Grande Forte

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Grande Forte

Mensagem por Balerion em Sab Mar 25, 2017 12:59 pm


Grande Forte

Que cobre a maior das ilhotas. Conectado ao Forte Sangrento por um caminho coberto de pedra. Para se chegar à Torre do Mar, três pontes precisam ser cruzadas - a última delas sendo de corda.

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Re: Grande Forte

Mensagem por Victorian Greyjoy em Qui Abr 27, 2017 6:59 pm

King
of the Iron Island



 Tempos nefastos exigiam medidas mais drásticas em seu governo, declarado por muito de seus apoiadores como fraco, bem como fora em sua antepassada Yara Greyjoy. Inclusive outros problemas tomaram ênfase suas devidas preocupações e cautelas, essa era volta de seu filho único e primogênito, que estava em suas viagens e exílio nas regiões mais distantes de Essos. Oh sim, apesar de ser seu filho ele tinha uma visão totalmente distorcida e desejava profundamente a volta de antigos costumes dos nascidos de ferro.

Sua mão fora guiada até um pedaço de carne a mesa, arrancando um pedaço da coxa daquela galinha para levar à sua boca, degustando consequentemente de seu delicioso sabor. Para um Rei, ao menos ele, nada era melhor do que os momentos silenciosos, junto de seu jantar. Seus olhos azulados repousaram sobre o nada e contemplou seu precioso silêncio no ambiente em questão, um local arejado e sombrio, iluminado apenas por algumas velas e tochas.  

(Não é de todo mal, um Rei precisa apenas de sua solidão e bebida.) Pensou ele consigo mesmo quando surgiu uma expressão canalha de seus desejos. A outra mão segurou sua caneca e levou à boca, aquecendo sua garganta com rum. Por um momento pensou um pouco em um vislumbre de suas decisões, desde falhas e acertos como Rei, perguntando-se muitas vezes se foi melhor caminho a ser tomado, ele não podia negar que existiam um orgulho muito grande em cima disso.  

Antes mesmo que pudesse notar, Victorian estava simplesmente bêbado e fadigado de seu dia rotineiro, cansado de lidar com todas as decisões burocráticas entre seu povo. Levantando-se de sua cadeira de madeira e pouco confortável para suas nádegas, tomou seu rumo quando seguiu seu caminho em direção ao portão que conectava ao andar superior de Pyke, o castelo ancestral de sua família. No caminho até lá fora simplesmente de reclamações e resmungos referente aos próprios problemas, que por sinal tinha tendência de piorar com a presença de seu filho e nora.
 
Quando seu filho voltou de suas viagens trouxe consigo uma bela mulher do continente, que por acaso seu prole insistia dizer ser uma bravosi. Ora, ele tinha experiência e sabia diferenciar uma mulher do continente para uma puta estrangeira que nada entenderia de seu lar e costume. Ela era de fato bela, em outros tempos talvez tivesse o desejo de possuir alguma jovem mulher no seu passado… Mas era tarde e, como casado, nada tinha tratar com outras mulheres e infligir leis de acordo com selo de paz com a casa Blackfyre.  

Antes que pudesse dar outro passo ele sentiu seu corpo, em partes, desfalecer e carecer de movimentos precisos quando sentiu uma lâmina atravessar seu torso, seguida de outros incontáveis ataques por suas costas, sentindo o sangue que continha em seu corpo sair deste, criando praticamente uma poça de sangue quando o líquido vermelho escuro e quente saiu do mesmo. Sua reação era óbvia, ele ao menos pretendia olhar o rosto de seu assassino, essa era sua intenção. Com seus últimos esforços ele tentou e cambaleou na tentativa de revidar, sem sucesso devido a quantidade de rum ingerida. Seus olhos azuis contemplaram seu assassino finalmente quando esforçou ao virar seu corpo, reconhecendo de imediato o rosto que se escondia por de baixo de uma capa quando um raio clareou o ambiente. -Você…- Sem mais comentários ou energia, Victorian pereceu durante aquele ato desprezível de traição, morrendo como um animal que nao era, vítima de uma traição.

Notas:Nenhuma



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Re: Grande Forte

Mensagem por Marianne Greyjoy em Ter Maio 02, 2017 5:03 pm

ours is the fury

Marianne se olhou no espelho, satisfeita com o que via. Uma mulher forte, inteligente e bonita, porém que preservava traços de seus antepassados como nenhum outro Baratheon conseguira.
De Robert herdara o carisma que tanto o demarcou na sua juventude, Renly a abençoara com seu jeito para a política e Stannis, esse, fizera dela uma mulher firme, determinada, com uma visão militar extremamente perigosa.

Marianne era sem dúvida, alguém a ter em conta num período instável como esse. Não era segredo sua aversão à casa Blackfyre, sendo ela uma mulher de tradição, era normal alimentar ainda o desejo de retorno ao passado.
Talvez tudo isso a conduzisse até aquele local onde se encontrava. Pyke, a casa dos Greyjoy das Ilhas de Ferro, do grande Kraken.
A morena soltou uma risada que levaria quem por ali passasse a questionar sua saúde mental. Era irônico como, depois da Rebelião dos Greyjoy, onde Robert esmagara a frota de Victarion, uma Baratheon se unira a um Homem de Ferro, apenas com o intuito de trazer de volta os velhos costumes.

Quando conheceu Dickon, a Baratheon imediatamente o detestou, mas a necessidade de formar uma aliança forte a fez engolir o orgulho e se rebaixar de tal modo que se entregou a esse homem. Mas, o tempo sempre melhora as coisas e Marianne acabou se tornando numa esposa extremamente leal e dedicada ao marido. Ainda assim, ela era esperta e manipuladora, sabia que isso seria o melhor se queria atingir seu outro objetivo. Precisava de Dickon, assim como ele precisava dela.

Os dois se conheceram quando Marianne viajou até Essos em busca de essências para seus estudos de alquimia. Sempre extremamente dotada, preferia virar costas a costura e canto e se dedicar a práticas mais úteis como a política, história e até mesmo a confeção de venenos.
Dickon estava lá, fazendo algo que ela fingira ter ouvido mas que até hoje não recordava. Ele não despertara seu interesse minimamente, mas o mesmo não podia ser dito de sua parte.

Ainda se olhando no espelho, Marianne observou seu rosto mais uma vez. Talvez tivessem sido seus olhos ou seus lábios carnudos, ou até mesmo suas longas pernas. Subiu ligeiramente o robe de seda dourado e viu sua pele alva, contrastando com a pedra escura do chão que seus pés descalços pisavam. O tecido escorregou ligeiramente pelo ombro esquerdo, revelando um de seus seios redondos.
Talvez fosse seu corpo na totalidade que tivesse atraído a atenção do Homem de Ferro. Sendo isso verdade ou não, Marianne soubera se aproveitar de sua formosura para conquistar seu homem quase na plenitude.

Cobriu novamente sua figura, se prevenindo assim de ser exposta na possível entrada de alguém que não deveria estar ali.
Acendeu uma vela e passou a mão sobre a chama, sentindo sua pele quase queimar graças a proximidade extrema. Embora casada com um devoto do Deus Afogado, Marianne preservava sua religião e se dedicava a ela quase todos os dias. Pois o Senhor da Luz a guiava e a consumia com sua chama, a alimentando para que também ela a pudesse usar a seu favor.
A Baratheon quase podia se tornar numa verdadeira sacerdotisa vermelha, porém ela não nascera para espalhar a palavra de R’hllor.

- Senhor da Luz, olhe por nós, Senhor da Luz nos defenda. Senhor da Luz, proteja-nos na escuridão. Acenda sua chama entre nós, R’hllor. Nos mostre a verdade ou a falsidade dos homens, os ataque se forem culpados e dê força à sua espada, se forem verdadeiros. Senhor da Luz, nos dê sabedoria, porque a noite é escura e cheia de terrores.

E assim permaneceu depois, em silêncio, sentada sobre a cama e escutando o crepitar da pequena chama que reluzia nos aposentos.


 

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Re: Grande Forte

Mensagem por Dickon Greyjoy em Sab Maio 06, 2017 8:29 am

King
of the Iron Island

O tempo estava tão denso quanto dia que encontrara a senhora sua esposa, uma bela mulher da casa Baratheon, uma nobre do continente e perfeita para seus fins. Era fato que sua companheira tinha uma beleza equiparada com uma sereia, junto de uma voz tão atraente que, pelo Deus Afogado, ele jurara que ela havia persuadido nas negociações. O primeiro raio ecoou ao lado de fora do castelo, iluminando por poucos segundos seu caminho até o quarto de casal, que uma vez fora de solteiro. Para seu pai, havia dito algumas meias verdades na tentativa de manter seus planos ocultos abaixados de suas reais intenções. Ora, era divertido enganar o senhor dos piratas, mas não muito inteligente, portanto todo cuidado era pouco para ele.

Cruzou a direita do corredor e adentrou na segunda porta ao lado direito sem nenhum aviso prévio, invadindo o quarto conjugal, onde encontraria sua esposa. Marianne não era idiota ao ponto de pôr os planos arriscar e perder sua cabeça, com certeza iria calcular bem seus movimentos. Claro, lá estava a morena, deslumbrante como uma majestade, digna de uma posição como futura Rainha das Ilhas de Ferro. O sorriso malicioso voltou a face deste, movimentando-se furtivamente ao ponto de chegar próximo, atrás, da esposa, qual abraçou ao agarrar seu busto, virando-a para si no objetivo de olhar seus belos par de olhos azuis intensos, uma marca registrada do veado coroado. -Está feito, essa hora o meu pai deve estar na presença de meu avô.- Pronunciou vitorioso quando perdeu-se aos encantos de sua amada, avançando com seus lábios até os carnudos dela, onde imediatamente beijou e por fim deu uma leve mordiscada aos inferiores desta.

Ela era tão bela, ao mesmo tempo perigosa, no ponto ideal de atrair seu marido naquela época… sim, a cerimônia fora realizada aos olhos da religião de seu povo e o Deus dela. Dickon nunca fora religioso, mas considerava religião um mal necessário para manter certas pessoas na linha. Suas mãos moveram até as nádegas dela, ainda com seu olhar malicioso, mordiscando seus próprios lábios no desejo de reprimir suas intenções deste momento de sossego e vitória. -O primeiro passo foi dado, agora só falta adentrar ao tabuleiro de maneira racional.- Terminou com suas palavras um tanto dúvidas, procurando críticas construtivas e suposições de sua inteligente mulher.

Notas:Nenhuma



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Re: Grande Forte

Mensagem por Marianne Greyjoy em Dom Jun 04, 2017 3:40 pm

ours is the fury

Marianne terminou a oração no momento em que o primeiro trovão se fez ouvir. Pyke conseguia ser tão ou mais tempestuosa que Ponta Tempestade, mas ainda assim não era tão familiar. Para falar verdade, a Baratheon detestava as Ilhas de Ferro, mas sabia que, por um bem maior, teria que aguentar, isso se queria realmente cumprir seus objetivos. A chegada do marido não a pegou de surpresa, no entanto ela fingiu um pequeno susto, seguido de um sorriso provocador, esse, sim, verdadeiro.
O regresso de Dickon apenas podia significar boas notícias. Ótimas. Sentiu as mãos calejadas do pirata segurarem seu busto e deixou que ele a guiasse, o encarando enquanto mantinha o sorriso e retribuía o beijo, levando ambas as mãos ao belo rosto do homem.

Marianne aprendera a amá-lo com o passar do tempo, talvez tivesse sido o jeito de pensar do pirata que acabara por conquistar essa mulher tão complicada. Eles eram mais semelhantes do que alguma vez se havia julgado e, o fato de Dickon ter em conta a opinião de sua mulher apenas mostrava que ele a respeitava e valorizava.
Os olhos azuis da morena fitaram outros tão iguais, emitindo um brilho de felicidade ao escutar as palavras anunciadas pelo marido.

- Que boas notícias, meu amor.
Ela estava realmente contente por o plano ter iniciado, sabia que faltava ainda bastante para que tudo culminasse, mas pequenos passos seriam necessários. Pequenos e ponderados.
Marianne sabia que era observada, conhecia Dickon bem o suficiente para perceber quando ele se perdia nos seus encantos e por isso aproveitou a situação.
A sedução era uma arma forte, a qual ela sabia usar bem e seu marido não era imune.
O novo contato físico a fez se aproximar, o obrigando a recuar até cair na cama que os dois partilhavam fazia já algum tempo. Conseguia ler no olhar de Dickon o desejo que ele sentia e, talvez eles merecessem realmente celebrar. Se debruçou então sobre o corpo estendido a sua mercê, o manto que a cobria havia deslizado delicadamente e expunha agora seus ombros desnudos e pálidos.

- A próxima etapa é ganhar a confiança de seu povo. - Marianne explicou enquanto beijava o pescoço do moreno, parecendo perdida no momento de sedução. No entanto sua mente trabalhava arduamente como sempre, calculando com precisão o que estaria para vir. - Se eles apoiavam seu pai, mostre o quão destroçado ficou, mostre que está disposto a honrá-lo.
Enquanto falava, as mãos de Marianne abriam as vestes de seu marido, deixando o tronco bronzeado exposto, bem como uma ou outra cicatriz que ele pudesse possuir.

Ainda que seus gestos pudessem distrair Dickon do cerne da questão, a mulher sabia que essa conversa não seria em vão, ele estaria focado o suficiente para a ouvir, e distraído o bastante para tomar a decisão que ela desejava.
- Se eles o odiavam, mostre que nutre do mesmo sentimento. Se aproxime de um, ganhe a sua confiança e ganhará a dos restantes.
Ao contrário dos costumes das Terras de Tempestade, o Rei das Ilhas de Ferro era escolhido numa Assembleia de Homens Livres e, para que Dickon fosse o escolhido, ele precisaria ganhar votos.
Por sua vez, Marianne também precisaria ser uma figura queria entre os eleitores, o que não seria difícil. Ali ela era vista como uma alguém imponente e justa, preocupada com as necessidades das Ilhas de Ferro. Havia conquistado um pirata impiedoso, sua cunhada e até mesmo seu falecido sogro, portanto o resto viria por acréscimo.
Se sentou sobre o colo de Dickon e olhou novamente seus olhos com um sorriso, fazendo com que o restante do manto descesse pelo seu corpo.
- De um jeito ou de outro, os faça ver apenas uma opção. Você.



 

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Re: Grande Forte

Mensagem por Dickon Greyjoy em Qua Jun 14, 2017 9:33 pm

King
of the Iron Island

Dar cabo de sua u próprio sangue nunca provocou quaisquer ressentimentos no pirata, era um completo crápula para aqueles que ousassem afrontar seu caminho. Alguns falariam que havia sangue de barata correndo em suas veias, mas diria apenas que pagou o preço de ferro para tomar seu trono o quanto antes. Com a morte do senhor seu pai, ele declarou abertamente que estava na hora de sangue novo no controle do arquipélago pertencente aos nascido de ferro, aos Greyjoy. O sangue de seu pai fazia em sua espada longa e Dickon acreditou que seria mais lógico deixar longe da vista de sua mulher, acreditando que evitaria o embrulho ao estômago de sua esposa.

Quando deu-se por conta, Marianne simplesmente retribuiu o beijo fervoroso que começara, sentando ao colo do novo Rei das Ilhas de Ferro, assim retirando seu sobretudo. As palavras de sua esposa soaram como uma canção emblemática e questionou de como ela sabia tanto…. Ou quase tudo. De toda forma, mordiscando os lábios inferiores e focando sua visão aos olhos azuis claros da Baratheon de nascimento e Greyjoy de casamento, ajudou-a com suas vestes e, pondo-se de pé, levantou ela em seus braços com seus olhos incendiados de prazer, quais ela abudiziu com seus encantados desde o longo tempo que passaram em Essos, nas Cidades Livres, em Pentos, local que costumava visitar em sua infância ao lado do finado antecessor.

Garantindo de ter trancado a porta, no intuito de não ser atrapalhado, o Greyjoy agora tinha mais um trabalho a ser feito, que era garantir um herdeiro para sua linhagem permanecer firme e viva. -Está enganada. O culto na Assembléia dos Homens Livres deixou de existir, quando alguns antepassados fizeram uma aliança com Daenerys Targaryen.- Jogou o corpo da esposa em cima da cama, tendo a certeza de que cairia em algo confortável, subindo engatinhando até a mesma. -O acordo resumia-se: Ajudar a Rainha Dragão a conquistar seu trono em Westeros, oferecendo auxílio em troca para subjugar os rebeldes e retomar o trono de sal, que pertence aos Greyjoy até hoje, logo não precisando de ações burocráticas, tendo em vista que mataria qualquer outro pretendente.- Fez sua voz soar friamente, tão quanto a brisa que vinha da janela do quarto. Parando com sua lição de história, chegou até ela e levou uma de suas mãos até seu busto, colocando a outra ao ombro esquerdo de seu corpo, beijando-lhe de maneira atrevida e provocativa.

Sentindo o sabor agridoce de seus lábios carnudos, Dickon simplesmente deixou-se levar naquele momento de sossego pessoal e focou-se em aproveitar o resto da noite com as últimas imagens de seu pai morrendo, morto por suas mãos, agonizando no aço da espada do seu filho. A mão em seu quadril subiu centímetros acima e massageou a lateral do lado direito do corpo feminino dela, conduzindo em sua forma autoritária durante o processo, pois assim era seu povo, este que não permitia fracos entre os seus, afinal, um homem que sequer conseguia controlar seu casamento jamais poderia sonhar em assumir um navio ou um povo. Sentiu as curvas de sua esposa, de tal que sua ereção surgiu entre suas calças. Removendo uma das peças de cima de Marianne, rle desceu os beijos para sua jugular, onde começou a sugar a pele de suas esposa, revezando entre beijos e alguns mordiscos.

Notas:Nenhuma



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