Vila de Brotadança

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Vila de Brotadança

Mensagem por Deus Afogado em Sab Jul 01, 2017 12:33 am



Vila de Brotadança

Brotadança é uma pequena vila das Terras Fluviais. Localiza-se próxima ao Ramo Vermelho do Tridente. Seu septo possui janelas de vidro chumbado. Fica a cerca de quatro dias de viagem da fortaleza da Casa Lychester.

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Re: Vila de Brotadança

Mensagem por Olyvar Yronwood em Dom Jul 09, 2017 5:24 pm


Olyvar Yronwood
Heir of Bloodroyal


No Caminho Para Casa I


Flashback – Alguns Meses Atrás


A lança dornesa perfurou o peito do rufião e o pelo negro de Oberyn se ensopou de sangue. O rufião com o peito aberto já era velho, quarenta anos pelo menos. Quantas pessoas ele já roubou? Já matou? Isso termina agora!

O grupo de bandidos de estrada que havia decidido atacar um pequeno grupo de viajantes havia tido uma pequena e desagradável surpresa quanto ao seu destino. Sua vida não duraria mais muito.

Oly teve a impressão de ver Mabhar abrindo um homem ao meio com seu machado mas não parou para observar. Mabhar estar usando seu machado para arrancar os membros de alguem não era exatamente uma novidade. Virou Oberyn cavalgando pela estrada, observando a luta e caçando um alvo. Archibald Sand também seguia montado em Salta-Fogo passando a espada nos rufiões enquanto os circulava.

A visão de Olyvar pousou sobre um ladrão recuado se comparado ao grupo com uma expressão de dúvida em seu rosto. Ele já havia entendido que aquela era uma luta que eles iam perder. A idéia de fugir de um campo de batalha pode surgir durante sua mente quando você vê que seus aliados estão morrendo. E essa é uma boa idéia. Correr pode ser considerada a primeira técnica de sobrevivência da humanidade.

Oberyn era um cavalo orgulhoso. Ele sempre ficava a frente dos demais na estrada, sempre corria mais que as demais montarias, Oberyn não aceitava perder para outro cavalo e com certeza não aceitaria perder para um criminoso em fuga. Oberyn correu atrás do homem como um leão correndo atrás de uma gazela. Se ele não fosse um cavalo Olyvar poderia jurar que ele saltaria sobre o homem e morderia seu pescoço. Mas se os dentes não eram afiados e as garras não existiam em Oberyn existia algo muito mais letal: um dornês e sua lança.
A lança deitou firmemente apoiada por Olyvar. Ele não precisaria nem mesmo estocar naquele ângulo, a ponta da lança e o movimento de Oberyn seriam o bastante para perfurar o alvo quando se aproximassem. De todos os companheiros de viagem de Olyvar, Oberyn era o que ele mais estimava.


A lâmina da lança entrou e logo saiu da carne do homem. Ollie não arriscaria quebrar uma lança de qualidade para matar um ladrão de estrada que com a nuca perfura caia na lama agora. Dois pontos para mim!

Oberyn cavalgou de volta até o resto do grupo, só restava um dos assaltantes. Cercado pelos dorneses em um último esforço de se manter vivo ele atacava os que se aproximavam enquanto todos riam se divertindo com a resistência do garoto, que não devia ter mais de quinze anos.

- Deixem ele! - A voz de Olyvar Yronwood na estrada era sempre irrevogável. Talvez ele não fosse o melhor para comandar um castelo mas no comando de seu grupo em viagem ninguém o questionava. – Ele é meu.

Os demais se afastaram do homem formando uma espécie de círculo enquanto Olyvar desmontava de Oberyn com sua lança na mão.

- Morte rápida ou lenta?

- Ele matou o Quentyn, senhor! – Mabhar relatou enquanto os olhos de Olyvar instintivamente procuravam pelo companheiro citado o encontrado deitado no chão com a barriga aberta.

- Maldição! Eu gostava do Quentyn... Morte lenta então.

O garoto levantou seu machado simples e mal trabalhado de forma incorreta. Amador. Olyvar caminhou tranquilamente até ele segurando sua lança. Archibald não olhava com interesse, aquilo não seria um duelo. Seria uma execução.

O machado girou em um ângulo estranho e tentou acertar o lanceiro dornês e falhou miseravelmente. Ollie só se moveu para o lado e desviou. Lento. Ao invés de recuar e aguardar um golpe do dornês o bandido atacou de novo. Burro. O golpe foi parado facilmente, o cabo da lâmina contra o machado para segurar e um chute na barriga do bandido para afastar.

Os olhos do homem se tornaram duas bolas de fogo. Ele havia compreendido que ia morrer mas estava decidido a levar seu algo com ele. Banhado em sua fúria o homem se lançou contra seu alvo. Cortes laterais, cortes horizontais, cortes diagonais, todos enfurecidos. Olyvar girou aparando a lâmina do machado contra os ataques que pode mas eventualmente um ataque o acertou e em seguida outro. Droga!.

Os dois cortes foram superficiais mas foram bastante inspiradores para encorajar o homem. É compreensível porque um homem acha que pode vencer quando vê o inimigo sangrar. Se você tirar mais do líquido vermelho dele ele morre.

Olyvar cuspiu e fuzilou o inimigo com o olhar. Antes de o cortar com a lança. A arma dançou com o dornês como um cavalheiro e uma dama em um baile. Ambos giravam rapidamente e a lâmina abria a pele e a carne do inimigo e banhava Olyvar de vermelho. Como uma serpente aguardando para dar o bote, a lança de Olyvar girava cortando o inimigo aguardando pela estocada fatal.

Com dezenas de pequenos cortes espalhados pelo seu corpo o rufião havia perdido qualquer controle sobre a luta e em uma última brecha de Olyvar tentou realizar uma machadada antes de ir para o descanso divino. Mas contrariando seus planos, a lança do dornês atravessou sua boca e o enviou para os sete infernos. O homem caiu morto e os dorneses sorriram. Olyvar em particular decidiu gritar frente a seus homens.


- Por Quentyn!

Por Quentyn! Os homens gritaram animados na estrada mas gritaram mais animados quando brindaram em nome do companheiro em uma taverna.
O vinho bebido naquele dia foi em nome de Quentyn e em nome do cansaço da viagem dos dorneses longe de casa.


- Não que isso aqui seja ruim mas estou louco para estar de volta a Paloferro – Comentou Archibald bebendo do vinho local.

- Esperava vinho dornês numa taverna dessas? – Archibald não respondeu, só riu mediante a observação de Olyvar. – Mas você está certo. Temos que voltar para Dorne.

Treino de Lança






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Re: Vila de Brotadança

Mensagem por Benjamin Belmore em Seg Jul 10, 2017 10:58 am


Amigos?

The Sound of Victory
Capitão da Guarda
D
epois da morte de seu pai Benjamin e o irmão estavam mais unidos que nunca, e embora fossem completamente fieis aos Arryn ambos buscavam mais amizades por Westeros pois devido as circunstâncias ter amigos era uma boa coisa. Sendo assim a pedido do lord o capitão da guarda de Cantoforte estava viajando por algumas regiões onde seu falecido pai tinha amigos, e naquele momento se encontrava nas terras fluviais, mais precisamente em uma taberna próxima ao Ramo Vermelho.

Com ele haviam seis cavaleiros que sempre o acompanhavam em missões, dois deles os melhores de Cantoforte. Benjamin havia decidido que deveriam tomar uma boa cerveja antes de irei se encontrar com um lord que morava ali perto, logo todos os sete estavam sentados em torno de uma mesa bebendo animados em uma taverna. Um jovem rapaz tocava ali perto algum instrumento que o Belmore nem fez questão de ver o que era, e algumas mulheres da vida andavam pelo local procurando alguém afim de seus serviços.

– Essa já é minha haha... “ gritava um de seus guardas, enquanto outro lhe dava socos leves no ombro tentando disputar a atenção da moca.
Antes que pudesse olhar para as tais prostitutas um grito percorreu o recinto “ – Por Quentyn ! “ um homem com vestes incomuns daquela região era o autor da fala, estava acompanhado por homens vestidos como ele, pelo que seu falecido pai havia lhe ensinado aqueles caras eram dorneses. Mas o que estavam fazendo ali Benjamin não tinha a menor ideia, tomou mais um gole de cerveja e voltou a conversar com seus amigos.

Passados alguns minutos tudo estava tranquilo na taverna alguma música tocava, risos por todo o local, outra rodada de cerveja já iria ser servida, até que inesperadamente por volta de dez homens adentraram a taverna suas vestes eram comuns e sujas, entretanto estavam armados com espadas, machados e adagas. O olhar do homem que parecia ser o líder daquele bando se encontrou com o olhar de Benjamin, ao que parecia o sujeito sabia que o capitão era irmão do lord Belmore pois no mesmo instante veio na direção do mesmo tentado lhe acertar com sua espada na altura do seu ombro.

Benj levantou rapidamente jogando a mesa em que estava para o alto, e sacou sua espada da bainha segurou firme na horizontal e conseguiu defender o golpe que era lhe desferido, imediatamente todos seus homens se levantaram e foram para cima dos desconhecidos. Benjamin foi cercado por dois sujeitos um com um machado e um com uma espada, os três então começaram a girar em torno um do outro analisando a melhor opção para o ataque, um dos cavaleiros de Cantoforte se colocou ao lado de Benjamin para dar apoio.

Cada um dos dois inimigos foi para cima dos dois cavaleiros, respirando fundo Benj se adiantou conduziu sua espada com toda forca na direção do tórax do fulano, o mesmo conseguiu se esquivar, entretanto girou seu braço direito na vertical rapidamente e conduziu com toda força sua espada na direção do ombro do mercenário fazendo assim um corte. O homem gemeu de dor, entretanto estava disposto a matar Benjamin de qualquer forma, ou sequestra-lo para pedir algum ouro pela sua liberdade. Do seu lado seu amigo estava com dificuldade com seu inimigo, o machado do cara ia contra ele com movimentos rápidos e precisos.

O Belmore sendo assim decidiu que deveria terminar logo aquilo e ajudar seus amigos, sua visão estava fixada no homem a sua frente. Logo foi em sua direção quando estava a uns dois metros dele chutou uma cadeira próxima a sua direção, o homem se abaixou antes que pudesse se levantar a espada de Benjamin já estava sendo conduzida na altura do seu pescoço, o homem se recompôs com as duas mãos segurou a espada firme para defender do golpe, em seguida se levantou e com toda sua raiva tentou dar seu último golpe pois sabia que iria morrer naquele duelo, o homem ergueu os braços segurando a espada tentando acertar Benj de baixo para cima o mesmo rapidamente colocou seu corpo para o lado se esquivando e deu um pulo para trás, o homem com toda a força que havia colocado passou por ele, Benjamin como se segurasse uma lança enfiou sua espada nas costas daquele lixo, o sangue espirrou por todo o chão e o tal sujeito caiu no chão agonizando “ – Menos um.. “ pensou, olhou o local e percebeu que havia se formado uma grande confusão.

Inclusive os dorneses estavam lutando contra os mercenários, mas antes que pudesse pensar em ir ajudar os companheiros o sor ouviu algo atrás dele, entretanto ao que parece, seria tarde demais para ele se virar e ver o que era.


Treino Espada Longa.

Com Oly | Treino | Flashback


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Re: Vila de Brotadança

Mensagem por Olyvar Yronwood em Seg Jul 10, 2017 9:09 pm


Olyvar Yronwood
Heir of Bloodroyal

No Caminho Para Casa II


Flashback – Alguns Meses Atrás

Olyvar bebeu o não tão saboroso vinho e ouviu a não tão agradável música na companhia do que restava do seu grupo, que agora eram só Archibald e Mabhar. Edgar Sand e os outros três homens de Yronwood haviam todos procurado por mulheres da vida. Desde de Dorne até a Muralha e então da Muralha até a Terra dos Rios eles estavam na estrada e Oly não achou por mal os deixar ter um descanso.

Mabhar permanecerá na mesa mesmo que no fundo também quisesse desfrutar da companhia de uma mulher. Mas ele era um soldado da cabeça aos pés e não deixaria seu senhor desacompanhado em uma terra estrangeira e Archibald estava mais interessado em beber.

Enquanto os três bebiam a falavam sobre Quentyn ,pois consideravam a melhor maneira de o honrar, um grupo de homens armados entrou na taverna
.

- Atenção rapazes. – Olyvar olhou para os homens e soube que eles eram encrenca. Sua aparência era hostil e logo eles voltaram seus olhares para um grupo de cavaleiros do Vale que bebiam na taverna.

A espada de Yronwood estava embainhada e largada sobre a mesa, é mais fácil puxar a espada de cima de uma mesa do que da cintura quando você está sentado, e logo sua mão abraçou o cabo da arma. Atento Oly, atento.

Como seus instintos haviam lhe confidenciado os recém chegados atacaram os cavaleiros.

Olyvar desembainhou a espada e saltou na direção do combate. Archibald e Mabhar não tiveram tempo para questionar e pegaram suas armas também para auxiliar os cavaleiros.

Enquanto se aproximava Olyvar assistiu um dos cavaleiros eliminar de forma habilidosa um oponente mas ser emboscado por um dos agressores que se aproximava pelas suas costas.

O assassino se preparava para desferir um golpe de espada contra o cavaleiro e Olyvar não teve tempo para realizar uma estocada e realizou apenas um corte vertical nas costas do alvo. O golpe fez o homem deter o golpe e urrar de dor. Por um instinto ou reflexo talvez realizou um corte desajeitado enquanto virava para trás. Olyvar o encarou. Cabelos raspados, barba desgrenhada e grande. Um selvagem ou um mercenário?

Com sua espada na mão, sede de sangue em sua garganta e fúria em seu coração o homem atacou o dornes que saltou para trás desviando. O próximo ataque do homem foi mais preciso e quase acertou Oly. Quando a terceira tentativa surgiu Olyvar rolou por cima de uma mesa e a virou no chão quando o homem tentou ultrapassa-la. Com sua pequena e frágil muralha o separado do inimigo Olyvar girou a espada e o acertou no rosto.

A pele do homem abriu revelando o interior vermelho de qualquer homem. A improvisada barreira de Olyvar se tornou uma arma quando ele a chutou para cima do inimigo acertando-o nas pernas e estomago. Com o inimigo totalmente desastabilizado, Oly levantou sua espada como se mira-se sobre a lâmina e realizou uma estocada na garganta do inimigo que se despediu da vida de forma silenciosa.

Os dorneses e cavaleiros já conseguiam repelir os agressores aquela altura e Olyvar se aproximou do cavaleiro que havia salvado:


- Você está bem?


Treino de Espada Longa





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Re: Vila de Brotadança

Mensagem por Benjamin Belmore em Qua Jul 12, 2017 4:02 pm


Amigos?

The Sound of Victory
Capitão da Guarda
D
epois de toda confusão finalmente todos os mercenários que haviam invadido o local estavam mortos, junto a eles alguns inocentes e alguns amigos de Benjamin também. Assim que se virou para ver quem se encontrava em suas costas, ouviu o barulho de um corpo caindo ao chão, um dos mercenários jazia morto e próximo a ele um dos dorneses estava com a espada em mãos “ – Você está bem ?? “ O mesmo perguntou ao cavaleiro, que respirando fundo respondeu enquanto guardava sua espada na bainha.

– Sim, graças a você... qual seu nome ??

Esperou que ele respondesse enquanto isso seu olhar percorreu o estabelecimento havia mesas quebradas, garrafas jogadas por todos os lados, alguns feridos. Entre eles homens de dorne e do vale e por fim algumas prostitutas chorando ainda com meio e devido ao susto. O nome do cara que havia acabado de salvar sua vida se chamava Olyvar, sendo assim o Belmore sorriu erguendo a mão direita para ele e disse:

– Muito obrigado Olyvar, saiba que ganhou um amigo, que tem uma dívida com você a partir de hoje... entretanto preciso ir agora tenho uns assuntos pendentes da casa Belmore para resolver...

De fato, aquela confusão toda havia durado bastante tempo, e Benjamin tinha muita coisa ainda para fazer antes de voltar a Cantoforte. Logo Olyvar e o mesmo apertaram-se as mãos ( o mesmo foi feito por seus amigos ) e em seguida o sor se retirou junto com seus homens, tinha ganhado um amigo, mas por agora deveria cuidar dos assuntos importantes que seu irmão, havia lhe pedido.


Encerrado para Benjamin.

Com Oly | Treino | Flashback


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Re: Vila de Brotadança

Mensagem por Olyvar Yronwood em Qui Jul 13, 2017 10:47 pm


Olyvar Yronwood
Heir of Bloodroyal

No Caminho Para Casa III


Flashback - Alguns Meses Atrás

A luta não durou muito tempo. Quando Olyvar terminou o "debate" com seu oponente pode notar que a luta já havia cessado. Rápido e sangrento. Do jeito que eu gosto.

Olyvar acreditava que o cavaleiro estava bem então sua pergunta não era realmente necessária mas Oly gostava de ser cortês.

– Sim, graças a você... qual seu nome ??

- Olyvar. Olyvar Sand. - Arving Yronwood não era o homem mais amado do mundo, nem mesmo por seu filho, e por isso Olyvar sabia que se identificar como filho do demônio de Paloferro tão longe de casa nem sempre era uma idéia. Ele havia salvo a vida do cavaleiro mas até que ponto isso importava?

– Muito obrigado Olyvar, saiba que ganhou um amigo, que tem uma dívida com você a partir de hoje... entretanto preciso ir agora tenho uns assuntos pendentes da casa Belmore para resolver...

- Cuidado na estrada Sor. Quando alguém é atacado por um grupo de homens armados sem provocação aparente geralmente é porque tal pessoa é um alvo.

Olyvar e Benjamim apertaram as mãos. O cavaleiro do Vale tinha um aperto de mão firme que transmitira confiança a outro homem. Olyvar acreditava que o cavaleiro devia ser um homem com nervos de aço e coração de ferro, o tipo de pessoa que ele gostava de ter como amigo.

Com a partida do cavaleiro, o dornês voltou para a sua mesa de onde gritou para o taverneiro.


- Mais uma garrafa!

Encerramento





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Re: Vila de Brotadança

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