As Margens do Mar Poente

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As Margens do Mar Poente

Mensagem por O Corvo em Seg Mar 13, 2017 3:28 pm


As Margens do Mar Poente

O Mar do Poente é um mar ao oeste de Westeros. Ele faz fronteira com a Campina, as Terras Ocidentais, o Norte, as Ilhas de Ferro e as Terras Fluviais. Lannisporto é murada às margens desse mar, então daqui se pode ver, além do Mar Poente, o porto e, ao longe, a grande rocha onde se situa Rochedo Casterly. Navios partem e chegam a todo momento, não é difícil se conseguir uma embarcação, desde que possa pagar.

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Re: As Margens do Mar Poente

Mensagem por Siran Shqipe em Qui Abr 27, 2017 7:33 pm

Siran sentia o cheiro salgado das ondas, sentia o aroma não agradável do mercado de peixes, e sentia também o cheiro doce de seu próprio perfume, que cobria quase perfeitamente a quantidade de dias que a garota ficara embarcada, sem um banho. Lilases, tal como a pentoshi adorava. Estava outra vez em Westeros, havia sentido saudades daquele calor agradável e do sons das ondas que, de alguma maneira, pareciam quebrar de maneira diferente naquela parte do mundo. Por mais que Siran fosse natural e nascida em Pentos, além do mar estreito, ela se sentia em casa ali. Esperava ansiosa até que o capitão atracasse o navio, o agradecendo de maneira cortes e o dando quantas moedas haviam combinado.

Quando Siran pisava em terra firme depois de dias, seus pés bambeavam. Estava no Oeste, em Lannisporto. Em breve partiria mais para o Sul, se aventuraria em Porto Real antes de partir para o norte. Ao menos era aquele seu plano A, mas se tudo desse errado, ela sempre possuía uma carta a mais na manga. Por ora, precisava de um lugar para dormir e tomar um bom e desejado banho, antes que as moscas a encontrassem. Havia ouvido falar de uma estalagem ali perto e, depois de uma breve reconhecida no local, partira para lá.

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Re: As Margens do Mar Poente

Mensagem por Damon Lannister em Qui Ago 24, 2017 9:15 am

UM LEÃO
não se curva às ovelhas

Senhor de Lannisporto é um título com tamanho peso que lhe doía os ombros ao pensar em todos os anos que passou lidando com criminosos, piratas, bárbaros, Homens de Ferro e os piores; Nobres. Mas junto do trabalho árduo, vinha também as regalias que tanto usou durante as décadas. Os Lannister de Rochedo Casterly não eram mais os poderosos de Westeros, a alcunha pertencia aos Tyrell que, como se não bastasse, ainda eram suseranos dos Hightower, a segunda Casa mais rica.
Era dever de Lannisporto consagrar os suseranos de Casterly, visando em aumentar o monopólio e trazer a graça novamente à família.
Com as minas de pedras preciosas secas, o que restava além do orgulho, dívidas, o porto e a determinação de seu superior?
Damon sentia o gosto salgado do mar na língua e o sol escaldante atingindo a pele, em poucos anos toda a incidência solar cobraria seu preço; Desde jovem foi disciplinado no porto pelo pai, antes de ser um nobre, era também um homem doutrinado que sabia fazer de tudo um pouco dentro de um navio. E de todos os ensinamentos, o que mais gostava - sem dúvida alguma - era de lidar com os comerciantes, os que vinham de Essos e além, ou dos vindos de Vilavelha, Vilagaivota e demais portos em ascensão. Um prazer tão ou maior quanto o de empunhar espadas.
- Milord? - O Lannister volveu-se para trás, estava sobre a muralha que envolvia toda Lannisporto. Seu Almirante-Maior, James Hill, possivelmente um dos muitos bastardos, estava parado com vários documentos na mão. - Chegaram os documentos, milord. Lorde Lefford concedeu vossa visita.
- É claro que aquele abutre velho ia aceitar, ele ainda tem sorte de suas minas ainda extraírem algo. - Comentou, voltando a caminhar. A capa rubra arrastava no chão de forma lamuriante, necessitava ir ter com Romeo o quanto antes, mas a ideia de deixar a cidade nas mãos de Miraz ainda causava certo temor e descontentamento, era sangue de seu sangue, um homem crescido e barbado e mesmo assim agia como uma criança, talvez uma esposa fosse o que estava faltando na vida do primogênito. Ou concorrência ao direito de Lannisporto. - James, mande um mensageiro para o Rochedo, avise ao Romeo que necessito de uma audiência o quanto antes. Ou talvez eu mesmo deva ir, sem dar chance de negatória.
Os dedos calejados massagearam as têmporas, o princípio de uma dor de cabeça chegando quando as velas púrpuras de dois navios bravosis entraram em seu campo de visão. Eram sempre motivos de cansaço. - Prepare meus cavalos, estou indo à Rochedo ainda hoje. Lorde Lefford pode esperar mais alguns dias. Há assuntos mais importantes do que taxas portuárias em jogo.


Política.

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