Espada Branca [Torre]

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Espada Branca [Torre]

Mensagem por Azor Ahai em Dom Maio 21, 2017 9:42 am



A Espada Branca é a mais alta e importante torre de Tombastela. Por muitos séculos serviu como local de despachos de todos os assuntos relacionados à Casa Dayne, porém, depois que a Rainha Nymeria invadiu e conquistou Dorne, as funções exercidas pela torre foram transferidas para o Telhado de Vidro. Foi nessa torre que Ashara Dayne cometeu suicídio ao se jogar dela, após descobrir que seus irmão, Sor Arthur Dayne havia falecido na Torre da Alegria.
                        

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Re: Espada Branca [Torre]

Mensagem por Elaena Dayne em Sab Jul 15, 2017 10:47 pm

Sangue

- Phill, seu eunuco idiota, me traga a faquinha do cabo de prata. – Elaena ordenou para seu capataz, um servo fiel oriundo das cidades livres que por seguimentos das linhas do destino, era um eunuco. – Ora, Ginger, eu disse que você não poderia me trair, todavia, fez o contrário não foi? – semicerrou os olhos para a serva, uma menina pobre e magricela, porém bonita. Lady Dayne iria se lamentar pelo que ia fazer, todavia, aquilo era necessário. Ginger havia sido treinada durante vários dias pela Dayne, a fim de que pudesse dominar a arte de fazer venenos. Entretanto, a moça traíra sua senhora, contando para as amigas todos os segredos guardados pela Dayne, por consequência, estas acabaram por espalhar a notícia pelos empregados do castelo. Todavia, Elaena tinha um bom espião, o eunuco Phill, este detectou todos os fofoqueiros de plantão e os eliminou com as gotinhas de Oleandro. Não obstante, a Senhora de Tombastela ficou possessa, decidindo que iria vingar-se pessoalmente da serva bocuda. Agora, estava com Ginger no salão de armas, a menina estava completamente amordaçada e presa a uma mesa. – Minha querida criança, não queria fazer isso, no entanto, você me traiu, mesmo após ouvir sobre as consequências que isso poderia trazer a você. – beijou o rosto da menina, enquanto sorria para ela, era tão bonita, porém, tão boba e inútil. – Sabe a sua família. Todos estão mortos. – começou a fazer uma trança no cabelo da menina, ela apenas chorava e gemia em cima da mesa, porém, estava incapacitada de falar devido às mordaças colocadas em sua boca. – Sua irmã foi a quem mais gritou enquanto era atacada por um... por dois... por três homens fortes. Contudo, o sofrimento dela cessou quando teve a garganta cortada, deve está agora nadando com os peixinhos no fundo do mar. – puxou a trança com força, fazendo com que a menina derramasse mais lágrimas que em outrora.

- Eu dou muitas chances sua idiota, porém, não aceito nenhuma traição. – a voz da mulher era puro ódio, até seus olhos violetas tinham assumido um tom mais sombrio. – Ensinei você a mexer com venenos, mas você tinha que ser ingrata e espalhar por toda Tombastela que eu sou uma bruxa. – puxou a orelha da menina com força, segurando e apertando com suas unhas grandes. Aquele gesto fazia a menina se contorcer em cima da mesa, ao passo que sangue se aglomerava nas mãos da Lady. – Contudo, seus amiguinhos, sua família e todos aqueles que você gostava, foram mortos. – sorriu diabolicamente para a menina. – Viraram pó, em outras palavras. – após a matança, os corpos das vítimas foram queimados ou jogados no mar com pedras amarradas ao pescoço. – Devem está queimando no sétimo inferno, provavelmente vão está lá esperando por você. – gargalhou para a serva, já tinha soltado sua orelha, agora, fazia desenhos com o sangue dela no rosto da mesma. – Não precisa ter pressa, você estará com sua família logo, porém antes que isso aconteça, eu brincarei com você. – olhou ferozmente para a garota, enquanto pegava uma agulha de tamanho grande. – Sua vaca desgraça, nem para ter seios você presta. – furou o seio esquerdo com a agulha, em seguida, furou o direito. A pobre menina nem conseguia gritar, apenas se contorcia e chorava em cima da mesa. Elaena, sádica como sempre, apenas sorria da desgraça alheia. 

- Pensei que estivesse fabricando essa adaga seu eunuco idiota. – tomou a adaga, chamada vulgarmente de faquinha das mãos do eunuco Phill. – Além de não ter um pau, agora ficou mudo. – olhou com desprezo para o homem de fisionomia desagradável, Phill era um serzinho baixo, gordo e careca, parecia um sapo de pele bronzeada. Elaena beijou a adaga e olhou para a serva com um enorme sorriso estampado na face do rosto. – Creio que nossa diversão irá apenas começar. – olhou para o eunuco e ordenou que ele trouxesse o marcador de ferro com o brasão da Casa Dayne, este fazia tempo que estava sofrendo aglutinação em fogareiro localizado na Torre da Espada Branca. O lugar havia sido abandonado há séculos, e havia rumores que ele era assombrado pelo fantasma de Ashara Dayne, porém, Elaena achava que tudo aquilo não passava de bobagem. 

- Marque-a a ferro e fogo. – como ordenado, o eunuco marcou a serva com o brasão Dayne bem na região superior aos seus seios, pouco abaixo do pescoço. – Seu corpo é lindo sabia? Gostaria de ter um igual novamente, mas o tempo minha querida, infelizmente tornou-se meu inimigo. – olhou para o corpo nu de Ginger, em seguida, pegou a adaga e colocou sobre seu órgão genital. – Não... não vou fazer o que você está pensando, apesar de sentir vontade. – sorriu para a serva, que estava à beira do suplicio, já tinha sido muito maltratada, contudo, Elaena ainda achava que não era o suficiente. – Gosto de sangue meu bem... – ela sorriu antes de olhar para o eunuco e proferir. – Colete o máximo de sangue que puder, irei usá-lo no meu banho. – entregou a adaga ao eunuco. – Quando terminar, já sabe o que fazer com o corpo... Ah, não precisa ser uma morte rápida, quero algo doloroso para essa menina idiota. – deixou o cômodo com um sorriso no rosto. Sim, aquela menina iria sofrer, entretanto, seu sangue iria servir para rejuvenescer a Dayne, ela sabia disso, tinha aprendido com uma velha feiticeira de Asshai das Sombras. 
- Treino de Violência

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Re: Espada Branca [Torre]

Mensagem por Elaena Dayne em Sab Set 02, 2017 12:34 am

O tempo quente e seco de Dorne era deveras desconfortante. Elaena Dayne, Senhora de Tombastela, odiava usar roupas decotadas como boa parte das mulheres dornesas, afinal de contas, ela não precisava parecer com uma puta caso quisesse ser bela. – Quem eu quero enganar, já estou velha... muito velha. – o tempo não era seu amigo, muito menos seu inimigo. Comparada às mulheres da sua idade, a nobre mulher ainda se mantinha conservada, no entanto, isso não era o bastante. Ela sempre estava alimentando sua doentia obsessão pelo corpo ou rosto perfeito, de fato, a vaidade não tinha limites para a Dayne. Naquele dia, acompanhada de seu servo, um eunuco chamado Phill, dirigiu-se a uma das torres do castelo, a espada branca, a mesma torre onde um dia uma Dayne havia se matado. – Ashara Dayne se jogou dessa torre, os cantores diziam que ela era uma das mulheres mais belas de sua época. Tinha longos cabelos negros e brilhantes olhos cor de violeta. Burra! Morreu por amor. – falou enquanto passava seus olhos pelo local. Phill estava parado na entrada da torre olhando para uma jovem donzela acorrentada contra a parede leste do recinto. – Qual o nome dela? – Elaena se aproximou da jovem, não tinha mais que treze ou quatorze anos. Não se parecia muito com uma dornesa, se fosse chutar, diria que a menina era oriunda da Campina.

- Tem certeza que ela ainda é virgem? – desviou os olhos para o eunuco quando este respondeu que o nome da garota era Violet. O servo da mulher, por sua vez, disse que a jovem donzela era de fato virgem. – Que seja. O sangue dela banhará minha pele hoje à noite. Preciso ficar pura novamente, pelo menos, mais uma vez. – Elaena sorriu maliciosamente antes de se aproximar da garota. – Violet não é mesmo? – pobre garota, não poderia falar nada, tudo por causa das mordaças que tampavam sua pobre boca. Elaena tocou no rosto de sua vítima, admirando a beleza da jovem, que, para sua alegria, tinha traços diferentes do que estava acostumada. – Vou te chamar de Desmera. Odeio uma velha que porta esse mesmo nome. – deu um tapinha no rosto da garota antes de afastar-se a fim de pegar o primeira ferramenta de tortura. Quando tratava de suas vítimas, ela mesma gostava de tortura-las, quando se cansava, apenas ordenava para que Phill colhesse-lhes o sangue e depois levasse para seus aposentos. A maioria das torturas feitas pela Dayne era destinada a jovens donzelas capturadas nos arredores de Tombastela, que depois do suplício, eram sacrificadas de uma forma nada agradável aos olhos humanos.

Com o auxílio de um tosco alicate feito de ferro cujo cabo era rodeado por couro de cavalo, Elaena pegou uma moeda aquecida à brasa por Phill, que desde sempre, observava com calma e serenidade as ações de sua senhora. A Dayne se aproximou novamente da donzela e ergueu com calma o vestido da moça, até que suas pernas e genitália ficassem completamente amostra. – Você é bem peculiar, querida. Se fossem outros tempos, adoraria tê-la em meus aposentos, mas por agora, você se chamará Desmera, a puta. – ergueu o alicate com a moeda aglutina a fim de que a menina se desesperasse antes do estágio inicial da tortura que a Dayne estava prestes a fazer. – Eu odeio putas, meu marido me traia com elas e por isso teve o destino traçado por causa delas. – aproximou o alicate das pernas da mulher, quase perto da virilha intocada da moça. Violet suspirava pesadamente e junto aos seus suspiros vinham lágrimas incontroláveis. Ela queria gritar, de fato, porém estava impedida de cometer tal fato. – Tenha calma, não vou queimar sua flor, não sou louca a esse ponto, meu bem. – aproximou a moeda quente da perna esquerda da menina, quase perto da virilha, queimando-a de forma dolorosa. Lady Dayne marcava a pobre donzela como uma égua de estábulo era marcada, depois do suplício, olhou para a menina mais uma vez e admirou a marca que tinha deixado na pele pálida da jovem garota. – Desmera. Desmera. Desmera. – repetiu o nome várias vezes, se irritando cada vez mais que o pronunciava. Em certo ponto, abaixou o vestido da jovem e olhou-a com desprezo. – Desmera. Desmera. Desmera. – sua raiva era acompanhada por lágrimas e mais lágrimas. – Desmera. – para afugentar sua raiva, a Dayne começou a socar o estômago da garota como se ela fosse um simples saco de pancada, de fato, queria que ela sentisse dor. Muita dor. 

- Você é tão desgraçada sua cadela, eu não gosto de torturar animal, mas no seu caso vou abrir uma exceção. – puxou uma lâmina que guardava na manga de seu vestido púrpuro, em seguida, perfurou o seio da jovem, a fim de que ela sentisse bastante dor. – Vai cadela! Quero ver você gritar agora! – pobre menina, não conseguia produzir nenhum som, a Dayne tinha se certificado disso. Elaena estava fora de si, não que ela fosse uma pessoa normal, mas naquele dia estava pior, muito pior. – Grita! – após o mutilar o seio esquerdo da jovem donzela, fitou seu nariz com admiração, arrancando a ponta deste com apenas um único movimento rápido e certeiro da lâmina. – Cadela desgraçada! Você sujou meu vestido. – olhou com desprezo quando o sangue da menina caiu sobre seu corpete, mas aquilo não iria sair impune, a Dayne ergueu a mão direita e esbofeteou o rosto da garota até que a mesma sangrasse pela boca. A menina não gritava, apenas chorava devido ao tamanho da dor que lhe afligia. – Termine o serviço, Phill. Vou descansar. – olhou para seu servo, que rapidamente tomou a lâmina que a mulher segurava, ficando em prontidão para matar a moça e recolher seu sangue quando a Senhora de Tombastela se retirasse do recinto. – Tchau bebê. – afagou o rosto sujo de sangue da menina, colhendo um pouco de seu sangue com a mão direta e levando-o a boca em seguida. – É doce como açúcar. – provado um pouco do sangue da menina, A Dayne sorriu diabolicamente e deixou o lugar como se nada tivesse acontecido. Agora, apenas esperaria pela noite, onde, porventura, poderia se banhar com o sangue daquela virgem capturada nos arredores de seus domínios. 

Treino de Tortura

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