso pelos chamados "dragões", e pretende ir até as terras da coroa um dia para conhece-los.

História do Personagem: Andrik é o segundo filho do antigo lorde de Cantoforte, Walter Belmore. Nascido em uma noite negra e quente as pessoas dizem que seu choro pode ser ouvido em todo o vale, seu irmão certa vez lhe disse que nunca ouviu nada tão irritante como os barulhos daquela noite. Sua infância foi relativamente normal, criado para ser um homem honrado mas por ser o mais novo nunca almejou ser o futuro senhor de Cantoforte. Seu pai foi uma das pessoas mais duras que conheceu e por esse motivo com seus 17 anos Andrik quis sair de casa, viajar e conhecer o mundo. Passou por mais de 9 anos em tal viagem e nesse tempo conheceu todos os lugares que sempre sonhou, retornando somente quando soube da noticia da morte de seus progenitores. Ficou toda a viagem sabendo que seu irmão seria nomeado o novo senhor de Cantoforte, mas por algum motivo este lhe cedeu a honra em troca de que pude-se ser o senhor da guarda, claro que tal acordo foi aceito sem problemas. Quando subiu ao cargo de lord Andrik passou a fazer seus exércitos treinarem como nunca, mesmo em tempos de relativa paz ele deseja estar pronto para eventuais batalhas, pensamento compartilhado por seu irmão mais velho. Suas viagens lhe renderam o conhecimento para saber que o mar fica mais calmo antes de uma grande tempestade, por isso tende a se preparar sempre par o pior. Como a maior parte de sua vida não esperou ser alguém como um domínio só seu, seu sonho quando menor era ser um guerreiro famoso, por isso desde que se lembra treina com dois machados de guerra usando um em cada mão. Seu treinamento aparentemente mostrou seus resultados quando o jovem tinha seus 17 anos e passou a crescer de maneira incrível, passando dos 2 metros com 20 anos. Agora com seus 28 ainda treina regularmente, e espera que logo possa usar seus machados.



Criatividade: 1
Força: 6
Inteligência: 1
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 1
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé:  0-




...
------------------------------------------------------------------------------
@Lilah



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Daeron Blackfyre em Seg 14 Ago 2017 - 13:34

Nome on: Ronan (atual) | Daeron Blackfyre (atualizando)
Nome off: Fabiano
Email: fabiano_portal@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Coroa
Idade: 18 Anos

Características do Personagem:

O Daeron em termos de aparência pode ser descrito como muito bonito, tendo cabelos brancos e olhos violetas característicos de sua linhagem sanguínea. Apesar de ter 1,84 m e músculos bem definidos, não é excessivamente musculoso, seu porte físico tendendo mais para o esbelto. Sua arma favorita é o arco e flecha, mas devido sua posição social e treinamento, também é proficiente no uso da espada longa, do escudo e da adaga

Muito da personalidade de Daeron foi moldada devido a criação que recebeu. Ele é um rapaz calmo e de movimentos refinados, que gosta de sorrir levemente, mas que dificilmente o fará de orelha a orelha. Inteligente e perspicaz, ele gosta de analisar as pessoas ao seu redor e suas motivações, além de analisar a si mesmo para entender suas próprias motivações e até mesmo controlar seus lados mais escuros, que procura manter escondido abaixo da superfície. Apesar de seu exterior calmo ele é ambicioso e orgulhoso, tendo um temperamento tão forte quanto o de sua mãe, forjado pela mesma durante sua infância. Fã de música, carne e cerveja forte, usa o sexo para dar vazão aos seus distúrbios secretos, distúrbios esses que fazem com que ele sinta um certo nojo de si mesmo, quando permite sua imaginação correr solta.

História do Personagem:

Devido o extermínio de sua família paterna e a distância com seu tio e primos maternos, sua verdadeira lealdade jaz consigo mesmo, com sua mãe e para com sua irmã. Ambicioso e orgulhoso, o jovem partilha do sonho de sua mãe de se tornar um conquistador, mas em segredo vai ainda mais além, desejando governar tudo que há debaixo dos céus algum dia. O que é irônico considerando que ele não conhece muita coisa fora das Terras da Coroa. E por isso ele deseja viajar, viajar e conhecer novos lugares, culturas e ainda mais importante, magias. Sim. Magia.

Desde pequeno lhe foi embutido o orgulho de ser um Blackfyre, e que um dia eles retornariam a montar em dragões. Ao estudar a história de sua família e dos dragões, a criança se deparou com um tópico muito peculiar, magia. E isso a encantou ainda mais do que montar em dragões. Afinal de contas magia era algo que pertencia a si, ao seu próprio ser, enquanto mesmo que um dragão fosse uma criatura que pudesse ser domada e usada, e se tornar sua, mas ainda assim continuaria sendo uma força, um poder externo.

Essa linha de pensamento resultou em algo inesperado, a falta de religiosidade. Apesar de ter descoberto que os seguidores de certas religiões recebem certas habilidades magicas, o rapaz sempre desdenhou de todos eles, afinal essa habilidade não pertencia a eles, e sim aos deuses que as concediam. Assim, apesar de acreditar na existência de deuses, jamais se permitiu adorar algum deles. O poder que ele desejava seria seu, e apenas seu. O fogo particularmente o encantava, e o rapaz já se via no futuro sendo aclamado com o Fogo Vivo.

Seu interesse no tema, apesar de não receber completo suporte de sua mãe, fez com que a mesma trouxesse de Essos Pyros, um homem que se dizia ser um piromante. Afinal de contas, se eles tinham o sangue forte o suficiente para domar dragões, porque não seriam capazes de domar o próprio fogo? Assim, o jovem começou a aprender a arte da piromancia, vindo a se tornar um piromante amador com o passar do tempo.

Devido o temperamento forte de sua mãe, o rapaz nutriu durante grande parte de sua adolescência uma mistura de amor e ressentimento para com ela. Ressentimento devido o fato dela ter exterminado sua família paterna, pela dureza de seus treinamentos, pelas palavras ríspidas e sarcásticas quando ia mal em algum aspecto, pelas punições recebidas quando a desrespeitava e também para aliviar sua própria consciência. Aliviar sua consciência dos pensamentos libertinos e amor pervertido que sentia. Para eliminar a culpa que sentia, ele a transferiu para ela.

Enquanto por fora o jovem parece um príncipe ideal, tanto quanto nas suas capacidades, comportamento e ambição, dentro de si ele faz o que pode para controlar seu lado que mantinha escondido. Ter crescido sem uma figura paterna, mas com uma mãe tão forte e linda não seriam suficientes para atiçar nele os desejos proibidos que sentia. Mas ela não facilitava. As servas e servos do castelo pareciam ser lanches para ela, era o que o rapaz pensava. Como poderia ele não perceber nada sobre o comportamento sexual de Visenya após tantos anos? Impossível. E ler como seus antepassados casavam entre irmãos foi a faísca final para ascender a chama interior. Primeiro, com sua própria irmã é claro. Tão pura, gentil e doce. Ao contrário de si que treinava no caminho da guerra, ela aprendia sobre governo, economia, política. Linda como a mãe. E quando ele visse a ser rei, não deveria ela ser sua rainha?

Apesar do Daeron de quatorze anos nutrir esses desejos e pensamentos, ele nunca deu voz ou fez algo sobre isso, passando a adotar métodos simples e temporariamente eficazes para controla-los. Deitar-se com meninas lindas da ilha e imagina-las sendo sua doce irmã. Aos dezesseis, sua perversão avançou mais um nível, quando resolveu se deitar com a mesma serva que sua mãe havia se deitado na noite anterior. Nesse ponto se sentiu tão próximo da mulher que o trouxera ao mundo, ao mesmo tempo que a imagem da matriarca começou a tomar seus pensamentos, dividindo o espaço que antes pertencia somente a Rhaenyra.

Agora aos dezoito ele estava na taberna da cidade com seus “amigos” e Pyros. Não por diversão. Mas para se afastar do castelo durante essa noite que sentia seu sangue e desejos ferverem como nunca. Sabia que precisava ir embora logo, se afastar da família que amava tanto. Precisava encontrar uma mulher capaz de fazê-lo tirar aquelas duas de sua cabeça. Mas não queria isso de verdade, queria? Não sabia. Mas sabia que o que sentia e desejava era errado, e agora se tornara perigoso até mesmo fazer uso das servas do castelo, pois sentia seu autocontrole esmaecer ao pedir para que elas imitassem uma certa pessoa naquela hora.

Como um príncipe Blackfyre ele nasceu em um berço de ouro, invejado pela maior parte da população e provavelmente até mesmo pelos poucos "amigos” que sentavam na mesa a sua frente. A maioria deles eram levemente mais velhos que o nobre real, sendo integrantes da Companhia Dourada situados na Ilha de Gaara. Nenhum deles possuía algum cargo alto na companhia, mas anos atrás foram escolhidos a dedo dentre os melhores recrutas para se tornarem parceiros de treino de Daeron.

Olhando para os homens rindo e brincando ao seu redor enquanto ele próprio tomava uma golada em sua cerveja e mantinha um sorriso leve, seus olhos estavam frios. Enquanto apreciava o sabor forte daquela bebida barata, se sentindo levemente embriagado e relaxado, ele pensava que essas pessoas não entendiam a responsabilidade que ele carregava em suas costas. Não entendiam que o topo era um lugar solitário. Não entendiam quantas horas de suor e até mesmo sangue foram derramadas para que ele alcançasse as habilidades marciais que tinha. Não entendiam o tempo necessário para aprender sobre história, política, guerra, etiqueta. Não entendiam que uma vida calma e simples jamais faria parte das suas possibilidades. Não entendiam que falhar não era uma alternativa, pois falhar era sinônimo de morrer.

Não que ele estivesse reclamando. Pelo contrário, ele se sentia agradecido e orgulhoso de sua ascendência Valiriana, de ser um dragão entre homens. Se sentia orgulhoso da posição que ocupava. Se sentia orgulhoso de suas ambições. Do que era capaz. De si mesmo. Mas enquanto ele se sentia afiado como uma espada recém forjada, pronto para cortar e atravessar quem aparecesse em seu caminho, ele também nunca havia sido testado, posto a prova. E isso o incomodava. Desde novo ele havia sido imbuído de todo esse orgulho, mas o que ele julgava ser um excesso de proteção nunca o permitiu viajar para longe e testar suas habilidades.

Até mesmo suas idas àquela taberna era algo que desagradava sua querida mãe, mas os argumentos sobre a necessidade de conhecer seus homens e o povo a quem viria a governar algum dia, além de sua própria teimosia, a convenciam de deixar esses costumes passarem. Os únicos comentários feitos por ela nos dias de hoje a respeito desse habito eram - Se engravidar alguém, mando matar. Se faltar com suas responsabilidades amanhã, mando te açoitarem.

E ele sabia que isso era bem verdade, como a experiência comprovara. Suspirando, ele olhou ao seu redor para procurar seu alvo dessa noite, alguém que pudesse amenizar o fogo que sentia.

Árvore genealógica

+ Sua mãe, Princesa Visenya Blackfyre, 37 anos, Princesa de Ilha da Garra e Senhora da Baía dos Caranguejos.
 - Seu pai, Lorde Aeron Celtigar, 26 anos, morto por envenenamento. †
 - Ele, Príncipe Daeron Blackfyre , 18 anos.
 - Sua irmã, Princesa Rhaenyra Blackfyre, 17 anos. (livre)

16 Pontos:

Criatividade: 1
Força: 2
Inteligência: 3
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 1
Vigor: 3
Oratória: 3
Fé: -
Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Brandon Cerwyn em Ter 15 Ago 2017 - 19:59

Rhaegar Storm
Com: ---; humor: ---; vestindo;--.

Nome On: Rhaegar Storm
Nome Off: João
E-Mail:  jo.henrique.c@hotmail.com
Sangue: Bastrdo
Região Pertencente: Terras da Tempestade

Características do Personagem: No auge de seus 17 anos não á sequer uma pessoa que diga que ele tem o sangue Hart em suas veias, algumas duvidariam até mesmo que ele é um humano comum. Seus cabelos outrora prateados e longos agora se encontram raspados, deixando somente seus olhos rubros como prova do sangue de seu pai. Sua altura e peso são as normais para um jovem de sua idade, medindo 1,72(Um metro e setenta e dois centímetros) e pesando 58kg não se destacaria muito se fosse "normal", oque com toda certeza podemos dizer que ele não é. Todo o corpo do jovem é coberto por marcações, que nada mais são que desenhos de ossos, órgãos e partes vitais do corpo humano estampadas em sua pele, como se mostrassem seu interior. Tais desenhos deixam o garoto com uma aparência assustadora para a maioria das pessoas, mas ele as ostenta cor orgulho pois sabe que se fizer delas uma fraqueza ele poderá ser facilmente derrotado por ofensas e coisas futeis. Sendo assim normalmente gosta de roupas largas, que possam mostrar a totalidade de suas marcações. Mas sabe se portar em uma armadura.

"Um guerreiro forjado pelas chamas do senhor da luz". Tais palavras foram ditas no dia em que Rhaegar recebeu suas marcas na pele, e é assim que seu pai gostaria que ele fosse, mas o ceticismo se mostrou maior que a fé, fazendo do garoto um infiel. Com um temperamento calmo e lucido é bastante amigável e receptível, principalmente quando quer algo. Já não se importa mais com comentários a respeito de sua aparência, e normalmente os ignora ou até mesmo brinca quando os ouve. Adora a arte da guerra e sempre que pode gosta de ler sobre grandes guerreiros, e no futuro almeja se tornar um deles. Apesar da calmaria tem em mente que o mundo é um lugar horrível, e por passar pelo que passou sabe que as pessoas não medem esforços para conseguirem oque desejam, então acabou por agir assim também, não se importando de pisar nos outros para alcançar seus objetivos,  fazendo isso sempre com um sorriso no rosto. Tem um apego por seu pai e familiares, mas não os ama como a si mesmo, e por isso coloca seus objetivos sempre a frente de qualquer um, mesmo seu progenitor.


Historia: Seu nascimento foi uma das datas mais comemoradas por Sor Matarys Hart, mesmo sendo um bastardo ainda era o único filho do homem e por isso a alegria escorria pelos olhos do Hart. A criança nascera com os olhos rubros dos antigos moradores de Valiria, assim como os cabelos platinados e lisos. Seu pai lhe deu tudo na infância, nunca sequer um brinquedo lhe foi negado e quando o pequeno, com ainda 5 anos pediu por uma espada Sor Matarys chorou de alegria e orgulho mais uma vez. A arte da guerra começou a fascinar o garoto e os anos que se seguiram foram de treinamento com armas e leituras de grandes aventuras, até que no decimo quinto dia de seu nome uma sacerdotisa vermelha veio até o Ninho da Fenix dizendo trazer uma mensagem do senhor da luz.

"O senhor da luz escolheu seu filho para ser seu corpo, para carregar a força de um guerreiro das chamas. Mas para isso ele devera ser marcado, e forjado como uma arma digna." Estas simples palavras foram suficientes para fazer Sor Matarys dar seu filho a mulher, que prometeu devolve-lo quando tudo estivesse pronto. Com isso o jovem Rhaegar foi levado para Asshai pela sacerdotisa, e lá seu corpo foi amarrado e então com objetos finos que lembravam varas de madeira muito pequenas o garoto foi marcado. A cada batida feita pelos objetos um grito de dor ecoava dos pulmões do bastardo, até que um dia, depois de semanas assim seus pulmões perderam a força e ele aprendeu a controlar a dor. Quando viu o resultado do que haviam feito com seu corpo ele se trancou, passou dias sem ver ninguém até que com a promessa de poder voltar para casa ele deixou o lugar.

Para sua surpresa e decepção de seu pai, quando retornou percebeu algo. Mesmo após tal tormento ele ainda não acreditava no tal senhor da luz que o pai tanto idolatrava. Lord Matarys Hart mandou decapitar a sacerdotisa que prometera transformar seu filho em um guerreiro da luz, e passou a olhar o filho com certo desdem desde então. O garoto se abalou de inicio mas decidiu que talharia seu próprio caminho, se transformando de uma criatura que o pai olhava com nojo em uma fênix flamejante e digna de orgulho.

Pontos:
Criatividade: 1
Força: 2
Inteligência: 4
Agilidade: 4
Coordenação Motora: 1
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: -

Arvore Genealógica:

Ramo Secundário:
- Seu irmão, Sor Matarys Hart, o Coração de Fogo, ___ anos; (livre)
- Seu sobrinho, Rhaegar Storm,  O Coração Negro, 17 anos;
- Seu irmão, _______ Hart, ___ anos;
- Sua tia-avó bastarda, Arcenia, a Serpente Prateada ___ anos; (livre)




Ficha recusada
Incoerente com a trama da Casa

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Rhiannon Morrigen em Qua 16 Ago 2017 - 22:08

[size=13]NOTHING'S EVER PERFECT IN PARADISE
[size=10]BUT TONIGHT I'M SO SELF CONSCIOUS ISN'T IT SO CLEAR TO SEE?
[/size][/size]
(Modelo de Ficha)
Nome On: Rhiannon Morrigen
Nome Off: Carolina Azevedo
E-Mail: its-pure-sweet-girl@hotmail.com
Sangue: Legítimo.
Região Pertencente: Terras da Tempestade.




Características do Personagem: Com os seus um metro e setenta consegue ser alta para a sua idade, tendo quase a mesma altura da irmã mais velha. Possui longos e ondulados cabelos castanhos, a pele é branca, incrivelmente macia e bronzeada pelo sol, possui olhos fundos e cor de chocolate, o nariz é alongado, possui sobrancelhas grossas, as bochechas são magras e os lábios são cheios, e bastante carnudos.


O olhar inocente reflete o interior da menina que apesar de não saber de tudo, bate o pé para dizer que não é mais criança. Geralmente, é bastante doce e amigável, mostrando ser uma pessoa amorosa com aqueles que a cercam sempre que possível. É bastante curiosa e criativa, quando pequena costumava a ser bastante agitada, às vezes quando se sente bem, ainda é. Apesar de tudo isso, com o tempo suas palavras começaram a ser temperadas com ironia, pode também ser bastante manipuladora e ameaçadora quando quer.



História do Personagem: A terceira filha de Roryn Morrigen, o último fruto e o mais doce de seu primeiro casamento. Rhiannon foi a única dos irmãos que nunca teve contato com a mãe, afinal, em seu parto Briella Morrigen havia perdido a sua vida. Um ato nobre dos deuses com Rhiannon já que o seu nascimento levaria ou ela, ou a mãe, e a morte acabou selecionando a mãe. Quando mais velha acharia isso poético, mas passou boa parte de sua infância se culpando pela morte da mãe e pela falta de presença materna na vida dos irmãos.  

Era serena sua presença quando pequena, não chorava muito, só quando tinha fome, não foi uma criança doente, muito pelo contrário, muitos consideravam sua vitalidade sagrada. Desde mais nova era notável a semelhança entre a menina e o pai, as semelhanças cresciam junto da garota. O carisma era algo presente em sua personalidade desde que aprendera as palavras, era bastante criativa, uma criança ativa e incansável. Gostava de dançar, cantar, imaginar coisas diferentes e brincar. Quando pequena tinha o sonho de se tornar uma atriz em Essos, claro, mais tarde ela descobriria que esse não era o plano para a vida dela, mas enquanto pôde aproveitar esse sonho, aproveitou.  

Já estava acostumada a não ter mãe, mas os irmãos iam crescendo e faziam perguntas, até o dia em que o meistre do castelo revelou que a mãe das crianças Morrigen havia morrido no parto de Rhiannon. Para ela foi uma coisa horrível de se ouvir, sempre quando era obrigada a ir a um septo ou a rezar pelo deus da luz, sempre pedia perdão por ter causado a morte da mãe. Depois da descoberta se afastou dos irmãos e até mesmo do pai, preferia ficar sozinha a companhia de alguém. Passava o dia inteiro imaginando e brincando dentro de seu quarto, quando sua presença era solicitada costumava inventar alguma desculpa para não comparecer. Quando estava na presença de muitas pessoas se sentia nervosa, então preferia ficar cantando, dançando e imaginando que era uma princesa em seu quarto do que estar no meio das pessoas.

A culpa não durou para sempre, no início da pré-adolescência voltou a ser a garota simpática e divertida que costumava ser. Mas, quanto mais velha ficava, descobriu que maiores as responsabilidades de tornavam, e odiava isso. Foi forçada a engolir a ideia de se casar, ter filhos, netos e depois morrer. Nenhuma grande aventura, talvez nem tivesse um grande amor. Se meu pai ou se meu irmão quiserem, serei vendida como uma égua, dizia a si mesma, o que apesar de triste foi significativo para crescer como pessoa.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 3
Força: 1
Inteligência: 3
Agilidade: 1
Coordenação Motora: 3
Vigor: - 3
Oratória: 2
Fé: -
Obs.: Não ultrapasse 16 pontos.
mingi


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Haenyra Balaerys em Qua 16 Ago 2017 - 23:24

dragão lunar
ficha de inscrição para os sete reinos


NOME ON: haenyra balaerys
NOME OFF: karen souza
EMAIL: karensr2009@hotmail.com
SANGUE: legitima
REGIÃO PERTENCENTE: vale
CARACTERÍSTICAS DO PERSONAGEM:
É uma adolescente de porte médio, medindo um metro e sessenta e nove de altura e pesando cinquenta e um kilos, tem um corpo esbelto e magro, quase que anoréxico. Seu rosto é maduro, bem marcado e dá indícios de que será assim até ela atingir uma idade tenra, sua pele é pálida, aparentando como se sempre estivesse doente (apesar de ser saudável), tem olhos purpura perolados, que combinam com o cabelo curto repicado em tons loiros platinados. Seus lábios são finos e contrastam bem com seu nariz empinado, dando a ela um olhar de arrogância. É facilmente confundida com um menino, pois além de possuir um corte de cabelo dito como masculino, Haenyra costuma se vestir com roupas mais masculinas e confortáveis, e que ela acha que são mais adequadas para ela.

Haenyra tem uma personalidade peculiar e bastante misteriosa, introvertida e bastante tímida, gosta de ficar sozinha e em seu canto, adquirindo até uma postura de arrogância e frieza perante aqueles que não conhece. É muito curiosa e gosta de coisas exóticas e misteriosas (isso reflete bastante em seus gostos particulares). É uma pessoa de extrema razão e geralmente age racionalmente, porém torna-se bastante impulsiva quando sob pressão. Tem problemas de confiança e por isso demora a se conectar com alguém, mas quando isso acontece torna-se uma pessoa brincalhona e dócil, acostumada a ficar só, acabou por adquirir hábitos estranhos como falar sozinha.

HISTORIA DO PERSONAGEM:
A lua brilhava em seu ápice quando a pequena Haenyra nasceu, não chorou até seu corpo ser banhado pelo luar enquanto descansava calmamente no colo de seu pai e depois disso era constantemente chamada de filha da lua ou, dragão lunar. Desde aquele momento sua ligação com o astro celeste era admirável, a garota em sua infância era frequentemente vista na grande janela de seu quarto observando a lua ou então as últimas chamas do astro rei se despedindo do céu. Cogitou por muito tempo em estudar a natureza, seus estudos foram até avançados para a sua idade mas ela tinha seu papel como mais velha das Balaerys, tinha um dever como a filha mais velha do lorde, não era de ser Lady em um castelo esperando seu marido lutar, ela iria para o campo de batalha trazer honra para sua família.

Desde cedo Haenyra fora formada em diversos assuntos e artes, gostava de ser versátil e era muito focada em seus estudos, fazia questão de passar horas estudando ou treinando para não ter nenhuma imperfeição e talvez por ter tanta aptidão para armas, seu pai a treinara com certo apreço e junto de seu irmão e herdeiro, foi versada em vários assuntos porém ela especializara no uso de arma branca, e em especial, as espadas se tornaram suas melhores companheiras.

Com seus gostos peculiares e ideias diferentes das expectativas de seus pais, Haenyra sempre teve uma relação bastante conturbada com eles até sua adolescência, contrariava tudo o que seus pais diziam e isso a levava a ficar dias a fio trancada em seu quarto, não gostava do futuro que sua mãe tinha planejado para si; Não iria se casar, tampouco ficar costurando enquanto um homem fazia um trabalho que era podia muito bem fazer e ainda por cima bem melhor.

Hoje em dia tem um relacionamento estabilizado com seus pais, principalmente com seu pai, que aceitara o jeito dela e suas escolhas. O relacionamento com as suas irmãs é ótimo, mesmo que sua personalidade seja bastante reservada, Haenyra gosta e admira muito seus familiares.

Criatividade: 3
Força: 2
Inteligência: 5
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 0
Fé: 0




Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Lyra Balaerys em Qui 17 Ago 2017 - 1:01




Lyra Balaerys

15 ANOS • JÚLIA JENEFER(OFF) • LEGÍTIMA • GIGI HADID(PP)
VALE - moderadoraa_jj@hotmail.com

características


Lyra é alta, magra e esbelta, possui uma beleza invejável e delicada, e sabe aproveitar-se disso. Seus olhos são violeta, como os do resto da família e tão profundos quanto o mar. Aprendeu a ser uma perfeita dama, porém, a lascividade a acompanha desde de muito nova. A Balaerys sempre fora uma amante dedicada e intensa, muito embora o alvo de sua paixão mudasse constantemente. Não tinha a responsabilidade de ser a mais velha, tão pouco o cuidado da mais nova, então sentia-se como um espírito livre para viver intensamente seus vários amores a seu bel-prazer. É muito sedutora e intrigante, não desistindo fácil daqueles que deseja, e fazendo de tudo para tê-los.    

HISTÓRIA


A jovem Lyra Balaerys nunca mostrou-se uma garota comum. Desde muito nova já se era perceptível a paixão presente em seu semblante, e o quão sedutora e lasciva ela poderia ser. Ela tinha consciência de sua beleza e aproveitava-se disso sem questionar-se. Era apaixonada pela arte, pela música, pelos poemas de amor e pelos contos de casais fervorozamente apaixonados, via-se vivendo cada um daqueles romances, e não limitava-se apenas a imaginação.
 Começara muito cedo a estar na compainha de homens, a começar por um jovem empregado do castelo, com quem relacionou-se em seu décimo segundo verão. Enquanto ela aproveitara a paixão e a falta de perigo por ainda não ser uma mulher, o jovem fora morto pela mãe da Balaerys assim que soubera da relação do dois. Não poderia deixar que a dignidade da filha se perdesse tão cedo. A questão, é que Lyra não parou por ali, tornou-se apenas um pouco mais discreta, embora não perdesse a chance de tornar-se amante até mesmo de Lordes muitíssimo conhecidos em Westeros. A jovem nunca possuiu correntes, nunca privou-se de seus desejos e nem se via o fazendo. Gostava apenas de aproveitar a vida e as boas compainhas sempre que fosse possível. Quanto a família, sempre fora muito apegada. Nutria um profundo amor por todos, incluindo a mãe, por pior que esta fosse. Amava as irmãs e as protegeria com a própria vida de preciso fosse. Sempre jurou que faria tudo o que fosse necessário para o bem-estar da família, independente do que precisasse fazr, ou com quem precisasse se deitar para conseguir. Não era uma exímia lutadora, tão pouco fora feita para ser uma Lady fiel ao marido. Sua maior arma era a sedução, e ela sabia disso.




HABILIDADES


Criatividade: - 3
Força: - x
Inteligência: - 4
Agilidade: - x
Coordenação Motora: - 3
Vigor: - 3
Oratória: - 3
Fé: - x  






Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Lyra Balaerys em Qui 17 Ago 2017 - 2:17, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Rhea Balaerys em Qui 17 Ago 2017 - 1:42



Nome on: Rhea Balaerys

Nome off: Letícia

E-mail: flowersle@hotmail.com

Sangue: Legítimo

Região Pertencente: Vale

Físico:
Os descendentes de Valíria tendem a ter olhos em tons esdrúxulos como roxo e púrpura, Rhaenyra não fugiu dos genes, detendo olhos de coloração lilás pálido que se adequam perfeitamente aos cabelos platinados, tão diferentes dos louros insossos vistos em Westeros. A menina possui a pele quase translúcida de tão branca, comparando-se a marfim. Sempre carregando de forma sutil um doce sorriso nos lábios róseos e delinados, que fazem uma bela moldura com o rosto oval, de bochechas proeminentes e rubras, entrando em junção com o nariz pequenino e arrebitado. Por ser criança, ainda esta passando pela época de mudanças corporais, mas já demonstra a beleza que um dia terá. Pequena para os padrões westerosis, adora vestir-se como uma dama; dona de vestidos coloridos em tons pastéis que tanto ama.
Rhea tem um irmão gêmeo, dez minutos mais velho. Além de compartilharem o útero da mãe, também possuem uma cicatriz nodosa no ombro esquerdo, que por ter sofrido as ações do crescimento infantil, adquiriu formato parecido com uma Merax ― algo como uma trisckle valiriana, por intermédio do destino, o irmão possui uma marca parecida no pulso direito.

Psicológico:
Definir uma personalidade para Rhea é de extrema dificuldade, afinal, é uma criança e por tal ainda está se descobrindo. Entretanto, a menina é deveras gentil e brincalhona, sendo a mandante de diversas confusões junto do irmão gêmeo que sempre cai em sua lábia.
Apesar de ser dócil, também é mimada e dona de uma força de vontade inabalável, quando coloca algo na cabeça, ninguém consegue tirar. Muitas vezes é possível ouvir pela Garra do Dragão os dizeres a envolvendo: "Rhaenyra, não suba aí." "Rhaenyra, não machuque seu irmão." "Rhaenyra, quantas vezes já falei para não soltar os cavalos?" "Rhaenyra, pelos Sete, você não é um dragãocórnio!".
E além de toda a altivez que lhe acerca, a pequena têm um senhor precipício por unicórnios, desde que a Velha Ama lhe contara infindáveis histórias sobre as criaturas místicas, sendo assim, formou uma paixão por eles juntamente pelos dragões. Adorando desenha-los, usualmente intitulando-se Rainha dos Unicórnios e seu irmão como Rei ― ignorando as piadas por parte dos demais irmãos, apesar disso, trata todos como plebeus.
Apegada ao extremo as irmãs, costuma passar muito tempo na presença destas. Contudo, Rhea é uma criança notável: inteligente, alegre e prestativa.

História do Personagem:
Rhea Balaerys, nascida como Rhaenyra é a sétima filha de Lorde Aegor, Senhor de Garra do Dragão e Protetor dos Dedos. Desde seu nascimento vem traçando um caminho repleto de percalços, onde a sobriedade do sangue fala mais alto que as ações.
Dividira o útero, a vida, os brinquedos e os unicórnios de pelúcia com o irmão, este sendo seu maior confidente e auxiliar nas estripulias. A descendente de Valíria já viera ao mundo com a nostalgia do passado.
A chuva torrencial açoitava o castelo, encobrindo a aflição que atingia Aegor; sua esposa e herdeiros regressavam das terras dos Royce, Casa no qual a sua senhora nascera. Contudo, naquela noite um agouro lhe acometia, a sensação definhante de algo não estava certo.
A mulher que tivera gêmeos outrora, trazia novamente uma gestação bivitelina, o que deveria ser motivo de felicidade lhe era um algoz. O frio sepulcral atingia-lhe os ossos, as vestes úmidas aderindo na pele.
O mar revolto que chacoalhava a embarcação como uma criança em birra. Todo o navio parecia que ia despedaçar, os marinheiros galgando como formigas tontas no convés e a Lady de resguardo na cabine.
Balaerys estava no Littlefinger, tutelando os filhos mais velhos como o bom dragão que o era, vendo os raios e trovões que ribombavam no céu pela diminuta janela do cômodo quando a primeira contração viera resvalando uma dor lancinante pela coluna. Já estava acostumada com isso, afinal, parira cinco filhos.
Mas nada poderia preparar a Lady quando o sangue rubro verteu por entre as coxas, perderia a cria que nem ao menos tivera chance de conhecer o mundo. Os deuses seriam tão cruéis?
Em um ato de coragem, Elaena sobrepujou o medo. Partira na diretriz da polpa do navio, as mãos delicadas segurando com vigor os cordames. E o grito que a Lady da Tormenta dera diante das ondas nunca mais sairia da mente dos homens do mar.
A mulher bradava em fúria a cada ecoar dos trovões, o oceano a lhe espreitar como um leão faminto. Mas um dragão não se curva perante os deuses, os homens ou a natureza.
Os herdeiros da Garra amontoavam-se nas cabines, crianças temerosas que eram resguardadas pelas aias. Ninguém ousava aproximar-se da Lady, não da dama que recebera a alcunha de Calmaria na Tempestade após os feitos. Elaena Balaerys tivera o filho ali, as pernas abertas para as águas turvas. Rogava para que não perdesse os filhotes, não seus bens mais preciosos.
E quando vira o pequeno ser a escorregar pelas ancas, sorrira em paz quando o mar, enfim, se aquietou. Mas a dor não cedera, uma segunda criança lhe sucedia.
Aquela chamaria de Rhaenyra, em homenagem a rainha que morrera como traidora. A sensação de calmaria lhe acobertou, suavemente o corpo cobrava pelo desgaste. Seria, então, o fim de Elaena Balaerys.
Mas não, um dos marujos vindo de Asshai sabia o suficiente quanto medicina natural e do sangue, aplacando as feridas e recobrando a saúde na Lady. A mulher deu-lhe como recompensa o Littlefinger ― navio que recebera ao casar-se com Aegor, se este trabalhasse para seu marido por quantos anos fosse necessário.
E a criança, nascida da tormenta, nunca poderia ser tão diferente desta. Rhea, uma menina delicada e dócil, sabe ser inabalável e irrevogável. Apesar das circunstâncias de seu nascimento, possui uma saúde de ferro, sendo assim, é a luz de Garra do Dragão. Interligada diretamente com a vida movimentada e nada chata do castelo.
Desde pequena a se auto-intitular de Rainha dos Unicórnios em meio a sua fofura, a criança espevitada que sonha em ser um dia alguém além do esperado.
Lorde Aegor é um visionário que incentiva os sonhos dos filhos, permitindo que Rhaenyra treine com espadas ou simplesmente corra pela propriedade em suas infinetas brincadeiras. Mas ludibria-se quem crê que a pequena é apenas isso: dotada de uma maturidade além do normal, Rhea promete ser mais do que o esperado, igualando-se as irmãs nos quesitos da estranheza.
Por crescer rodeada de navios, portos, gados e montanhas; é bastante interligada com a natureza e seus enlaces. Sendo a filha mais próxima de Aegor, é a menina dos olhos do Lorde que maquina um futuro esplêndido à caçula, esmerando-se na educação desta que desde tenra idade aborda os quesitos marítimos e eruditos.
No entanto, a premissa dos nomes dos gêmeos resguarda uma derradeira guerra dos antigos Targaryen.


Criatividade: 2
Força:
Inteligência: 5
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 1
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé:


+ Aegor Balaerys; Lorde de Garra do Dragão; o Fogovivo; Protetor dos Dedos; Senhor dos Precipícios; 33 anos.
   - sua senhora, Elaena Balaerys; a Tormenta; da Casa Rowan, 32 anos.
   - seu filho e herdeiro, Daeron Balaerys, 18 anos.
   - seu filho, Maekar Balaerys, 17 anos.
   - sua filha, Haenyra Balaerys, 16 anos.
   - sua filha, Lyra (Allyria) Balaerys, 15 anos.
   - sua filha, Leana Balaerys, 13 anos.
   - sua filha, Daena Balaerys, 13 anos.
   - sua filha, Rhea (Rhaenyra) Balaerys, 7 anos.
   - seu filho, Aegon Balaerys, 7 anos.
   - seu filho bastardo, _____, 18 anos.




Ficha aprovada


Última edição por Rhea Balaerys em Sab 19 Ago 2017 - 14:56, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Maggie Storm em Qui 17 Ago 2017 - 18:08

Nome On: Maggie Storm
Nome Off: Bianca
E-Mail: bianca_gianettibr@hotmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Terras da Tempestade
Características do Personagem:

Psicológico:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta quando quer, as vezes pode ser bem teimosa igual ao sei verdadeiro pai.

Descrições físicas:

Maggie está sempre usando um vestido é o que ela mais ama no mundo, seus olhos são castanhos igual o seu cabelo liso, tem um sorriso semi-igual, magra de um 1,50 pesando 50kg.

História do Personagem:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta nascendo de uma família de porte médio ela tinha aquilo que desejava quando podia, já que muitas das vezes eles precisavam comprar comida ou qualquer outra coisa para as necessidades de casa.

Porém nada é um mar de flores e quando ela fez apenas 6 anos a sua aldeia foi totalmente destruída e toda a sua família morta por saqueador e a partir deste dia ela não foi a mesma, aqueles que sobreviveram ao ataque começaram uma peregrinação para tentar achar um novo lar, mas isso era algo muito difícil já que o pouco de comida que tinha era para as crianças além do frio não ajudar em muita coisa.

Quando eles ficaram sem comida resolveram para em um dos reinos próximos, porém, o que eles conseguiram foi parar em uma aldeia nas Terras da Tempestade onde um dos moradores ofereceu a ele uma pequena estadia, mas que no dia seguinte eles teriam de ir embora e com um sorriso concordaram até que no meio da noite a maioria das crianças haviam adoecido e Maggie era uma delas.

A pena mal levantava da cama de frio que sentia e sendo assim que o homem foi para despachá-los no dia seguinte o Lorde Barristan ofereceu abrigo para apenas uma das crianças ao qual ele poderia cuidar da mesma com sua própria filha, com isso as pessoas lhe entregaram Maggie a caçula para que a mesma pudesse ser bem tratada e ao mesmo tempo tivesse um pai já que a mesma perdeu os seus verdadeiros pais foram mortos por saqueadores o que fez com que o Lorde a adotasse.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 2
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: 1
Fé: 1



Ficha recusada
Ficha desprovida de detalhes essenciais
para a trama da personagem
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Brandon Cerwyn em Sab 19 Ago 2017 - 14:26

Herdeiro de Castelo Cerwyn.
Amolado e Pronto.

Nome on: Brandon Cerwyn
Nome off: João
E-mail: jo.henriquec@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: O Norte.

Características:
Brandon é um sociopata genuíno. Ele é sádico, selvagem e completamente capaz de cometer atrocidades indizíveis sem remorso, simplesmente por pura diversão. O herdeiro Cerwyn admite plenamente - e de fato se deleita com o fato - que ele tortura e mata pessoas inocentes sem qualquer razão, e que eles não merecem o que ele fez com eles. Simplesmente o fazia sentir-se poderoso. Como um Lord de verdade deve se sentir. Sempre que ele tem a vantagem em uma batalha, ele é destemido - quase uma besta na pele humana - revelando-se na violência do combate pessoal, adorando usar o machado dos Cerwyn, mas sendo melhor com uma espada curta ou adagas.  Ele tem pensamentos de um ser perverso, brincalhão, mas ao mesmo tempo sabe quando se calar ou se tornar respeitoso, gostando da companhia de seu tio por esse abertamente gostar de batalhas, bebidas e prostitutas. Respeita e ama seu pai, mesmo achando que não se parece muito com ele pois o mesmo gosta de livros e de rigidez enquanto ele próprio prefere uma espada e uma puta. Em sua própria maneira retorcida o jovem é realmente inteligente, possuindo uma certa "astúcia" com que gosta de usar com seus inimigos. Ele é particularmente bom em pensar a curto prazo, mas imprudente quando se trata de consequências a longo prazo e política intrincada. Brandon gosta muito de jogar jogos mentais com seus inimigos usando a tortura psicológica, muitas vezes enganando-os a confiar nele apenas para quebrar suas promessas vazias.  Por outro lado, o herdeiro Cerwyn é muito impulsivo, não considerando plenamente as consequências de longo prazo de suas ações para o desgosto de seu pai. Devido a gostar de jogos mentais e torturar vítimas indefesas, ele não está acostumado com a possibilidade de perder um confronto confronto, mesmo nunca estando realmente em uma guerra. É indiferente para com seu irmão, o ama por ter seu sangue mas não acredita de verdade na possibilidade dos dois serem grandes amigos um dia. Já com sua irmã o sentimento muda, a ama tanto que poderia facilmente esfolar vivo quem quer que a olha-se com desejo, fato que não deve agradar a irmã.Presta respeito aos Starrk por conseguirem manter o Norte sobe seu comando por tanto tempo, mas ao mesmo tempo acha que eles só conseguiram tal coisa por nunca terem enfrentado um inimigo forte o suficiente.

Já fisicamente é descrito como alguém "normal", não sendo bruto como seu irmão ou belo como a irmã. Seus cabelos são um negros e sempre curtos e seu semblante é visto quase sempre com um sorriso, os olhos mostram um rapaz curioso e ao mesmo tempo sádico. Gosta de usar couro e roupas que lhe deem a aparência de um ser superior, e normalmente anda com uma espada curta amarrada ao lado direito de sua cintura. Possui Heterocromia Ocular, sendo assim seu olho direito é negro enquanto o esquerdo azul bem claro. Por de baixo das roupas apresenta um corpo até que bem definido e coberto por cicatrizes, quase que todas feitas por ele mesmo.

História do personagem:
Nunca se interessou por seu nascimento e por isso nunca perguntou aos pais sobre o mesmo, não sabe se chovia, se nevava ou até se fazia sol, não sabem nem mesmo se foi comemorado com um torneio ou apenas com um jantar. As primeiras lembranças que tem são de seus 5 ou 6 anos, quando se lembra de ficar horas vendo os cavaleiros treinando no patio e depois ficar tentando imita-los com um pedaço de madeira, também foi nessa idade que se lembra de ter matado o primeiro cachorro de rua com seu pedaço de madeira, bateu tanto no cão que quase lhe arrancou a mandíbula. Com o passar dos anos foi aprendendo oque significava ser o filho de um lord e herdeiro de toda uma família, as pessoas o olhavam com olhos esperançosos e felizes e foi ai que ele descobriu que era superior, ou ao menos foi quando ele começou a pensar assim. Aos 11 anos o garoto fugiu do castelo com um saco de ouro e encontrou um prostíbulo, naquele dia conheceu os prazeres do mundo e também descobriu que com ouro suficiente não havia nada que não consegui-se. Ultimamente com o passar dos anos o herdeiro de castelo Cerwyn tem passado a maioria de seus dias vagando pelo castelo e pela cidade, sempre procurando algo para se fazer ou alguém para foder, também dedica algum de seu tempo para treinar com uma espada e com um machado de duas laminas, gosta da arma simplesmente por ela ser simbolo de sua casa. Quando os Cerwyn passaram a usar o antigo método dos Bolton o garoto se alegrou, simplesmente por acha-lo doloroso e sádico o suficiente para aqueles que tentam trair a casa.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: 1
Força: 2
Inteligência: 3
Agilidade: 4
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé:

Arvore Genealógica:

+ Seu pai, Lorde Roose Cerwyn, 35 anos, Senhor do Castelo Cerwyn;
+ Sua máe, ___ Cerwyn, 33 anos da Casa Ryswell, Senhora de Castelo Cerwyn.
- Seu irmão mais novo, Scar Cerwyn, 17 anos;
- Sua irmã mais nova, Megg Cerwyn, 16 anos.
+ Seu Tio, Robard Cerwyn, 33 anos, conselheiro de Lorde Roose Cerwyn.

Herdeiro •• Sádico •• Cerwyn. ••



Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Rhaegar Storm em Dom 20 Ago 2017 - 17:58, editado 5 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Scar Cerwyn em Sab 19 Ago 2017 - 16:17

Scar Cerwyn


Nome On: Scar Cerwyn
Nome Off: Vinícius Valerio
E-Mail: vinivalerio23@hotmail.com
Sangue: Legitimo
Região Pertencente: Norte

Características do Personagem

A confiança é algo que segue Scar desde sua infância, quando desde cedo começou a estudar sobre batalhas, focando na anatomia humana e facilmente encontrando os pontos fracos daqueles que sempre enfrentou. É claro que um jovem nobre legitimado se sobressairia em questão de combate em relação aos demais jovens do povoado, mas isso jamais retirou seus créditos.

Seu afeto pelo família é grandioso, os coloca sempre em primeiro lugar, sem exceção alguma. Sua relação com todos é boa, apesar de ser mais apegado a sua mãe do que ao qual seu pai, Roose. Não deixa que pequenas desavenças estraguem seus laços de sangue, os quais leva com todo apreço.

Na maioria das vezes acaba falando mais do que deve, demonstrando um ar de superioridade e sabedoria do que os demais; mesmo que não tenha conhecimento nenhum do que está dizendo, mas ainda acaba encontrando um meio de esclarecer e apontar suas idéias. Suas vontades apontam o que deseja seguir e fazer, nunca se prendendo a seguir o que os outros querem apenas para que o vejam de maneira semelhante. Prioriza a honra, sempre guiando-se acima disso.

Sua crença diz que um guerreiro sempre deve estar pronto, por conta disto acaba trajando armadura grande parte das vezes, sem abandonar seu machado de guerra que carrega para todo canto, gabando-se por manejá-lo com perfeição e simbolizar o brasão de sua casa. Tem uma estatura um pouco elevada, possuindo em base 1,83m, sendo um pouco maior até mesmo que seu próprio pai, seu porte é um pouco mais parrudo e isso destaca o modo como facilmente consegue brandir seu machado. Não foca muito em sua aparência, mas sempre procura manter seus cabelos curtos para que não venha a lhe atrapalhar diante de um combate preciso, trabalhando em trançados algumas vezes por pura estética. Os orbes de seus olhos são castanhos escuros, sua pele é pálida a ponto de destacar algumas cicatrizes pequenas.

História do Personagem

Não tardou para que o filho do meio desabrochasse, ainda bem jovem foi sujeito a educação necessária, passará por treinamentos e constantemente era forçado a ler livros que apontavam o conhecimento mínimo a qual um comandante deve receber, isso tudo em prol de seus quatro anos de idade. A relação com sua casa o fez se guiar em pensamentos justos, se afogar diante da própria honra e levar como serventia para sua vida que tudo necessita de um poder maior para que possa funcionar; não era filho de Roose Cerwyn por acaso.

Quando mais jovem, assim como seu irmão mais velho, também se interessava pelo combate, onde junto a ele sempre permanecia horas e mais horas observando os cavaleiros que brandiam suas armas ao pátio. Grande parte dos guerreiros portava espadas, outros com mais habilidade conseguiam manuseá-las junto a um escudo, alguns mais ousados desfrutavam de armamentos mais exóticos, e em sua vista aqueles mais delicados se dedicavam ao uso de arcos. Apesar da admiração nunca se sentiu confortável quanto a isso, acostumou-se a ver o brasão de sua família espalhada por toda a região do castelo, o machado estampado sobre o mesmo o deixava fascinado, por conta disto dedicou-se totalmente a esta arte. Um machado de guerra quando manejado por um Cerwyn é como se fosse apenas mais uma parte de seu próprio corpo, isso é o que lhe guiava e fazia desprezar os demais metais batidos que classificavam como arma.

Apesar de ainda jovem  o seu apreço pela casa é grande, sua vontade de torná-la algo maior e mais influente é insaciável. Conseguia se conformar com a casa Stark, os regentes do Norte, porem admirava ainda mais as histórias antigas de lordes que ergueram-se contra o trono e garantiram a legitimidade dos nortenhos, muitos nomeando-se reis e garantindo e rompendo qualquer juramento com o povo do sul; homens fracos que se julgam superiores e esbanjam enquanto o povo ao norte detém batalhas constantes em suas terras. Seu irmão virá a ser o próximo lorde, mas isso não fará com que simplesmente tenha de abdicar dos assuntos de sua casa, afinal estudará para isso toda sua infância.

Despreza totalmente os métodos adotados por sua casa em relação a aqueles que um dia traíram o Norte. Os Bolton não passavam de desonrados que não conseguiram manter nem ao menos o que tomaram, muito menos tinham noção de como um inimigo deve ser tratado. Todo guerreiro deve reconhecer seu inimigo, mesmo com sua derrota o mesmo deve ter seu fim de forma justa, esfolá-los não passa de um método arrogante. Por conta de tais atitudes acaba contrariando as palavras de seu próprio pai e irmão.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força:  4
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 2
Vigor: 2
Oratória: 2
Fé: -

Árvore genealógica:

+ Seu pai, Lorde Roose Cerwyn, 35 anos, Senhor do Castelo Cerwyn;
+ Sua máe, _____ Cerwyn, 33 anos da Casa Ryswell, Senhora de Castelo Cerwyn.
 - Seu irmão mais velho, Ramsay Cerwyn, 18 anos, herdeiro de Castelo Cerwyn;
 - Sua irmã mais nova, _____ Cerwyn, 16 anos.
+ Seu Tio, Robard Cerwyn, 33 anos, conselheiro de Lorde Roose Cerwyn.

(ross)



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Egan Arrow em Seg 21 Ago 2017 - 20:27

Egan Arrow
Lord of Dunstonbury


Nome On: Egan Arrow
Nome Off: Vitor Souza
E-mail:  Warbornlord@gmail.com
Sangue:  Legítimo
Região:  Campina

Características:
Egan possui olhos tão azuis quanto o mar em um dia de sol e a juba de um leão como um cabelo. Tais foram as palavras usadas para descrever a aparência do cavaleiro durante sua vida. Com cabelos loiros escuros, parecendo castanhos em ambientes escuros e uma barda de igual cor decorando seu rosto. Segundo seu tio Marwyn, Egan é o dono de um rosto simpático e um sorriso afiado de dentes brancos perfeitamente perfilados. Desde jovem habituado a usar roupas de ferro e balançar espadas pesadas Egan possui um corpo forte com algumas cicatrizes para o lembrar de batalhas do passado.
Egan durante sua juventude gostava de pensar que era um dos poucos verdadeiros cavaleiros de Westeros. Muito devoto ao código da cavalaria e ligado a sua honra Egan brandia sua espada não só por sua casa mas para combater as injustiças em seu caminho mas isso foi antes de Egan descobrir a horrível face da natureza do mundo. Egan é bastante educado e mantém uma postura bastante correta, gosta de ser cordial com as pessoas a sua volta. Apesar disso Egan é um homem bastante cruel e impiedoso, desconfia de todos no fundo e sabe que a honra é muitas vezes uma desvantagem e não uma benção, muitas vezes não reconhecendo a si mesmo no antigo Egan. Gosta de lutar de forma inteligente e gosta de acreditar que sua mente é tão afiada quanto sua espada. É bastante atormentado pelo fantasma de sua esposa que tirou a própria vida, fato pelo qual Arrow se culpa.
História:
Lord Lancel Arrow foi um verdadeiro cavaleiro ou era isso que seu filho acreditava. Desde pequeno Egan foi ensinado sobre a cavalaria e da grande honra que era ser um cavaleiro, talvez em outra familia ele não se tornasse um cavaleiro mas como Arrow isso seria dificil. Todos os grandes membros da casa haviam sido cavaleiros, seu pai era cavaleiro, seu tio era cavaleiro, seu irmão mais velho era um cavaleiro.
Quando criança os irmãos, primos e outras criança do castelos costumavam chamagar Egan de “Egg” tal apelido o incomodava bastante e o fez entrar em muitas brigas, nas quais perdeu a maioria. As brigas só seceram quando seu treinamento como cavaleiro iniciou.
Egg aprendeu a manejar uma espada, uma maça e atirar com arco e flecha, além de cavalgar muito bem com seu pai e seu tio enquanto sua mãe e o Meistre o ensinavam sobre história, um estudo que Egan adorava.
Com doze anos, Lord Lancel determinou que o filho deveria se tornar escudeiro de Sor Marwyn Arrow, O Cavaleiro do Bosque com quem Egg viajou por anos e aprendeu a maior parte do que sabe.
Com dezessete anos e de volta a Dunstonbury Egan foi nomeado Sor Egan e casou com Rowen Wensington.
Dois anos depois viu o pai morrer vitima da mais desonrada entre as armas, o veneno. Pouco após enterrar o pai Egan recebeu uma missão de seu irmão mais velho e agora Senhor, Lorent. O cavaleiro deveria supervisionar a reconstrução de Bosque Branco, sede da extinta Casa Arrow de Bosque Branco que havia sido incendiada por Loras Flowers mas na verdade Lorent não tinha nenhuma intenção de reconstruir o castelo e apenas queria enviar o irmão para fora de Dunstonbury.
Foi quase um mês depois que Sor Egan descobriu que aquilo era uma trama do vil Lord Lorent, a carta entregue a ele e escrita em segredo pelo Meistre de Dunstonbury contava a terrivel verdade de que Lorent havia aprisionado Rowen e havia a violado diversas vezes.
Tomado pelo ódio, Sor Egan organizou Sor Egan possuía a lealdade de parte dos cavaleiros e soldados dos Arrow e atacou Dunstonbury de dentro para fora com a ajuda deles. Egan cercou o castelo pronto para reduzir a sede de sua família a cinzas e o seu povo a cadaveres se fosse o necessário para resgatar sua esposa e matar seu irmão.
Porém dentro do castelo Sor Marwyn e seus filhos que haviam fingido estar do lado de Lorent o renderam e entregaram tanto o lorde quanto o castelo para Egan.
Junto com o irmão Egan recebeu a notícia de que sua esposa havia ficado traumatizada devido aos abusos e havia cometido suicidio e isso fez Egan decidir que não mataria o irmão.
Embora o mundo tenha ficado sabendo que Sor Marwyn matou Lord Lorent ao tentar rende-lo a verdade mantida em segredo por Egan, Marwyn e Orrin, o irmão mais novo de Egg, é que Lorent ainda vive preso nas profundas entranhas do castelo sofrendo todos os dias os piores tipos de torturas.
A morte de sua esposa, que Egan descobriu que estava grávida e a traição de seu irmão abriram os olhos de um iludido Sor Egan sobre como o mundo era. Lorent e Rowen haviam lhe ensinado uma lição que ele jamais esqueceria.
Atributos:
Criatividade: 1
Força:  3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora:  2
Vigor: 3
Oratória: 2
Fé: -
Árvore Genalógica:
+ Lord Lancel Arrow, 39 anos (+)
- Seu filho, Lord Lorent Arrow, 25 anos (+)
- Seu filho, Lord Egan Arrow, Senhor de Dunstonbury e Bosque Branco, 20 anos.
- Seu filho, Sor Orrin Arrow, 17 anos.

+ Sor Marwyn Arrow, O Cavaleiro do Bosque, 45 anos. (pnj)
- Seu filho, Damon Arrow, 30 anos.
- Seu filho Sor Jensen Arrow, 23 anos.
- Seu filho Sor ___________ Arrow.


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Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Egan Arrow em Qui 24 Ago 2017 - 22:29, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Maggie Storm em Seg 21 Ago 2017 - 22:46

Nome On: Maggie Storm
Nome Off: Bianca
E-Mail: bianca_gianettibr@hotmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Terras da Tempestade
Características do Personagem:

Psicológico:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta quando quer, as vezes pode ser bem teimosa igual ao sei verdadeiro pai.

Descrições físicas:

Maggie está sempre usando um vestido é o que ela mais ama no mundo, seus olhos são castanhos igual o seu cabelo liso, tem um sorriso semi-igual, magra de um 1,50 pesando 50kg.

História do Personagem:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta nascendo de uma família de porte médio ela tinha aquilo que desejava quando podia, já que muitas das vezes eles precisavam comprar comida ou qualquer outra coisa para as necessidades de casa.

Porém nada é um mar de flores e quando ela fez apenas 6 anos a sua aldeia foi totalmente destruída e toda a sua família foi morta por saqueadores que no dia do ataque não quiseram saber se as pessoas tinha algum dinheiro ou não eles apenas queriam ver o sangue já Maggie conseguiu fugir com o grito de sua mãe pela janela se escondendo com mais 100 pessoas do Norte em uma floresta próxima e a partir deste dia ela não foi mais a mesma, foi então que eles começaram uma peregrinação para tentar achar um novo lar, mas isso era algo muito difícil já que o pouco de comida que tinha era para as crianças além do frio não ajudar em muita coisa.

Quando eles ficaram sem comida resolveram parar em um dos reinos próximos, porém, o que eles conseguiram foi parar em uma aldeia nas Terras da Tempestade onde um dos moradores ofereceu a ele uma pequena estadia, mas que no dia seguinte eles teriam de ir embora e com um sorriso concordaram até que no meio da noite a maioria das crianças haviam adoecido e Maggie era uma delas.

A pena mal levantava da cama de frio que sentia e sendo assim que o homem foi para despachá-los no dia seguinte o Lorde Barristan ofereceu abrigo para apenas uma das crianças ao qual ele poderia cuidar da mesma com sua própria filha, com isso as pessoas lhe entregaram Maggie a caçula para que a mesma pudesse ser bem tratada e ao mesmo tempo tivesse um pai já que a mesma perdeu os seus verdadeiros pais foram mortos por saqueadores o que fez com que o Lorde a adotasse, porém, ele também se via na menina como se fosse um espelho de si mesmo recebendo o nome de Maggie Storm por ser apenas uma filha bastarda adotada.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 2
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: 1
Fé: 1


Ficha em estado de análise

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Orrin Arrow em Ter 22 Ago 2017 - 14:51



Arrow
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Ficha de Inscrição





Nome On: Orrin Arrow
Nome Off: Leonardo Torre
E-Mail: old.guard@outlook.com
Sangue: Legítimo.
Região Pertencente: Campina




Características do Personagem:

Orrin é um rapaz bonito, suas feições são serenas e bem equilibradas. Seus lábios são finos e oscilam ao se curvar em sorrisos simpáticos, maliciosos, amigáveis e cruéis.  Seus olhos são azuis como safiras, profundos como poços e cheios de energia como uma torrente de águas cristalinas. É muito jovem, mas seu corpo é forte e esguio, trabalhado delicadamente na nobre arte da cavalaria. Sua pele é alva e muito lisa, todavia seja repleta de leves cicatrizes ocasionadas por sua curta, mas promissora carreira como cavaleiro em torneios.

O caçula do falecido Lorde Lancel Arrow é não só o mais bonito, mas também o mais carismático dos rebentos de Dunstonbury. Ele possui uma proficiência com as palavras maior apenas que sua habilidade com a espada. Não é dado à bajulação ou a conversas banais, respeita a cavalaria e a nobreza, mas não se curva para qualquer um com um título pomposo. Jamais sentiu prazer na violência gratuita, antes disso, despreza aqueles que acreditam que sua posição é motivo para esmagarem outras pessoas. Tem um repúdio especial pelos lordes sanguinários, fruto também da experiência traumática com seu irmão mais velho Lorent.

É um aficionado por torneios, mesmo sendo jovem, já coleciona mais títulos do que um cavaleiro adulto. Adora a competição, a energia que guia um homem a enfrentar o outro e nisso encontra imenso prazer. Conhece a maior parte da Campina, tendo viajado por centenas de campos, colinas e vilarejos nos quais deflorou mais donzelas do que possui anéis em sua cota de malha. Quando vence um embate, entrega sempre uma flor verde-esmeralda para as moças.


História do Personagem:

Orrin nasceu em Dunstonbury, terceiro filho de Lorde Lancel Arrow. Nasceu o mais pesado de seus irmãos e dava amostras de ser o mais robusto de todos eles. No entanto, em sua infância, aquele presságio se mostrou por pouco muito frágil, visto que a fartura dos campos de Lorde Lancel, serviram para engordar o rapaz. Quando tinha cinco anos, era obeso e apanhava sempre que era visto roubando alimentos na cozinha. Devido à isso, seu pai evitou que ele fosse levado ao treinamento marcial durante alguns anos. Devido a isso, desenvolveu uma grande tendência a observação e um maior apreço pelos estudos.

Seu pai sempre foi uma figura muito próxima a ele, apoiando o rapaz em seus hábitos diferentes de outros meninos e ensinando a ele os princípios da cavalaria ândala. Seu irmão Egan era também uma figura que ele tinha em alta conta, visto que o irmão o defendia sempre que o provocavam e por vezes apanhava em seu lugar. Lorent era uma figura distante dele, visto que o mais velho era o mais ambicioso e dedicado à senhoria dos irmãos.

Passou meia década apenas se dedicando aos livros, período no qual, reduziu aos poucos seu peso conforme alcançou a puberdade. Seu pai então, iniciou seu treinamento tardio, que demonstrou excelentes resultados. Orrin jamais largou mão de seus livros, mas a exposição à atividade marcial conquistara seu coração em integridade. Ele passou à se dedicar incansavelmente as tarefas, desenvolvendo excelentes habilidades com a espada, com a montaria e aos catorze anos já caçava com o pai e os irmãos. Nessa idade, começou a competir escondido nos torneios, se identificando sempre como um enigmático cavaleiro.

Venceu umas série de competições, embora algumas tenha sido forçado a recusar o prêmio devido a necessidade de revelar sua identidade. Em um torneio em Solarsagrado, foi desmascarado por Katherine Fossoway, uma donzela de cabelos ruivos, beijada pelo fogo, cujo a beleza e energia de imediato atraiu o mais jovem Arrow. Katherine é a única donzela que Orrin procura com frequência, tendo separado para ela um aposento em Dunstonbury e também uma das poucas mulheres capazes de resisti-lo.

Pouco após a morte de seu pai, ele se viu em uma encruzilhada envolvendo seus dois irmãos. A notícia da traição de Lorent e seus atos brutais, mudara radicalmente a visão que Orrin dispunha de sua família,  como um ambiente unido pela fraternidade de grandes cavaleiros. Viu a malícia formar-se de dentro das muralhas de seu lar ancestral. Uniu-se à Egan em Bosque Branco e partiu para sitiar Dunstonbury.

Após a rendição, defendeu que Lorent devia receber um julgamento por combate e se ofereceu como campeão de Egan. No entanto, seu irmão adotou uma abordagem diferente, prendendo Lorent e torturando-o diariamente. Orrin se sentiu muito mal por aquela decisão, mas entendeu que não podia menosprezar a dor de Egan. Deixou que a situação se mantivesse, tentando anestesiar sua honra e por muitas vezes, quando em Dunstonbury, ele esquece que em suas profundezas está seu outro irmão.

Desde o evento, Orrin se dedica a auxiliar Egan em seus projetos políticos. Viajando constantemente por toda a Campina nas mais diferentes tarefas. Coleciona títulos para sua Casa e muitas vezes, se deixa levar apenas pelo espírito itinerante.





Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade: -
Força: - 3
Inteligência: - 5
Agilidade: - 2
Coordenação Motora: -
Vigor: -  2
Oratória: - 4
Fé: -







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this

I am Faithful to Myself



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Damon Arrow em Ter 22 Ago 2017 - 18:12

Ficha de Inscrição.
Nome On: Damon Arrow
Nome Off: Kaique Cunha
E-mail:  kiq.e3@hotmail.com
Sangue:  Legítimo
Região:  Campina

Características:

Dam, como era chamado pelos pais, sempre fora o rapaz mais tranquilo dentre todos os primos. Silencioso, costumava despertar a curiosidade da família com certa frequência. Ama trepar com prostitutas mas mantem isso em segredo, pois não gosta de ter motivos para ninguém falar dele. É um homem alto, moreno e sempre faz piadas em horas importunas, entretanto também é explosivo, raramente fica triste e ama treinar com sua espada e a arte da equitação. Toda manhã é visto cavalgando nas redondezas do castelo, junto com alguns dos guardas ( tem muitas amizades com os mesmos ) .

História:

Desde sua infância Damon se interessava pela cavalaria e pela espada, ficava horas observando os guardas do castelo treinarem e a forma em que portavam suas espadas. Por ser o primeiro filho do lorde Marwyn, o mesmo ficava completamente feliz em ver ao interesse do filho por tais atividades. Sendo assim quando o garoto completou uma certa idade seu pai lhe presentou com um belo e raro cavalo, o jovem ficou muito feliz e desse dia em diante sempre era visto treinando equitação pelos bosques das redondezas.

Também era completamente apaixonado pela sua mãe, aquela mulher que lhe deu dois irmãos. Ficou absolutamente magoado junto com eles quando a mesma veio a falecer de uma forma misteriosa. Tal assunto deixou Damon e seu pai muito desconfiados e curiosos quanto ao assunto. Aquele já quase velho lorde era gentil, cordial, festeiro, e um habilidoso cavaleiro dado esses fatos era muito respeitado na região e tais características foram herdadas por Damon.

Depois que se tornou adulto e foi nomeado cavaleiro o Arrow se tornou um homem importante para sua casa, era habilidoso e sempre era enviado para tratar de assuntos importantes ou perigosos. Seu jeito de falar incomoda muitas pessoas, entretanto fez muitas amizades com os guardas do castelo de seu pai, e apesar de todos os problemas que passa diariamente Damon nunca está triste. E sempre que começa a se lembrar de sua falecida mãe o mesmo vai no prostibulo, e esquece seus problemas.

Atualmente seu cavalo já está um tanto quanto velho, mas ele ainda utiliza o animal para cavalgar em locais por perto do castelo. Toda a manha levanta cedo para tal ato e para treinar, e sempre que pude dá conselhos para seu pai e ajuda os irmãos em tudo que precisam.



Atributos:

Criatividade: 2
Força:  2
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora:  2
Vigor: 3
Oratória: 2
Fé: -

Árvore Genalógica:

Membros atuais da casa:

+ Lord Lancel Arrow, 39 anos (+)
- Seu filho, Lord Lorent Arrow, 25 anos (+)
- Seu filho, Lord Egan Arrow, Senhor de Dunstonbury ,20 anos.
- Seu filho, Sor Orrin Arrow, 17 anos.

+ Sor Marwyn Arrow, O Cavaleiro do Bosque (pnj)
- Seu filho, Damon Arrow, 30 anos.
- Seu filho Sor Jensen Arrow, 23 anos.
- Seu filho Sor Zephyr Arrow, 21 anos.

Atributos:
Criatividade: 1
Força:  3
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora:  2
Vigor: 3
Oratória: 2
Fé: -
Casa Arrow


Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Damon Arrow em Sab 26 Ago 2017 - 13:52, editado 3 vez(es)

_________________



Casa Arrow ! 30 Anos, Cavaleiro

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Aegor Balaerys em Qua 23 Ago 2017 - 13:21

Senhor de Garra do Dragão
ficha de inscrição para os sete reinos


Nome on: Aegor Balaerys
Nome off: karen souza
E-mail: karensr2009@hotmail.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Vale
Títulos: Senhor de Garra do Dragão, Protetor dos Dedos.

Características:
Aegor é um homem já formado, com uma constituição corporal esbelta que não se adequa a armamentos como martelos de guerra e sim espadas curtas. De olhos em um roxo escuro, quase negros, é um descendente de Valíria ímpar devido a fisionomia que não lhe negou os cabelos louros, quase platinados que mantém longos. Os traços finos, de queixo e nariz retos e feição aristocrática. Os músculos são bem definidos, mas não feitos para um guerreiro - adquiridos durante os anos com treinamentos mas não por empunhaduras. Uma das particularidades físicas vem de uma cicatriz que corre do início do pescoço, perto do queixo e se finda no meio das tórax, ganho em uma das tramóias do pai que o fez cair da sacada do pátio de treinamento ainda em tenra idade. A altura do Balaerys é de extrema distinção para com a maior parte dos homens, dotado de 1,96 metros que entram em junção com a compleição esguia. O rosto jovial e sério poucas vezes é visto sorrindo, resguardando os raros risos aos filhos.

A personalidade, no entanto, é uma das melhores possíveis. Sendo receptivo e de gestos agradáveis, consolidando-se como um conselheiro formidável e um redentor de uma gama de cohecimentos para com o comércio. Usufrui disto para alavancar a Casa, sendo um visionário e erudito melhor do que guerreiro.
Mas não se pode levar Aegor apenas como pacifista, já que em seus tempos de outrora, consagrou-se como um ser dotado de façanhas que não mede esforços para conseguir o que quer. A loucura do pai ensinou-lhe a amar e respeitar mais o povo, o que garantiu um retorno por parte da plebe e de demais Lordes, afinal, é sempre bom ter amizades com outros senhores. De pensamento rápido, possui sempre uma resposta na ponta da língua e uma saída guardada na manga, o que auxiliou-o nas viagens marítimas e durante a Guerra Civil.

Justo e leal, é um protetor feroz quando se trata dos filhos; muitas vezes comovendo atos escusos para o bem dos herdeiros. Mas o orgulho valiriano corre pelas veias, por ter uma honra tão abrasiva, dificilmente permite gafes. É conhecido nas Três Irmãs Briguentas: Lys, Myr e Tyrosh, pelo passado, mantendo negócios direitos para com Essos e o ramo secundário da família. Gostando do meio mercantil e portuário mais do que o agrário.
De mente saudável, é um incentivador nato, aberto a novas opções e horizontes.

História do Personagem:
Aegor Balaerys, primogênito de Rhaegar Balaerys, o Olho de Dragão. Comoveu feitos históricos durante os anos em que passou sob a tutela de Maekar em Lys e mais ações inéditas no Vale durante a Guerra Civil das Águias que lhe fez adquirir o título de Protetor dos Dedos, mas a história começa antes de qualquer batalha.

Rhaegar nunca gostou do herdeiro, preferindo ao segundo filho para alçar como regente de Garra do Dragão. Durantes anos a fio armou planos abusivos e de conotação duvidosa para acabar com a vida de Aegor, que por algum motivo nunca padecia. Chegaram até dizer que a criança detinha um envolvimento para com os Sete que não permitiam vossa partida antes da hora. Cresceu assim, no meio de tramoias, desventuras e infortúnios.

Mas Rhaegar estava obstinado e a cada novo Dia de Seu Nome, passava tarefas mais descabíveis ao filho que não contestava as ordens, regressando à casa com mais um novo espólio e uma história que degringolou até dar tudo certo, recebendo a alcunha de Protegido dos Sete - algo que até hoje é motivo de risos ao homem. Embarcava em viagens para Além do Mar Estreito, cruzando com piratas e desvendando locais tão pouco vistos.

Era principalmente querido das Ilhas de Verão, no entanto, o que Rhaegar também mancomunou para ocorrer, sucedeu-se. O Vento-Negro cortava as ondas tão pouco costumeiras do Mar de Verão quando uma bandeira negra foi avistada. Uma embarcação duas vezes maior que por uma brincadeira do destino, também se mostrou mais veloz. Não houve realmente o que fazer, eram mercadores de escravos em busca de nativos de Koj - homens e mulheres de pele amarronzada e pequenos olhos como pedras negras que eram tão requisitados em bordéis pelos conhecimentos nas artes do prazer, afinal, cultuam a Deusa do Amor.

Podia ter certa experiência com viagens e armas, mas contra homens dotados de uma longínqua história de saques e profanação? Uma luta perdida. Mas Aegor não seria chamado de Protegido dos Sete por nada; mais uma vez a sorte bateu a sua porta e ele recepcionou-a com louvor. Os cabelos louros, quase platinados e os olhos púrpura salvaram de uma vida de servidão em um prostíbulo quando Aenys Balaerys se mostrou Capitão do Miragem da Boaventura.
Quando Maekar Balaerys I veio à Westeros seguindo Daenerys, Mãe de Dragões; enviou dois de seus filhos em retorno à Essos para que a Casa não perdesse monopólio adquirido em Lys e Volantis. O ramo secundário expandiu-se e criou raízes em outras cidades, assim como Maekar I planejou. E ali estava, seu descendente em um navio pirata atacado por outro descendente. O conhecimento para com os trabalhos escusos dos consanguíneos nunca chegou aos ouvidos dos Lordes de Garra do Dragão, até o fatídico momento. Rhaegar deu como morto seu filho mais velho e consagrou outro como herdeiro, passando a ensinar-lhe.

Aenys levou o primo de terceiro grau até Lys, onde Maekar Balaerys ficou em polvorosa a conhecer o parente. Já detinha noção para com a loucura de Rhaegar, sandice esta que abarca muitos dos descendentes de Valíria. Usufruiu do futuro Lorde para seus próprios meios, a amizade para com um nobre westerosi que possui um porto de valia nunca seria de todo ruim. E se pudesse colocar o moleque a par dos próprios planos? Não haveria mal. Transmitiu a Aegor os ensinamentos que um homem de negócios deve ter, mostrando que o poder não vem apenas das espadas mas do tilintar das moedas. O conduziu nos meios do comércio, gostando de como o Balaerys mais novo detinha uma mente sagaz para tais coisas.

A cada novo produto, um novo horizonte se expandia; diminuía tal preço e elevava de outra coisa, fazendo as pessoas acreditarem que os valores eram justos. Conviveu com magísteres, homens de posse, donos de bordéis, charlatões e nobres de Cidades Livres. O mar não lhe era mais desconhecido assim como a natureza frívola do ser humano, adotou uma personalidade insubmissa e de preceitos comerciais.

Não mais era um rapaz que fugia da morte na terra natal, agora era um homem que sabia usar da vida até o fim desta. Maekar foi seu tutor durante anos, exercendo uma capacitação que nenhum Meistre poderia ceder; ensinou-o como dobrar as pessoas e como burlar leis. Já que o escravismo não era visto com bons olhos nas Cidades Livres - mesmo que muitos poderosos fossem até Lys em busca de prazer com escravos do mundo inteiro. Adquiriu mais do que apenas conhecimento, ganhou fortuna ao embrenhar-se nas Três Irmãs Briguentas, já que são cidades onde o comércio é considerado uma profissão mais honrada do que as armas.

Um de seus feitos mais lembrados após décadas foi o grande Incêndio de Illyrio; um mercador contrário a Maekar que pretendia invadir as rotas marítimas do magíster, atacando as embarcações do Balaerys e surrupiando suas mercadorias, o que causava uma afronta. Maekar enviou Aegor na empreitada que em um plano insano, encheu o convés inferior com tonéis e mais tonéis de fogovivo; poderia matar a si e a tripulação, mas foi vitorioso.

Moedas valiam mais do que sangue nobre em Lys. E foi o ouro que auxiliou na descoberta de que Illyrio iria enviar mais da metade da própria frota em uma emboscada aos navios de Maekar que regressava de Volantis com uma grande leva de escravos e especiarias. Quando avistaram os navios inimigos, Aegor que já planejara tudo, usufruiu de catapultas e lançou os jarros de fogovivo. Os gritos dos homens jamais saíram da mente do Balaerys que nunca fora alguém sangrento, afinal, preferia as palavras e moedas.

Magíster Illyrio perdeu o poderio e caiu na desgraça, sendo relembrado até os dias atuais pelos feitos de seus inimigos, como um aviso constante de com quem estão se metendo. Com tais atos, findou por receber a alcunha de: "o Fogovivo".

Regressou para casa a bordo do Dragão-Exilado, uma exímia embarcação que causou medo no Mar Estreito, mas foi devidamente modificada.
Rhaegar que não esperava um regresso de seu herdeiro, caiu na loucura de vez, enviando metade da tropa até o Porto da Garra. Mata-lo-ia, se Aegor não esperasse algo de gênero vindo do pai. Antes de sua volta, enviou uma carta ao irmão mais novo que na época não tinha mais do que quatorze anos; este o auxiliou, falando com os Intendentes e comandantes do exército Balaerys, o povo que já estava insatisfeito com as decisões do regente, apoiou Aegor. Rhaegar Balaerys deu seu último suspiro naquela noite, sentado sobre o trono desconfortável no Salão do Céu quando seu primogênito e herdeiro legítimo enfiou uma faca na traqueia, vendo-o aspirar o próprio sangue.

Mas uma guerra batia a porta, a Guerra Civil das Águias separou metade do Vale. No entanto, os Balaerys ficaram ao lado de seus suseranos do Ninho, sendo um dos primeiros a jurarem lealdade e participarem ativamente dos planos. Enquanto os Grafton, Arryn de Vilavelha e do Ninho da Águia se exterminavam, foram os Balaerys que mantiveram vigília para com as outras regiões, prevenindo ataques oportunos de outros Grandes Senhores que pudessem se aproveitar do momento de fragilidade; já que durante toda a história de Westeros, sempre foram os Dedos o local propício a ataques e entradas. Com o auxílio dos suseranos, fomentaram as terras. Aegor que não era exatamente um homem das espadas, foi um dos grandes conselheiros durante as batalhas. Denotando a inteligência e sagacidade para tais conduções, o que gerou após o término da Guerra Civil, o título de Protetor dos Dedos - mesmo que Garra do Dragão, sede da Casa, se situe em uma cadeia de montanhas férteis sob os dedos.

Firmou-se, então, como um Lord justo e amado pelo povo. Um visionário e erudito que apoia os Arryn e acima de tudo, os filhos, sendo um incentivador para com seus sonhos. Independente se desejam virarem guerreiros ou meistres, com este comportamento, criou uma relação amigável com os herdeiros, vizinhos de outras regiões e demais Lords do Vale, muitas vezes recepcionando visitantes na Garra que o buscam em prol de conselhos. Não deixou para trás o espírito viajante, mantendo negócios para com os parentes de Essos e o gosto particular pelas Ilhas de Verão.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força:
Inteligência: 7
Agilidade: 2
Coordenação Motora:
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé:




Ficha aprovada

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Leana Balaerys em Qua 23 Ago 2017 - 21:49


F I C H A
Leana Balaerys

Nome On: Leana Balaerys
Nome Off: Ana Brito
E-Mail: anniebbonney@outlook.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Vale

C A R A C T E R Í S T I C A S
do Personagem

Doce e gentil, Leana é uma garota que sempre tenta ser tão receptiva quanto o pai, pois o admira a ponto de imita-lo. Agradável, sem olhar a quem, a menina poderia ser considerada uma pessoa tola caso não tivesse sua mãe para mostrar-lhe que no mundo existem dois tipos de pessoas e você sempre deve desconfiar delas, mesmo as mais bondosas. E, graças a mãe, aprendera a atuar para manter as aparências ou conseguir realizar suas escapadas com a gêmea, mesmo em tão tenra idade.

Quanto aos seus familiares, trata-os bem. A pessoa por quem mais tem carinho, obviamente, é sua gêmea, Daena, pois, apesar de serem tão semelhantes, Leana ainda é alguns segundos mais velha que a outra e tem um grande instinto por protege-la, principalmente pelo fato de a mais nova apresentar alguns problemas de saúde, cuja origem é desconhecida até mesmo entre os meistres. Para Leana, Daena é a pessoa a quem deve proteger sem hesitar, por ela faria as coisas mais loucas possíveis e, por ter esse sentimento pela gêmea, quase sempre cede aos desejos da mais nova.

Em relação aos seus hobbies, Leana sempre teve uma grande empatia para com os animais, por isto, seu lugar preferido são os canis e os estábulos.

Quanto a aparência, a Balaerys sempre fora muito bela. Com sua face em forma de coração e seu doce olhar de um tom púrpura bastante atrativo característico da família, Lea possui uma aparência bastante inofensiva que combina com seu jeito doce e gentil de agir. Sua cabeleira loura desce como uma cascata até um pouco abaixo dos ombros, complementando essa aparência "inocente".

H I S T Ó R I A
do Personagem

O sol estava começando a surgir no céu quando as gêmeas Balaerys vieram ao mundo, Leana foi a primeira a deixar o ventre da mãe e, quando Elaena Balaerys menos esperava, agarrada a mão da menina que saíra de seu ventre, estava outra pequena mãozinha, era Daena. Gerar uma criança, realmente, não era lá uma tarefa fácil. No entanto, gerar duas e saber disso somente na última hora é ainda mais árduo.

— Senhora, tenha cuidado! — pediu-lhe o meistre com cautela ao notar que , a mulher mal se aguentava de tanta dor. — São... São gêmeas! — exclamou tão surpreso quanto a mulher, o homem não fazia ideia de como havia deixado aquele importante detalhe passar. Era uma falha e poderia acarretar em algum problema, pois havia muitos riscos em partos de gêmeos que se revelou anos mais tarde.

(...)

A medida que as meninas foram crescendo, notava-se uma grande diferença entre as duas. Enquanto Leana era extremamente calma, Daena era um poço de energia, muito mais que ativa, era hiperativa. Por sempre estarem juntas, a mais velha das gêmeas via em si a obrigação de proteger e realizar os desejos da mais nova, quase nunca chegando a dizer não para sua semelhante.

Em uma dessas de não negar o pedido da irmã, ambas acabaram fugindo do castelo. A fuga fora tramada enquanto ambas tinham sete anos, eram verdadeiras pestinhas quando se encontravam juntas. Leana foi quem arrumara os preparativos principais da fuga, cavalo e comida era o essencial. Mas, antes mesmo de saírem dos limites de garra do dragão, foram pegas no flagra pelos guardas do castelo, afinal, não passavam de crianças.

Diante de tamanha ousadia e da proposta de demonstrar sua obediência ao seu suserano, o pai decidira que seriam as gêmeas que passariam um tempo fora de casa, seria uma forma de conhecerem mais do mundo ao qual estavam ligadas e estreitar ainda mais os laços entre vassalo e suserano. Quando completaram oito anos, foram mandadas para a casa da qual o pai era vassalo, os Arryn. As meninas passaram quatro anos entre eles e, mesmo assim, nunca deixaram de aprontar. Ao completarem doze anos, retornaram para casa.

Agora, mais crescida e ciente de sua posição na família, Leana decidira então que diminuiria suas peripécias com a irmã, no intuito de, também, protege-la. Afinal, no mundo não havia somente dois tipos de pessoas, eram vários tipos e todos eram suspeitos.

D I S T R I B U I Ç Ã O
dos pontos

Criatividade: 2
Força: 1
Inteligência: 3
Agilidade: 2
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé: 0

Á R V O R E
genealógica

+ Aegor Balaerys; Lorde de Garra do Dragão; o Fogovivo; Protetor dos Dedos; Senhor dos Precipícios; 33 anos.
  - sua senhora, Elaena Balaerys; a Tormenta; da Casa Rowan, 32 anos.
  - seu filho e herdeiro, Daeron Balaerys, 18 anos.
  - seu filho, Maekar Balaerys, 17 anos.
  - sua filha, Haenyra Balaerys, 16 anos.
  - sua filha, Lyra (Allyria) Balaerys, 15 anos.
  - sua filha, Leana Balaerys, 13 anos.
  - sua filha, Daena Balaerys, 13 anos.
  - sua filha, Rhea (Rhaenyra) Balaerys, 7 anos.
  - seu filho, Aegon Balaerys, 7 anos.
  - seu filho bastardo, _____, 18 anos.




Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Leana Balaerys em Sab 26 Ago 2017 - 23:36, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Olga Silver em Sab 26 Ago 2017 - 2:15



Ficha aprovada
Azor Ahai


Última edição por Olga Snow em Sex 1 Set 2017 - 20:45, editado 1 vez(es)

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Edrigan Storm em Dom 27 Ago 2017 - 20:32

Alto Sacerdote da Fé Vermelha
ficha de inscrição para os sete reinos


Nome on: Edrigan Storm
Nome off: Thiago Braga
E-mail: thiagobraga.calheiro@gmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Terras da Tempestade.
Títulos: A Víbora Vermelha, O Feiticeiro de Ponta Tempestade.

Características:

         Edrigan possui um humor dúbio, mas perspicaz. Seu senso de ironia é apurado, bem como sua facilidade com as palavras. É fervoroso em sua fé, suplantando as urgências pessoais pelos desígnios que ele acredita possuir, através das chamas. Chefe religioso das Terras da Tempestade, é conhecido pelos Lords da região, como o único bastardo assumido pelo antigo Lord Baratheon, pai da atual Lady, Ella. A relação de Edrigan com sua irmã sempre foi de respeito mútuo, embora ele seja recluso em seu enorme templo às margens de Ponta Tempestade. O Sacerdote é jovem, mas os prodígios do Senhor da Luz o fizeram ascender rapidamente na hierarquia da fé local, bem como fizeram seu nome atravessar o Mar Estreito, até Volantis e o centro do poder de R'hllor no mundo conhecido. A maior autoridade religiosa de sua região, Edrigan tornou-se rapidamente um equivalente do Alto Septão, para a Fé Vermelha. Conhecido por viajar com frequência para outras regiões, visitando Lords ou povoados simpáticos ao Senhor da Luz com seu séquito de noviços e acólitas, Edrigan oculta um lado obscuro por trás de sua caridade e devoção. Mais firme em suas crenças, ele crê numa nova era de glória para a Casa Baratheon, e na expansão e supremacia do Senhor da Luz. Acredita que sua irmã tem sido tolerante e bondosa por tempo demais, inspirando vassalos dúbios e facções duvidosas. Para Edrigan, é o momento correto para que lembrem-se que de sua família, é a fúria.

História do Personagem:

     Todos conhecem a Fúria dos Desertos como um evento catastrófico que dizimou a população de Dorne e quase colocou em risco a sobrevivência de um reino inteiro. Contudo, antes que as terras vermelhas fossem conduzidas à um fim trágico, uma coalizão formou-se para salvá-los da destruição. As Casas Tully, Tyrell e Baratheon, todas as três soberanas de seus respectivos locais de origem, uniram-se no transporte e proteção de recursos que viajaram em segurança, salvando a vida de todos. Mais de vinte anos se passaram desde o incidente climático, e ainda hoje os motivos de tais ações humanitárias foram questionadas a fundo, não só pelos nobres, mas pelos próprios Meistres da Cidadela. É consenso que o que pareceu unicamente bondade e caridade, foi uma tentativa bem sucedida de evitar o êxodo dornês, que lavaria refugiados para a Campina, e as Terras Fluviais, causando conflitos culturais e disputas por terrenos e novas formas de comércio. Mas e os Baratheon? Por qual motivo protegeriam e supervisionariam a distribuição das doações, quando nunca possuíram relações diplomáticas firmes com os Martell de Dorne, nem tinham razões para protegê-los do fim? A resposta, era um menino de cabelos negros e pele acobreada, de seis anos. Filho de uma prostituta de Dorne, levada para as Terras da Tempestade como entretenimento nos salões de um Lorde Estermont antepassado, Edrigan vivia na Casa dos Prazeres desde seu nascimento na Ilha de Tarth, onde sua mãe acabou falecendo. Ciente de que não poderia arriscar a posição de seu filho legítimo, Edrigan nunca foi levado à Coroa por Lord Garrett, em busca de uma legitimação. O que era mais do que natural, afinal apenas do fato de reconhecer o menino como seu já era suficientemente problemático para sua reputação entre dos vassalos e especialmente com sua esposa. Edrigan foi criado em Dorne até os dez anos, portanto. E lá ficaria, sobrevivendo à Fúria dos Desertos graças ao auxílio de seu pai, que o mantinha doando grandes quantias à Casa dos Prazeres portuária de Lançassolar, a Vadia Perfumada.
         Mesmo jovem, Edrigan era considerado belo. Por mais de uma vez, propostas vultuosas de mercadores vindos de Essos tentaram os olhos da velha dona do bordel,  que mascando sua erva-amarga, negava a todos. Ela jamais sobreviveria à fúria do Senhor da Tempestade, caso vendesse o seu bastardo como um jovem prostituto comum. Logo, antes que fosse enviado à Ponta como desejava seu progenitor, para ser educado na espada, Edrigan manifestou dons sobrenaturais. Visões nas sombras e chamas perseguiam o jovem menino, que atormentado, achava que sua sanidade estava prestes a esgotar. Sendo assim, foram sacerdotes do Grande Templo de Ponta Tempestade que vieram buscá-lo, e seu pai contrariado, viu o filho ser iniciado nos mistérios da Fé Vermelha. Lord Garrett faleceu, e seu filho já era um dos sacerdotes mais influentes no conclave da tempestade. Quando Ella Baratheon assumiu o posto de seu pai, Edrigan ascendeu substituindo a então Alta Sacerdotisa como nova autoridade de sua região. Seu conselho por vezes é buscado pela irmã, mas por seu posicionamento mais radical e mesmo violento, Ella e Edrigan não são tão alinhados ideologicamente. Para seu irmão, a Lady Baratheon é bondosa demais, e deveria conquistar o medo de seu povo, não o amor.
             Com relações políticas estabelecidas com Lords de outras regiões que adoram ao Senhor da Chama e da Sombra, Edrigan é o líder de uma das vertentes religiosas que vêm ganhando mais adeptos em Westeros. Embora tolere os costumes e servos dos Sete, do Deus Afogado, da Mãe Roine, dos Deuses Antigos e tantos outros que vieram e foram neste período de liberdade religiosa protegido pelos dragões, em seu coração Edrigan deseja ver os Sete Reinos forjados novamente em um só, servindo a um único Deus. Ao verdadeiro Deus.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força:1
Inteligência: 2
Agilidade: 2
Coordenação Motora:2
Vigor: 2
Oratória: 3
Fé:3

[/quote]


Ficha aprovada
Azor Ahai

_________________
Edrigan Storm

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Magdah Redwyne em Qua 30 Ago 2017 - 15:55

Almirante da Frota de Ferro / A Vadia de Ferro
ficha de inscrição para os sete reinos


Nome on: Magdah Pyke
Nome off: Thiago Braga
E-mail: thiagobraga.calheiro@gmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Ilhas de Ferro.
Títulos: A Vadia de Ferro, Filha do Kraken.

Características:

         A Bastarda de Velha Wyk é uma mulher impiedosa e de um humor quase sádico. Não admite demonstrações de sentimentalismo ou vulnerabilidade. Brutal, respeita apenas aqueles capazes de protegerem a si mesmos. Sabe de suas origens, e nunca deixou de orgulhar-se por ter conquistado tudo que lhe pertence. É um nome que desperta medo e desprezo em medidas iguais, nas Ilhas de Ferro. Não é amada por aqueles que governa, e em regiões do Mar de Verão e do Mar Estreito, prêmios capazes de deixar rico um homem por toda a sua vida, foram oferecidos por sua cabeça. Realizadora de atrocidades, já vendeu escravos e tomou homens como eunucos mascarados, que lhe servem como uma monstruosa e assustadora Guarda. Apesar de ser a irmã mais velha do Rei das Ilhas de Ferro, Magdah nunca pediu que Dickon a legitimasse como sua irmã, ou como uma Drumm, assim como sua mãe. Afinal, ela nunca tivera amor pela família de sua progenitora, e graças às suas ações, já não haviam Drumms com quem dividir o nome. Ser uma Greyjoy lhe daria o direito de rebelar-se como a primogênita, e Dickon era esperto demais para conferir-lhe tal possibilidade. Sua irmã o servia bem, como a Justiça do Rei. A Vadia de Ferro era a executora real, e uma das Almirantes da Frota de Ferro, ocupando o lugar que fora de seu avô, Lord Drumm.

História do Personagem:

      Magdah é o fruto de um estupro, um ato criminoso que quase provocou uma Guerra Civil entre os Lords das Ilhas de Ferro e seu rei. Lorde Drumm ficou próximo de declarar-se em rebelião, quando o então rei das Ilhas de Ferro, sequestrou e fez esposa de sal sua filha mais nova, Donatella Drumm. Levada para Pyke e recebida na Corte do rei, a Drumm capturada enfrentou a hostilidade da rainha das Ilhas de Ferro, que desejava sua morte mais que tudo. As duas disputavam as atenções do rei, mas foi Donatella quem engravidou primeiro. Enquanto a gestação seguia em frente, Lord Godfrey Drumm insistia para que sua filha fosse mandada de volta, como reparação. Donatella estava muito enfraquecida, e foi mantida em Pyke até o seu parto. Más línguas acusam a rainha de tê-la deixado sangrar de uma hemorragia, proibindo que fosse socorrida. Outros dirão que tudo tratou-se apenas de fofocas entre servas que preferiam Donatella. A verdade é que a donzela Drumm pereceu, e para aplacar o ódio de Velha Wyk, a criança bastarda fruto daquela morte foi enviada ao castelo da família de sua mãe. Ali, Magdah cresceu, consciente do que era a cada golpe que recebia, a cada paulada das servas que a mantinham longe dos bolinhos na cozinha. Ela não vivia entre os Drumm, mas também não era tratada totalmente como uma criada. Aprendeu a ler e a bordar, embora tais lições tenham tido um triste fim quando empalou a mão de sua tutora com uma tesoura. Apanhou até perder os sentidos, mas então foi enviada por seu avô aos pátios de treino.

         Quando seu corpo desenvolveu-se e sangrou pela primeira vez, Magdah atraiu a atenção de seu tio, o irmão mais jovem de sua mãe. Balon Drumm era um rapaz de dezesseis anos, casado com uma Goodbrother de um ramo menor dos senhores de Cornatelo. Era a urgência em dar continuidade ao sangue, mas parecia que o jovem herdeiro de Velha Wyk não tinha ação o suficiente com sua esposa de vinte anos, mais velha e mais experiente. Perseguiu Magdah incansavelmente, e quando finalmente conseguiu estuprá-la com o auxílio de guardas, tentou afogá-la para que não soubessem de seu crime. Poucos sabem ao certo o que aconteceu com a jovem, mas a menina que retornou do mar nas costas rochosas da terra ancestral, não era a mesma bastarda insolente e de pés descalços. Insana, a menina foi encontrada com algas trançadas em meio aos cabelos, e ao redor de seu pescoço, onde marcas dos beijos de seu tio ainda eram visíveis. Seu corpo nu desvencilhara-se das vestes rasgadas pelos homens, e ela vagava só na Colina de Nagga, local onde o Rei Cinzento enfrentara o monstro ancestral, o dragão do mar. Magdah fora arrastada quilômetros pela correnteza, e afogara-se antes que seu corpo fosse largado na areia pedregosa. Voltou a si, coroada pelo sal e pela loucura. Uma jovem de quinze anos com a alma de um demônio.

         Ela retornou à Velha Wyk, levada por marinheiros de Pyke que haviam viajado ao local para buscar a filha do rei. Lá chegando, os homens Greyjoy ficaram surpresos por notarem que a selvagem que haviam resgatado era a bastarda em questão. Atendendo ao desejo de seu pai, agora que a rainha estava morta, Magdah foi levada para Pyke, jurando a seu avô e seu tio que um dia retornaria, para retribuir-lhes todo o amor que recebera. Aos dezessete, assumiu o comando do Meretriz Salgada, seu primeiro navio. Não seria o último. Navegando para as Ilhas de Verão à mando de seu pai, Magdah usou suas espadas para matar cada tripulante que recusara-se a obedecer-lhe, quando decidiu ir além, para o mar de Sothoryos. Na ilha de Naath, descobriu um meio de espantar as borboletas da morte, ardendo erva-fantasma em tochas, emitindo um gás que matou todas as criaturas a ele expostas. Sem defesas naturais, o povo da bela Ilha foi escravizado e vendido à Imperatriz Dragão, em Astapor. Ali, o navio de Magdah tornou-se uma pequena esquadra de oito embarcações, que retornou para as Ilhas com ouro e riquezas, assim como inimigos. A exploração de Naath prosseguiu, até que a ilha nada mais fosse, além de um amontoado de vilas destruídas e vida natural. Praticamente extintas, poucas borboletas ainda voavam entre suas árvores altas. Inimigos e traidores tentaram ver o fim da Vadia de Velha Wyk muitas vezes. Caso descobrisse um plano, Magdah castraria o acusado, que morreria se não pudesse provar sua inocência. Os sobreviventes tornaram-se as Mãos de Ferro, quinze homens com máscaras de prata, seus assassinos de elite.

         Quando seu pai morreu, Magdah viajou todo o caminho de Passopedra, onde tornara-se amante de um pirata de Essos, para dobrar-lhe o joelho. Impressionado com os feitos de sua irmã, conhecidos mesmo enquanto ele treinava nas Cidades Livres, Dickon Greyjoy nomeou-a Almirante da Frota de Ferro, uma de suas generais. Agradecida, Magdah jurou apoiar seu rei, mas não abdicou de sua vingança. Com sua esquadra, navegou até Velha Wyk, onde foi recebida pelo tio à contragosto. Era afinal, agora uma Almirante do rei, e vinha em seu nome. Magdah conheceu os filhos de Balon, Thoryn e Luther. Innanda Goodbrother estava grávida do terceiro, pelo que soube enquanto banqueteavam. Magdah ainda bebia o vinho vermelho de Volantis que levara como um presente, quando a primeira Mão de Ferro atravessou a porta do salão principal. Todos os guardas dentro do castelo haviam sido passados na espada. Seus assassinos surgiram progressivamente, cada um tendo eliminado um setor da construção. Quando Innanda foi empalada pela espada de sua Mão de Ferro Direita, a primeira entre todas, viu o horror nos olhos do homem que lhe fizera conhecer o inferno.

         As crianças foram estranguladas à mesa, diante dos olhos do pai. Magdah observou impassível, enquanto seus primos desvaneciam,horrorizados em seus sete e cinco anos. Só então cortou a garganta de Balon, quando a luz já havia deixado seus olhos. Assim terminou a Casa Drumm, e sua tragédia é cantada até hoje, entre os trovadores das Ilhas de Ferro. Mesmo em Westeros, a morte dos Drumm ficou conhecida através da Chuva Rubra, canção que narra o retorno da Filha do Kraken, batizada com o nome da espada valiriana da família extinta. Entre os religiosos do Deus Afogado, muitos creem que ao morrer no mar, Magdah viu os salões do Deus e foi tocada por sua brutalidade. Outros, creem que ela fora escolhida pelo Deus da Tempestade. A verdade, é que sua existência levou muitos sacrifícios ao Deus de seu povo. Mesmo nas Ilhas, ao verem seu brasão pessoal nas velas de sua esquadra, os mais devotos começam a rezar...

Árvore Genealógica: Pyke de Velha Wyk




- Lady Magdah Pyke de Velha Wyk, Almirante da Frota de Ferro e Executora da Cadeira de Pedra do Mar.


Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 1
Força: 4
Inteligência: 1
Agilidade: 4
Coordenação Motora: 2
Vigor: 3
Oratória: 1
Fé: 0

[/quote]


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Azor Ahai em Qui 31 Ago 2017 - 20:27

@Icarus Estermont escreveu:
I C A R U S
Estermont



Nome On: Icarus Estermont
Nome Off: Ana
E-Mail: anniebbonney@outlook.com
Sangue: Legítimo
Região Pertencente: Terras da Tempestade

Características do Personagem: Icarus é um homem visionário que sempre busca o conhecimento. Seja na arte da luta, no conhecimento dos meistres ou na história. Ele se diferencia tanto dos demais que seria capaz de dar a uma mulher a chance dela de aprender o que a sociedade condena que ela saiba. Tenaz e sagaz, Icarus tenta ser o mais honesto possível para quem lhe é importante, no mais, é capaz de fazer o mais cruel dos atos se for necessário para proteger quem ama. Por ser uma espécie medieval de "homem da ciência" ele não acredita muito nos deuses, todavia, esconde tal fato com grande cuidado.

História do Personagem:

Icarus sempre teve um ar curioso, por isto, facilmente se interessava pelas coisas que o rodeava. Desde bem cedo ele alternava seus estudos entre a arte da luta e os conhecimentos gerais, não porque era obrigado, mas porque se interessava por isto.

A medida que crescia, Icarus era mais motivo de orgulho para os pais e isso o animava ainda mais para que continuasse a enveredar pelos caminhos que decidira trilhar. Ainda jovem, ele decidiu fazer uma excursão além dos sete reinos, ele tinha apenas 15 anos quando fez uma viagem para lá do mar estreito. Visitou a baía dos escravos, conheceu novas culturas e fez novos aliados.  As novas aventuras ali vividas serviram para moldar-lhe o caráter e entender como as pessoas podiam ser traiçoeiras.

Nesse meio tempo, seu pai ficou doente e com o passar dos anos ele apenas definhou mais e mais. Por estar sempre em constante mudança, raramente ele se encontrava no mesmo lugar, por isto, demorou muito para que Icarus recebesse a notícia de que seu pai não tinha mais muito tempo de vida. Somente um mês antes da morte do Lord Estermont, foi que o rapaz recebeu a notícia e, rapidamente retornou para a família. No entanto, o rapaz se encontrava muito longe de casa. A viagem de navio não era rápida o suficiente para que ele chegasse no tempo devido e, os pequenos imprevistos também o atrasaram. Por isto, quando ele chegou nas terras da tempestade, já era muito tarde. E agora tudo o que restava ao rapaz era se estabelecer como novo Senhor de Pedraverde.




Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:

Criatividade:- 2
Força: - 2
Inteligência: - 3
Agilidade: - 2
Coordenação Motora: - 3
Vigor: - 2
Oratória: - 2
Fé: 0


Obs.: Se for possível, gostaria de sugerir esta linha genealógica:

Lord Edwin Estermont - Senhor de Pedraverde. Um homem de antigos costumes, e cauteloso. Faleceu aos 48 anos.
Lady Selene Estermont - Senhora de Pedraverde, a primeira de única esposa de Edwin. 40 anos.
Seu primeiro filho, Icarus Estermont - herdeiro e atual Lord, 24 anos.
Seu segundo filho, Órion Estermont - 20 anos.
Seus filhos gêmeos Eduard Estermont e  Selina Estermont- 15 anos.


Pretendo enviar a trama da casa posteriormente.
----

Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Maggie Storm em Sex 1 Set 2017 - 15:00

Nome On: Maggie Storm
Nome Off: Bianca
E-Mail: bianca_gianettibr@hotmail.com
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Terras da Tempestade
Características do Personagem:

Psicológico:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta quando quer, as vezes pode ser bem teimosa igual ao sei verdadeiro pai.

Descrições físicas:

Maggie está sempre usando um vestido é o que ela mais ama no mundo, seus olhos são castanhos igual o seu cabelo liso, tem um sorriso semi-igual, magra de um 1,50 pesando 50kg.

História do Personagem:

Maggie sempre foi uma menina fofa e bem-educada por sinal, seus dentes estão sempre presentes em seus alegres dias e também bem espoleta e esperta nascendo de uma família de porte médio ela tinha aquilo que desejava quando podia, já que muitas das vezes eles precisavam comprar comida ou qualquer outra coisa para as necessidades de casa.

Nascida no norte com pais fazendeiros ambos muito bons e ao mesmo tempo muito conhecidos pela região, como Martha e Nathaniel sendo sorrindo de sua pequena vida que poderia ser banal para alguns, mas para eles era a melhor coisa que tinha a fazenda herdade da avó por parte de mãe de Maggie.

A garota tinha um coração muito bom e puro quando era apenas um bebê sempre sorrindo de tudo aquilo que tinha ou simplesmente de conhecer as pessoas da aldeia como se todos fossem uma grande família ou algo do tipo.

Porém nada é um mar de flores e quando ela fez apenas 6 anos a sua aldeia foi totalmente destruída e toda a sua família foi morta por saqueadores que no dia do ataque não quiseram saber se as pessoas tinha algum dinheiro ou não eles apenas queriam ver o sangue já Maggie conseguiu fugir com o grito de sua mãe pela janela se escondendo com mais 100 pessoas do Norte em uma floresta próxima e a partir deste dia ela não foi mais a mesma, foi então que eles começaram uma peregrinação para tentar achar um novo lar, mas isso era algo muito difícil já que o pouco de comida que tinha era para as crianças além do frio não ajudar em muita coisa.

Quando eles ficaram sem comida resolveram parar em um dos reinos próximos, porém, o que eles conseguiram foi parar em uma aldeia nas Terras da Tempestade onde um dos moradores ofereceu a ele uma pequena estadia, mas que no dia seguinte eles teriam de ir embora e com um sorriso concordaram até que no meio da noite a maioria das crianças haviam adoecido e Maggie era uma delas.

A pena mal levantava da cama de frio que sentia e sendo assim que o homem foi para despachá-los no dia seguinte o Lorde Barristan ofereceu abrigo para apenas uma das crianças ao qual ele poderia cuidar da mesma com sua própria filha, com isso as pessoas lhe entregaram Maggie a caçula para que a mesma pudesse ser bem tratada e ao mesmo tempo tivesse um pai já que a mesma perdeu os seus verdadeiros pais foram mortos por saqueadores o que fez com que o Lorde a adotasse, porém, ele também se via na menina como se fosse um espelho de si mesmo recebendo o nome de Maggie Storm por ser apenas uma filha bastarda adotada.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 2
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: 1
Fé: 1



Ficha aprovada

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Daeron Balaerys em Sex 1 Set 2017 - 18:37

ficha de inscrição para os sete reinos


NOME ON: daeron balaerys
NOME OFF: caio lucena
EMAIL: novinhodopastel@gmail.com
SANGUE: legitimo
REGIÃO PERTENCENTE: vale

CARACTERÍSTICAS DO PERSONAGEM:
Possui uma aparência jovial e sedutora aparentando ter entre dezoito á vinte anos. É visivelmente herdeiro das características físicas do sangue que corre através de suas veias. A extensão ortogonal da sua estrutura é medida no valor 1,89m; o peso de 75kg é muito bem distribuído pelo comprimento, o qual tem notória polidez, salientado pela protuberância de diversos músculos, principalmente na região frontal e nos membros braçais. Sobressaltando a esses pontos, o revestimento dérmico recebia um tom colorizador claro, mais precisamente, caucasiano claro. Toda a penugem do seu corpo, porém, mais visível no topo do crânio, tem pigmentação loira em pequenos tons que se mesclam gradativamente por conta da miscigenação do sangue, são de extensão relativamente "longos"; Conforme os anos vão se passando, clareia-se cada vez mais o tom de loiro perdendo a intensidade pouco a pouco e transformando-se em um platinado, comum entre a etnia daqueles que viviam na península valiriana. O olhar persuasivo e intenso tem coloração, na irises, um tom violeta, tão belo quanto a flor propriamente dita; diversifica-se em muitos tons da cor que varia do escuro ao mais claro e que de acordo com a intensidade do sol ou luz do ambiente determina o tom de púrpura violeta predominante.

Daeron herdou um demasiado espírito aventureiro e curioso pelo desconhecido, viaja por toda Westeros e se relaciona com pessoas dos mais variados tipos de conduta e egos, o foco da nobre arte de ganhar dinheiro é tornar-se um bom político persuasivo e apaziguador, é comum vê-lo adaptar sua forma de vestir, interagir, suas feições faciais e a forma como fala de acordo com o ambiente e as pessoas que nele estão, no entanto, jamais muda a forma como pensa e o seu jeito íntimo de ser independente das pessoas ou o lugar onde está. É bastante observador, sente prazer em apreciar as demais personalidades e situações alheias em que se faz testemunha, esta sempre calmo e bem humorado apesar de não ostentar um sorriso na maioria das vezes. Impõe uma postura firme e calculista quase sempre, usa a razão e a probabilidade ao invés da incerteza e irresponsabilidade momentânea. Dedica boa parte do seu tempo ao estudo analógico beirando a conquista do conhecimento, esforça-se a refinar suas perícias e adquirir outras novas, é muito mais que um hobbie, tende a ser como um divertido vício.

Apesar de esboçar um modo "camaleão" de ser ainda sim mantém e expõe suas verdadeiras ideologias, é de personalidade forte e marcante quando conhecido mais a fundo. Expressa simpatia com os mais pobres e felizmente não herdou qualquer complexo de superioridade quanto aos demais nobres. Mesmo sendo de personalidade integra e simplista, tende a ter sim um grande orgulho de quem é e de onde veio, reconhece suas nobres raízes e a extinta linhagem sanguínea, idealizando-se um verdadeiro patriota e leal a família. Tem falhas das mais diversas e lados ruins em sua maneira de agir e de pensar, por muitas vezes tende a ser um tanto rancoroso e rude com aqueles que partilham de ideias contrárias as suas e por muitas outras vezes é amante de uma boa briga e um duelo de esgrima em troca de dinheiro, especiarias e uma boa cerveja. No mais profundo do seu íntimo e ambições guarda um lado obscuro e masoquista quando no sentido da sexualidade, um desejo quase que insuperável e um tanto quanto ninfomaníaco, esforça-se para manter seus demônios no mar do esquecimento e agir da forma certa na dosagem certa. Quanto a possibilidade de uma futura união estável, no geral, apesar de viciado no prazer é e pretende continuar sendo leal e integro com seus compromissos e não inclinado ao precipício moral do adultério.

HISTORIA DO PERSONAGEM:
Daeron Balaerys, primogênito de Aegor Balaerys, O Fogovivo. Veio ao mundo em meio a uma das noites mais tempestuosas já vistas em todo o continente, rajadas de vento que com tamanha intensidade foram capazes de descolar as mais robustas árvores do solo e até mesmo fazer desaparecer pequenos vilarejos do mapa, tremenda fúria que provocou intensa ressaca nos oceanos que em sua imensidão ecoavam rugidos enternecedores. Ondas gigantescas quebravam na costa pedregosa, acompanhando a chuva contínua e espessa além dos fortes clarões que rasgavam os céus. Um número incontável de tragedias e destruição foi fruto daquela noite, alguns mais religiosos e sobreviventes do ocorrido se arriscam em dizer que era a fúria de algum deus antigo ou até mesmo o anuncio do fim da era dos homens. Sem dúvidas um episódio traumatizante que por ironia do destino marcou a chegada do primeiro filho do Lorde de Garra do Dragão, que em consequência do ocorrido concedeu a seu herdeiro a alcunha de: “Nascido na tormenta” assim como a Rainha Daenerys I, título esse de incalculável honra provida a Daeron em parabenização por sobreviver ao difícil processo de nascer em meio aquele momento incerto e perigoso.

Desde muito cedo demonstrou demasiada inclinação a maestria com a espada e outras armas como a lança e o arco e flecha, com o treinamento exaustivo e a dedicação almejaria a perfeição e tornaria-se um exímio combatente além de um intelectual. Daeron ressaltava equilíbrio entre sua complexidade física e a mental, era um prodígio digno de apreciação pelos mais velhos e tutores que surpreendiam-se com a rápida ascensão do herdeiro de Aegor de Garra do Dragão. Dedicava horas e horas do seu dia em constante sofrimento para aperfeiçoar-se, adquirir conhecimento, era sedento em almejar a autossuficiência. Ainda criança, perdia-se na imaginação e dizia já ser possível vê-lo conquistando terras e elevando a moral e o domínio dos Balaerys por toda Westeros. Acreditava que mesmo apesar de haver outros continentes e sua vastidão o centro do universo se encontrava em Westeros, era lá que os grandes homens e seus feitos desvendavam o destino da humanidade. No entanto, ao mesmo tempo demonstrava bastante curiosidade e devoção quanto aos mistérios e riquezas que o estrangeiro e o desconhecido guardava, suas ambições chegariam a esses inóspitos lugares também.

O Senhor de Garra do Dragão passava a maior parte do tempo ocupado com os negócios da família e resolvendo problemas, em contrapartida dedicava todo o montante que tinha livre para estar perto e participar da criação dos seus filhos, tanto que apesar de ausente investiu exorbitantes quantias e esforços para prover a melhor instrução para as suas proles, meistres locais e da cidadela, tutores de esgrima e combate desarmado tinham aposentos reservados na fortaleza do vale e reservavam de todo o seu tempo para passar o conhecimento adiante. Seu pai demonstrava sim uma boa preocupação com a educação e desenvolvimento dos seus filhos, era interessado em mostrar-lhes a sabedoria e lhes dava toda a liberdade de escolher qual caminho traçar, Aegor é descrito por seu primogênito como um semeador da harmonia e do senso de democracia entre os membros da casa. Daeron é herdeiro daqueles domínios e ainda muito novo naturalmente por si só tomou conhecimento do senso de responsabilidade dos compromissos que vinham com o status, demonstrando ser determinado e esforçado em adquirir dons necessários para um futuro promissor e lucrativo para a nobre casa.

Nunca demonstrou ser dependente de mimos, usou a riqueza e influência que seu sobrenome lhe provia para moldar-se um lorde, com muito esforço e um trabalho árduo consigo mesmo. Espelhou-se na boa governança do seu pai, é bastante lucrativo e expansivo o trabalho mercantil que a família empenha no vale, o lorde como homem era espirituoso e com um conhecimento incalculável, fruto de aventuras pelos continentes afora. Apesar da admiração, quanto a proximidade não há muito oque se falar, Aegor vivia em viagens de negócios, os domínios Balaerys estendiam-se muito além da localidade em que se estabeleceram, seu herdeiro espelhava-se no progenitor mas passava a maior parte do tempo com meistres tutores e seu tio, o honroso Cavaleiro do Rubi, mestre das armas e das mulheres, digo, afeto feminino.

Daeron havia exatos doze anos de existência quando apaixonou-se pela primeira vez, aquele foi o seu primeiro contato com o amadurecimento, a paixão que selava a continuação da espécie, o “amor” como descrito pelos antigos poetas. Era um saudoso e inesquecível outono que passara na campina com outros familiares e vassalos dos Balaerys, uma ocasião de negócios quanto ao comércio de especiarias que seus familiares desempenham. Os regentes da campina, os Tyrell são a grande força econômica emergente daquela região que é conhecida pela produtividade dos grãos e outros alimentos, e haviam uma filha, uma linda donzela (npc) que encantou o nobre no momento em que adentrou ao salão e cruzou o seu caminho, destacava-se pelos seus sedosos cabelos e olhos da cor do mais puro mel, sua voz suave ecoava como um cântico melódico e angelical aos ouvidos do rapaz, abençoada com uma oratória e personalidade prodigiosa a menina era como uma morfina a constituição reles e humana de Daeron. Era estranho aquela sensação que agora estava a provar, um sentimento que causava rebuliço e tanta instabilidade na mente e no corpo do pequeno lorde, era tão cativante como instigante ao seu ver. Não havia o que fazer quanto ao ocorrido, era uma viagem de negócios e nada mais que isso, mesmo apesar do estado “caidinho por ela” que ele se encontrava, nada impediu que seus parentes contra a sua vontade o sequestrassem de volta para a região do vale e que retornasse ao seu cotidiano sobre os domínios da casa Balaerys.

Comprometido em tornar-se digno de um bom legado, Daeron naquela atualidade já beirando seus quinze anos fazia viagens em embarcações da frota mercantil dos Balaerys, mesmo com pouca idade era dito como um homem por conta da demasiada responsabilidade em sua colocação ou status na sociedade. Era audacioso e dotado de um inquebrável espirito aventureiro que tomara emprestado ao inspirar-se nas histórias que contam de seu pai. É vibrante e destemido quando o assunto era o desconhecido, em pouco tempo de navegador e viajante conheceu as cidades livres de Essos, pessoas de diversos credos e etnias em portos da costa do continente, foi mediador de pequenos tramites com comerciantes locais e arriscou-se em uma aventura arqueológica pelas ruínas da extinta Valíria, ocasião essa que marcou uma transição e fator evolutivo do próprio psico do nobre rapaz.

Um dos principais se não o principal momento de amadurecimento foi nessa rápida passagem em uma expedição arqueológica pela península onde localizava-se o antigo Império Valiriano, desde que recorda-se dispensava guardas armados e se autoproclamava autossuficiente para com a sua própria segurança e, consequente do orgulho do sangue azul, naquela ocasião em especial Daeron encontrava-se desprotegido e em uma situação arriscada com outros desbravadores nas ruínas da cidade perdida, foram surpreendidos por um pequeno porém bem armado grupo de saqueadores locais que os seguiram e os surpreenderam no meio de uma mata densa do local. Daeron e seus acompanhantes em questão de segundos tiveram que decidir entre entregar suas vidas ao desconhecido destino que os esperava ou determinar ali mesmo o rumo da situação, e assim o fizeram após travar aquele que foi um intenso e sanguinolento combate pela vida. Pela vontade de uma força maior ou talvez encargo do destino Daeron foi capaz voltar com vida para Westeros mesmo apesar de carregar consigo algumas cicatrizes de perfurações infligidas pelos inimigos. Em conclusão do ocorrido, sentia-se aliviado e satisfeito por ao menos estar vivendo um dia após o outro sobre a terra, diferente dos seus inimigos, que através da sua lamina agora repousavam eternamente debaixo dela.

As coisas mudaram depois do ocorrido, agora mais que nunca Daeron sentia-se preparado e ciente do ciclo natural da vida, havia descoberto a sensação de tirar a vida de um homem, um não, dois. Atualmente encontra-se com dezoito anos de existência, dedica-se mais a viagens pelo continente de Westeros em contrapartida de quando era mais novo e ainda mais infantil, quando aventurava-se pelas cidades e o desconhecido de Essos, parece agir com mais sabedoria e pés no chão do que antes. Suas ambições continuam as mesmas e sua rotina diária também, crescer e progredir em prol do bem maior. Tem um ótimo e abençoado relacionamento com todos os demais membros da família, não coleciona quaisquer desavenças seja com que for, espera tornar-se com o tempo mais politico para que continue justo e assim seja com seus suseranos quando de fato empenhar o papel e alcunhas de lorde. É responsável pela maior parte da negociação e transporte dos suprimentos que os Balaerys provém para as regiões com mais escassez no inverno como o norte, e serve como intendente do comandante responsável pela frota de navios mercantes, ajudando-o nas decisões tomadas e acrescentando no trabalho de inteligência e percurso do negócio marítimo que os Balaerys empenham ainda na região do vale.

ÁRVORE GENEALÓGICA:
+ Aegor Balaerys; Lorde de Garra do Dragão; o Fogovivo; Protetor dos Dedos; Senhor dos Precipícios; 33 anos.
 - sua senhora, Elaena Balaerys; a Tormenta; da Casa Rowan, 32 anos.
 - seu filho e herdeiro, Daeron Balaerys, 18 anos.
 - seu filho, Maekar Balaerys, 17 anos.
 - sua filha, Haenyra Balaerys, 16 anos.
 - sua filha, Lyra (Allyria) Balaerys, 15 anos.
 - sua filha, Leana Balaerys, 13 anos.
 - sua filha, Daena Balaerys, 13 anos.
 - sua filha, Rhea (Rhaenyra) Balaerys, 7 anos.
 - seu filho, Aegon Balaerys, 7 anos.
 - seu filho bastardo, _____, 18 anos.

DISTRIBUIÇÃO DOS ATRIBUTOS:
Criatividade: 1
Força: 3
Inteligência: 2
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 2
Vigor: 3
Oratória: 2
Fé: 0



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Alenys em Sab 2 Set 2017 - 1:59

ALENYS
Básico


Nome off: Nys
E-mail:: litledream@live.com
Sangue: Bastarda
Região Terras da Coroa

Atributos


Criatividade: 2
Força: 2
Inteligência: 4
Agilidade: 3
Coordenação Motora: 3
Vigor: 2
Oratória: -
Fé: -
Carcterísticas
Loira, alta, com a pele quase tão branca quanto o leite e dona de uns olhos verdes quase hipnóticos. Seu corpo é magro, mas cheio de curvas bem delineadas, que chamam atenção. Pela incerteza de sua paternidade, tem certa raiva e medo de nobres, achando que um deles pode ser seu pai ou irmão. É vingativa, sorrateira e impiedosa. Age conforme sua vontade e tem um certo prazer em causar dor. Aos 24 anos, deitou-se com muitos homens, vários dos quais prometeram ouro e o que mais tivessem para que ela virasse sua esposa ou, quando isso não era permitido, sua amante. Jamais aceitou, sentindo-se incapaz de ter qualquer inclinação amorosa por homem algum. Deita-se com homens e mulheres e também os mata sem discriminação. Só é delicada e amorosa quando está no prostíbulo que chama de casa, com as mulheres que são sua família.
História
Neta e filha de prostitutas, seu destino foi quase completamente traçado quando nasceu, exceto que sua mãe não queria isso para a filha. Não queria mais uma geração de prostitutas, de mulheres sem futuro e sem história, sem respeito. Então decidiu que sua filha seria diferente. Deu-lhe o nome de Alenys, um nome que lhe parecia forte e nobre, dizendo que ela teria um grande futuro, se não como rainha, pelo menos não seria prostituta. Alenys, ou Nys, como sempre foi chamada, foi criada num prostíbulo em Porto Real, sendo tratada como a atração do lugar. Todas as mulheres lhe enchiam de mimos e carinhos, a tratavam como uma pequena princesa, inclusive a dona do prostíbulo. Ela cresceu ali dentro, sem conhecer quase nada do mundo exterior, achando que a vida era um mar de rosas, sedas e mimos. Mas sua mãe sabia que as coisas não eram assim e decidiu preparar a filha para o mundo, o terrível mundo de Westeros, como ela sempre vira. Cuidou da educação de Nys e foi além disso, trocava aulas de arco e flecha, adaga, disfarce, por noites de prazer.
Alenys foi crescendo e se tornando uma bela mulher, mas extremamente perigosa. Sorrateira e letal, devido aos anos de práticas com os melhores assassinos e ladinos dos Sete Reinos. Havia um boato no prostíbulo de que a garota era filha de um grande lorde, mas a mãe sempre dizia que aquilo era mentira, que nem ao menos sabia quem era o pai dela. Todas as outras mulheres diziam que era mentira de Gail, a mãe de Alenys, que era só olhar a pele clara, os longos cabelos loiros e o porte real da garota e era fácil ver que era filha de um nobre. Porém Alenys não dava a mínima para quem era ou não seu pai.
Não vive da prostituição, realizando em parte o sonho da mãe, mas, quando necessita, finge ser uma, para terminar algum serviço ou conseguir algo que quer. Vive de pequenos golpes, furtos e, quando está desesperada, vende seu corpo, porém, o que não conta para ninguém, nem mesmo para si mesma, é que sonha em deixar Porto Real de vez e virar Lady de algum castelo. Mas jamais se permitiria ir atrás de algo como isso, primeiro por sua aversão a qualquer homem de porte nobre, segundo porque sabe que os nobres não querem mulheres que sabem manejar armas e são mais inteligentes que eles.



Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Aubree de Guardamar em Sab 2 Set 2017 - 10:36

Aubree
a Aluada


Nome On: Aubree de Guardamar
Nome Off: Valéria Rocha
Skype: highvaleria
Sangue: Bastardo
Região Pertencente: Terras Fluviais

Características do Personagem:

Olhos claros, cabelos longos e desorganizados, sardas sobre a pele pálida, sorriso fácil e trejeitos espontâneos. Aubree é uma moça inventiva, muito sensorial e gentil. Possui a meiguice dos últimos anos da adolescência, aliada a um ar inocente que muitos consideram traços de loucura. O fato de por vezes referir-se a si mesma na terceira pessoa, é claro, não ajuda muito. É desprendida, alheia a qualquer disputa de poder ou ambição, doce ao ponto de ser considerada alienada, com crenças que para outros não passam de lendas e piadas. É curiosa, generosa e deslumbrada na medida certa, com uma visão do mundo extremamente particular, que não traça limites entre deuses e homens. Sensível e disposta, pode se colocar em perigo sem perceber.

História do Personagem:

Aubree nasceu de uma relação clandestina entre o sempre tão honrado Lord Mallister com uma atriz de Braavos de passagem por Guardamar. A mãe acabou morrendo no parto, e a menina foi rapidamente levada para fortaleza do pai, onde ficou sob os cuidados das amas que criavam os filhos legítimos do Lord. Mesmo sendo sabido, o nobre nunca reconheceu Aubree como sua bastarda. Se por orgulho ou vergonha, nunca se soube. Fato é que Aubree cresceu com o título de protegida, com mais regalias que a maioria dos órfãos que enchem o reino. Ao invés de ganhar o sobrenome Rivers, dado aos bastardos nobres de sua região, passou a ser reconhecida pelo nome da Vila-Fortaleza onde nascera.

Não demorou muito para que a menina se destacasse, alheia aos hábitos comuns às crianças de sua idade. Enquanto as mocinhas sonhavam com belos vestidos, ela juntava flores no jardim da Grande Lady, como chamava a mulher de seu pai, só para fazer belos espirais no chão de seu quarto. Em outras ocasiões, saía furtivamente das muralhas, indo para a área portuária colher conchas e pedrinhas, acenando para os navios que zarpavam, como se estivessem lotados de conhecidos seus.

Quando ouviu sobre os mistérios do Norte, se encantou pelos Deus Antigos, e passou a declarar que esta era sua fé. Por conta disso, foi severamente punida pelo pai. Mas não se abalou. Bree gostava de deuses feitos de plantas e vento frio, não gostava dos deuses feitos de pedra com suas estrelas pontudas. Quando completou quatorze anos, a ama que lhe era mais próxima faleceu. Lord Mallister, ocupado com a honra que era o casamento de sua filha com o Lord Tully, não percebeu as alterações de humor da bastarda. A tristeza pela perda fez com que Bree passasse dias sem comer, presa em seu quarto, ocupada tentando descobrir a razão dos deuses terem levado sua boa ama embora.

Então, em uma noite tranquila, enquanto as muralhas de Guardamar dormiam, a jovem simplesmente sumiu. Sorrateira como um gato, partiu levando apenas um velho livro com figuras de represeiros e alguns vestidos. Passou a viver da misericórdia das mulheres de fazendeiros, sempre metendo o nariz onde não é chamada. Sua cama pode ser um chão gramado ou um saco de trigo, mas seus sonhos continuam os mesmos: mãe, flores, mar e cavaleiros gentis.

--------------------------------------------------------------------------

Atributos:

Criatividade - 3
Força - 1
Inteligência  - 3
Agilidade - 2
Coordenação Motora - 2
Vigor - 1
Oratória - 1
Fé - 3

Ramo Principal

+ Lorde Rodrik Mallister, 36 anos, Senhor de Guardamar.
- Lady Helena Mallister, 34 anos, da Casa Blackwood, Senhora de Guardamar. ✞
- Seu filho ___ Mallister, 19 anos, Herdeiro de Guardamar.
- Sua filha, Ellery Tully, 17 anos, Senhora de Correrrio.
- Sua bastarda não reconhecida, Aubree, 16 anos.

MALLISTER'S BASTARD©


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

Mensagem por Catherine Arrow em Ter 5 Set 2017 - 21:31

(Modelo de Ficha)
Nome On: Catherine Arrow
Nome Off: Tania
E-Mail: ---
Sangue:  Legítimo
Região Pertencente: Campina
Características do Personagem: Catherine é uma garota petulante e sonhadora, com uma visão muito inocente do mundo, ao mesmo tempo ela é forte e individualista, ela sempre pensou que as princesas e rainhas eram boas, ela é uma garota innocente.
História do Personagem: Ela é uma princesa lady mas aos poucos ganha interesse em treinar, para poder se defender de alguma forma, virar uma cavaleira, sendo ela rapariga isso se torna dificil aos olhos das pessoas mas ela fica determinada em aprender essa area.
Ela vai observando os guerreiros que ve treinando e as escondidas vai imitando e tentando fazer igual, ela tambem tem um pequeno fascinio pela antigas historias sobre magia e dragoes, seria algo que lhe despertava interesse, ela sempre quis ouvir mais historias e ler livros, ela era curiosa e sempre acabava por fazer que nao queriam que ela fizesse, um dos casos seria o pai pedir para nao ler um livro que era privado da familia e ela teria lido algumas coisas.
Ela tem uma relação boa com seu irmão uma briga ou outra coisas de irmãos mas sempre acabam por se entender, ele é meio protectivo as vezes mas são coisas de irmãos, e como sua irmã mais nova, é um dever de chatear ele de vez  em quando.
A relação com o pai é calma, sem muitas brigas sempre compreendeu o pai e ao contrario da situação em que as filhas discutem com os pais.
As historias sobre a origem de sua família e como tudo aconteceu sempre foram contadas tanto pelo seu pai como pelo seu irmão por isso Cat sabia bem como as coisas teriam acontecido e o porque estarem como esta actualmente, devido ela ser nova quando a invaçao aconteceu ela não se lembraria de quase nada, mas o seu pai contaria aos poucos para ela como eram as coisas e o porque.

Distribua 16 pontos entre os seguintes atributos, de acordo com o seu personagem:
Criatividade: -1
Força: -3
Inteligência: -3
Agilidade: -3
Coordenação Motora: -2
Vigor: - 3
Oratória: - 1
Fé: -


Ficha aprovada
Azor Ahai

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Re: Os Sete Reinos

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